Gobbi dissimulou ao falar do negócio “Fielzão” e esqueceu ter contratado mais de 100 jogadores na gestão que criticou

setembro 2, 2014

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As fortes declarações do presidente do Corinthians, delegado Mario Gobbi, dando conta da situação pré-falimentar do clube, detonando a gestão anterior, de Andres Sanches e reclamando do negócio “Fielzão” repercutiram durante todo o dia de ontem, no Parque São Jorge.

Porém, faz-se necessário esclarecer alguns pontos que o dirigente, convenientemente, esqueceu de explicar.

Gobbi diz ter sido vítima de uma “bola de neve’ financeira da diretoria anterior, o que, de fato, é verdade, porém esqueceu de dizer que fez parte da gestão que criticou, ocupando cargo de Vice-Presidente de Futebol, período em que o clube contratou mais de 100 jogadores.

Muitos deles, quando não encostados, estão emprestados a outras equipes, com salários pagos pelos caixas alvinegros.

Ou seja, o delegado foi um dos autores intelectuais da dívida que herdou.

Não contente, Gobbi trouxe de volta ao clube, já como presidente, o treinador que o ajudou a inchar o departamento de “mercadorias” de empresários.

Quando deveria estar executando seu atual discurso de “contenção de despesas”, resolveu contratar Alexandre Pato – que tratou como erro – mas rendeu aos intermediários R$ 15 milhões em comissões.

Sem contar outros negócios absolutamente nebulosos, não apenas no futebol, mas, recentemente, ao comprometer a próxima gestão, adiantando receita da televisão na tentativa de livrar quatro dirigentes alvinegros da condenação criminal.

Aliás, sobre esse assunto, Gobbi mentiu na Gazeta ao dizer que o processo foi encerrado com a entrada do clube no REFIS, e que a dívida estava toda quitada.

Não é verdade.

O processo criminal contra Andres Sanches, Roberto “da Nova” Andrade, André Negão e Raul Corrêa da Silva continua, e a dívida, que antes era de R$ 100 milhões, ampliou-se, com o refinanciamento, para R$ 400 milhões.

Outra situação interessante foi o fato de criticar termos do acordo fechado com a construtora e o Fundo gerido pela BRL TRUST, mais precisamente o fato das receitas do futebol, entre elas a renda das partidas, serem integralmente direcionadas a abater a dívida do “Fielzão”.

Porém, em todos os documentos do contrato, Mario Gobbi assinou como “de acordo”.assim como rubricou, também, o folclórico “Relatório de Sustentabilidade” do Corinthians, que tratava o caos financeiro, acusado agora, como se o clube estivesse no “País das Maravilhas”.

Roberto “da Nova” Andrade é outro que também tem assinatura em alguns papeis, diferentemente de Andres Sanches, que, safo, fez as tratativas, mas não rubricou, nem colocou o dedão, numa folha sequer do compromisso.

O negócio, terrível, tem clausulas que indicam, por exemplo:

- a marca “Corinthians”,  nome e símbolo, inclusive, será explorada pela construtora por 30 anos.

- se o clube não quitar todas as suas pendências no referido prazo (empréstimo da Odebrecht, outros empréstimos bancários, BNDES, etc.), o fundo que administra o estádio será dono do “Fielzão”.

- Toda a bilheteria dos jogos do Corinthians pertencerá ao fundo gerido pela Odebrecht, com o Corinthians nada recebendo e sendo ainda obrigado, por contrato, a realizar 90% de suas partidas como mandante no “Fielzão”.

- Toda a receita com placas, publicidade, cadeiras, lojas e até “naming rights” são de propriedade da Odebrecht, por intermédio do fundo já citado, nos próximos 30 anos.

- Os direitos sobre a utilização do terreno de Itaquera foram repassados nos mesmo moldes acima, com o agravante da cessão do terreno pela Prefeitura ao Corinthians findar também neste prazo, podendo então, em caso muito provável do clube não honrar suas dívidas perder não apenas o “Fielzão”, mas também o espaço em que foi construído.

Ou seja, um verdadeiro “Golpe de Estádio”, publicado em primeira mão por este espaço, e levado ao clube para discussão por abnegados associados, que, antes achincalhados, hoje tem as informações confirmadas pelo próprio mandatário alvinegro.

ASSINATURA DE MARIO GOBBI NO ACORDO DO “FIELZÃO”

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golpe andrade

Advogado da CBF pode decidir quem sobe ou desce na Série C do Brasileirão

setembro 2, 2014

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Jornalistas, torcedores e dirigentes da Paraíba estão preocupados com a informação de que o Botafogo/PB manterá o advogado Osvaldo Sestário, indicado e pago pela CBF, para defender o clube na apelação do pleno no STJD, tentando reverter a decisão que afastou a agremiação da Série C, com consequente rebaixamento, por ter se utilizado da Justiça Comum em defesa de seus interesses.

Além do histórico negativo do advogado, vide caso Portuguesa, é que Sestário defende, já há algum tempo, as equipes do CRB, Salgueiro e Paysandu, adversários diretos do clube paraibano pela vaga na Terceira Divisão do Brasileirão.

Ou seja, torcem pela derrota jurídica do Botafogo.

O conflito de interesses é evidente, razão pela qual se justifica a preocupação dos paraibanos.

TRE-SP barra candidatura de Luiz Moura (PT-PCC). Cavaletes de campanha com Andres Sanches devem ser recolhidos

setembro 2, 2014

andres e moura

Apoiado pelo PCC, mas abandonado pelo PT, o membro da “Tattolandia”, candidato Luiz Moura, teve candidatura cassada, por unanimidade, em decisão do TRE.

Uma baixa terrível para os planos da criminalidade.

Moura fazia dobradinha na campanha com o ex-presidente do Corinthians, Andres Sanches, que ainda terá sua candidatura julgada pelo órgão.

Nos próximos dias, cavaletes espalhados pela Radial Leste, em São Paulo, com a foto de ambos e a frase “Zona Leste somo nós”, devem começar a ser retirados.

Manter Brunoro e contratar Dorival Junior são dois equívocos pelo qual Paulo Nobre será cobrado após o terceiro rebaixamento

setembro 2, 2014

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“Eu garanto que o Palmeiras não será rebaixado”, disse o presidente Paulo Nobre, do Palmeiras, em recente entrevista coletiva.

Muito mais um desejo do que uma certeza.

Porém, apesar da boa vontade, Nobre tem tropeçado na incompetência, e num “amor” incompreensível pelo principal responsável pelo desastroso departamento de futebol do clube, José Carlos Brunoro.

É inaceitável que, após tantas bobagens, somente os treinadores sejam demitidos, e não aquele, ou aqueles, que os trouxeram, equivocadamente, e montaram um dos piores planteis da história palestrina.

Para piorar a situação, o Verdão, nas próximas horas, pode confirmar a contratação do treinador Dorival Junior, não pela competência de seus últimos trabalhos, ruins, mas pelo passado ligado ao clube, o que, convenhamos, nem em equipe amadora seria um motivo cabível.

Os times treinados por Dorival, invariavelmente, são queijos suíços defensivos, tudo o que o Palmeiras não precisa, ainda mais na atual situação, em que luta para evitar um vexame que nem é mais novidade, lamentavelmente, na vida do clube.

Em tomando essa decisão, manter Brunoro e trazer um treinador “pela história”, não pelo que pode acrescentar, o Verdão terminará o ano com torcedores chorando, num espetáculo televisivo dos mais tristes, para deleite dos adversários.

Nobre precisa definir se ama mais seu “Gestor” de Futebol ou o Palmeiras, enquanto ainda há tempo para mudanças, evitando que toda a sua generosidade em emprestar dinheiro ao clube – na verdade, dar – seja menos valorizada do que a façanha de levar um clube centenário a mais um histórico rebaixamento.

Justiça obriga Prefeitura a retomar terreno do Corinthians. Terá também que cobrar aluguel retroativo

setembro 2, 2014

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Desde 2012, mesmo com sentença favorável, não apenas a reintegração de posse de parte do terreno utilizado pelo Corinthians no Parque São Jorge, como também a cobrança de aluguel retroativo (vários milhões de reais), a Prefeitura vem, de todas as formas, tomando medidas para facilitar a vida do clube.

Primeiro, deu prazo de seis meses para que o Timão cumprisse a promessa de comprar a área.

Depois, e janeiro de 2014, estendeu a moleza por mais 90 dias.

Muitos meses além do prazo, no último dia 29 de agosto, a Justiça, em despacho, intimou a Prefeitura a cumprir a sentença, ou seja, retomar o terreno e cobrar a quantia devida pelo Corinthians.

Talvez seja dos casos mais insólitos da história do judiciário brasileiro, em que o credor, com decisão a favor, age como se fosse o devedor, criando alternativas para o não recebimento do que lhe é devido.

Hoje tem protesto “Fora Banana” no Rio de Janeiro

setembro 2, 2014

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Daqui a pouco, entre 13h e 14h, torcedores do Vasco da Gama realizarão manifestação, com faixas, nas imediações do TJ-RJ, pedindo a saída de Roberto Dinamite e todos os dirigentes que, arbitrariamente, tiveram os mandatos prorrogados no clube, contrariando votação do Conselho Deliberativo.

Uma decisão liminar do desembargador Fabio Dutra, da mesma Câmara doutro magistrado, Camilo Rulièe, segundo informações, próximo a Olavo Monteiro de Carvalho, um dos donos da Klabin, também beneficiado com o despacho.

Um escárnio.

Os que quiserem participar do “Fora Banana” devem se reunir na Rua Dom Manuel, nº 37.

Corinthians: CT da Ayrton Senna tem luz cortada por falta de pagamento

setembro 1, 2014

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Em situação falimentar, segundo palavras do próprio presidente Mario Gobbi, o Corinthians passou por novo vexame na manhã de hoje.

Desde o final de semana, a conta de luz foi cortada por falta de pagamento.

A pendência era de dois meses.

Jogadores, além do incomodo da falta de energia, tiveram, ainda, que tomar banho gelado no CT.

A situação foi restabelecida após a direção solicitar o “religue” com urgência à Eletropaulo e correr ao banco para quitar as pendências.

EM TEMPO: pela primeira vez em sua história o Corinthians não comemorará seu aniversário com um banquete ou jantar especial para a ocasião. O último apague a luz… quando tiver luz…

Gareca caiu. Mas a herança permanece

setembro 1, 2014

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O Palmeiras tomou a decisão, correta, de demitir o treinador Ricardo Gareca, uma aposta argentina que não deu certo.

Porém, o que fazer com sua herança, ou seja, os jogadores meia-bocas – até em seus países, contratados do mercado sul-americano, alguns com contratos até 2016 ?

Oito são os atletas estrangeiros do Palmeiras, a maioria indicada por Gareca, boa parte indisposta com jogadores brasileiros do elenco.

Um enorme equívoco da gestão Paulo Nobre, que dificilmente será solucionado, pelo menos este ano, seja lá por quem se habilitar a treinar esse verdadeiro pepino palestrino.

Em entrevista, Gobbi detona gestão Andres Sanches, negócio do estádio e diz que Corinthians está falido

setembro 1, 2014

Gobbi e Sanches discutem e por pouco não falam as verdades

Em entrevista ao programa “Mesa Redonda”, da TV Gazeta, o presidente do Corinthians, delegado Mario Gobbi, com a inabilidade habitual, atirou contra o próprio pé, e também no peito de seu antecessor, Andres Sanches.

Criticou o negócio feito no estádio, dizendo que 100% da renda vai para a BRL TRUST.

Disse também que herdou a “bola de neve” financeira da gestão anterior (Andres Sanches), e assumiu o erro na contratação de Alexandre Pato.

Tentou explicar as razões do clube não ter ficado com um tostão sequer da venda do zagueiro Cleber, mas não convenceu, expondo a promiscuidade das últimas gestões corinthianas com empresários de futebol.

Abaixo destacamos os trechos principais do bate-papo:

CORINTHIANS FALIDO

“Estou sem dinheiro e preocupado porque preciso pagar a folha de pagamento dos próximos meses… é uma realidade.”

“A folha (salarial) do Corinthians, com os impostos, mais ou menos bate na casa dos R$ 10 milhões.”

“sofremos (para pagar salários de jogadores) não está fácil… tivemos uma falta de sorte enorme do Pato não ter dado certo… R$ 15 milhões de Euros num cofre é uma falta grande.”

“(o futuro do Corinthians) passa pelo que vão fazer agora, até o final desse ano, começo do próximo ano, para se mudar a gestão do futebol, as leis, as regras, as limitações (de gastos) que tem que ter, porque senão ninguém vai a lugar nenhum, inclusive nós.”

DETONANDO NEGÓCIO DO ESTÁDIO

“Quem vê a receita do Corinthians de jogos… se esse dinheiro entrasse no Corinthians, nós estaríamos muito bem… só que toda renda que sai daqui vai pro Fundo (BRL TRUST) pra pagar o estádio… tem uma planilha de previsão de pagamentos… então, R$ 1,7 milhão por jogo, sim, mas não vai pro Corinthians… o Corinthians perdeu essa receita.

Nenhum valor ( da renda), nada (vai para o Corinthians), fica aqui no Fundo…. e vai abatendo a dívida…”

DETONANDO A GESTÃO ANDRES SANCHES

“(se o dinheiro do adiantamento de cotas da TV e da CBF vai fazer falta no futuro) lá na frente… mas isso é uma bola de neve que já vem de muito tempo… eu só entrei nela e continuei pedalando…

“(ser presidente do Corinthians) a missão é difícil, árdua, é um fardo pesado (…)

ALEXANDRE PATO

“o ícone que nós buscamos, investimos 15 milhões de Euros nele, foi o Pato. Nós jogamos forte no Pato porque ele não tinha ainda 23 anos, tinha um potencial fortíssimo pra ser um objeto de marketing que ia trazer receitas, que ia jogar muito, ia ser o grande ídolo da torcida, mas que não conseguiu… não deu certo.. e tem coisas que não se explica…”

VENDA DE CLEBER

“(caso venda Cleber) quando você não tem verba para pagar parte do jogador, você fica com 20% da venda… e o Corinthians tinha que exercer o direito dos 20%, comprando os 20%… só que o prazo passou e nós não tinhamos R$ 2 milhões para comprar os 20% do Cleber, portanto, se nós fossemos por na frente os R$ 2 milhões, perderiamos com o valor da venda que foi feito sobre o que iria nos restar da vendados 20% auferidos… então tinha essa clausula… é que não compensava usar… nós tinhamos que pagar pelos 20%… talvez ai tenha sido o erro… esse tipo de contrato, de não colocar “sem ônus ao clube”, 20% de futura venda, no Corinthians não vai ter mais… e não tinha… isso foi uma situação de momento.”

Gobbi tenta esconder incompetência atacando, indevidamente, e “burramente”, a arbitragem

setembro 1, 2014

gobbi roberto duilio

Não bastasse o treinador do Corinthians, Mano Menezes, incapaz de igualar seu desempenho profissional com a capacidade de negociar jogadores, esbravejar como louco a beira do gramado contra os árbitros, seu sócio, o presidente do clube, delegado Mario Gobbi, decidiu utilizar-se do mesmo artifício.

Mascarar a própria incompetência transferindo a responsabilidade para a arbitragem.

O discurso é a “perseguição” dos juízes contra o clube de Parque São Jorge.

Uma enorme e imbecil bobagem.

Ontem, então, em que o grande prejudicado pelos erros do quinteto foi o Fluminense, com gol legítimo anulado e penalidade não marcada em Fred, beirou o ridículo.

A grande verdade, que Gobbi quer esconder no discurso da “perseguição”, é que o treinador, depois de meses no cargo, não conseguiu, com as peças que possui, TODAS indicadas pelo seu grupo de sócios, montar uma equipe digna das tradições alvinegras.

E o presidente, que viabilizou os maus negócios, tanto técnica quanto financeiramente, pressionado, também, pelo indiciamento de seus dirigentes por crimes fiscais, além da falta de dinheiro, em claro desespero, procura uma bengala para enfrentar a cada vez mais latente revolta do torcedor.

Isolado no clube, com seus homens de confiança “desaparecidos” (Duílio do “Bingo” fugiu para Miami e Roberto “Da Nova” Andrade, sumiu do Parque São Jorge), Gobbi sofre para terminar o mandato, e agoniza jogando o clube publicamente contra a arbitragem, em ato de absoluta incapacidade intelectual.

João Paulo de Jesus Lopes mostra insatisfação com elenco Tricolor, defende Rogerio Ceni e detona Valdivia

setembro 1, 2014

joão paulo

Normalmente, entrevistas concedidas por dirigentes a alunos de faculdade costuma render mais do que as oficiais, em que os cartolas tendem a ser mais defensivos perante jornalistas de veículos tradicionais.

Em 23 de agosto, João Paulo de Jesus Lopes, dirigente do São Paulo, participou de um bate-papo com alunos de um curso de jornalismo esportivo, na Capital.

A matéria está no “Blog do André Rubio”:

http://andrerubio.blogspot.com.br/2014/08/sobre-atual-elenco-vice-presidente-do.html?m=1

E a conversa rendeu.

Dentre as principais respostas destacamos:

SOBRE AS POUCAS OPORTUNIDADES QUE ROGERIO CENI TEVE NA SELEÇÃO BRASILEIRA

“Não dá pra ter expectativas devido à qualidade dos últimos técnicos da Seleção”

SOBRE O EPISÓDIO VALDIVIA VS. TIAGO LEIFERT

“Se isso acontecesse no São Paulo o jogador seria multado ou até demitido sem dúvida alguma, alias esse jogador já não estaria a muito tempo no São Paulo devido a sua postura como profissional”.

SOBRE O ATUAL ELENCO TRICOLOR

“Se eu fosse eletricista diria que o problema é de relê, pois o time para de repente. Mas acho que é só olhar a escalação, temos três ou quatro jogadores que não tem a mínima condição de jogar no São Paulo, não tem inteligência e nem futebol para vestir a camisa do time”

“Eu ainda era vice-presidente de futebol no final do ano passado, e me reuni com Muricy para nosso balanço habitual sobre o rendimento do futebol do clube, chegamos a conclusão que precisávamos mandar embora 17 jogadores do elenco da época, alguns acabaram saindo, mas infelizmente não foram todos que foram embora”

Advogado do caso Lusa, parceiro da CBF, envolvido noutros dois rebaixamentos

setembro 1, 2014

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Na última sexta-feira, em julgamento pra lá de suspeito, o STJD e seus auditores amestrados decidiram excluir o Icasa, da Série B, e o Botafogo/PB, da C, ambos por ter recorrido a Justiça Comum na busca de preservar seus direitos.

O Icasa, com absoluta razão, prejudicado pela escalação irregular – reconhecida pela CBF, de um atleta do Figueirense, e o Botafogo, “vítima” de ação de um vereador paraibano a seu favor.

Chama a atenção, porém, que o advogado destacado para defender ambas as equipes foi Osvaldo Sestario, o mesmo que “defendeu” a Portuguesa em ação que culminou no rebaixamento do clube paulista.

Assim como no caso Lusa, o advogado, sócio de Alan Belaciano, de hábitos semelhantes, foi indicado, e pago, pela CBF para realizar o “trabalho”.

Um conflito de interesses óbvio e inaceitável, que precisa ser explicado não apenas pela entidade, mas também pelos presidentes dos respectivos clubes, que, obviamente, nada tem de inocentes na história, conhecedores que são dos bastidores e procedimentos da dupla no submundo futebolístico.

Los Angeles, 1984… os meus Jogos Olímpicos

setembro 1, 2014

maratona

Por JOSE RENATO SATIRO SANTIAGO

Sempre relatei que a “minha Copa do Mundo”, aquela que mais acompanhei, foi a de 1982.

Assisti a todos os jogos.

E ainda lembro, de cabeça, os resultados de todos eles.

Até mesmo daquela nossa vitória frente a seleção italiana rs…

Acabo de ver uma propaganda sobre as Olímpiadas de 2016.

O mote é a procura de voluntários.

Pude ver imagens muito legais.

Me fez lembrar algumas cenas olímpicas.

A grande maioria de uma edição em especial, a de Los Angeles em 1984.

Tinha 13 anos, e trazia a lembrança do urso Misha, chorando, em Moscou, 1980.

Em 1984, acompanhei tudo.

Foram muitos jogos de vôlei.

A equipe feminina, de Isabel, Vera Mossa e Jaqueline, que quase eliminou as norte-americanas, após uma épica partida que acabou perdendo por 3 a 2, de virada.

O time masculino que se recuperou de uma surpreendente derrota para os sul-coreanos, ao passar por cima dos norte-americanos, ainda na primeira fase, por 3 a 0, com direito a um 15 a 2.

Não me lembro da final rs…

Já o basquete, foi bem mal.

Não passamos sequer pela primeira fase.

A natação com a Prata de Ricardo Prado, derrotado por ser menor, em altura, que o canadense Alex Baumann na mais difícil prova aquática, os 400 metros medley.

O atletismo com Joaquim Cruz que atropelou os adversários, sobretudo a lenda Sebastian Coe, na prova dos 800 metros.

O futebol, representado pelo Internacional, que conquistou sua primeira medalha olímpica após partidas épicas.

Como esquecer o exemplo de superação da suíça Gabriela Andersen-Scheiss na primeira edição da prova de maratona feminina em uma Olímpiadas?

E ainda teve Carl Lewis com as 4 medalhas de ouro em busca de alcança o feito de Jesse Owens.

Muita história dentre muitas outras em uma só Olímpiadas.

E já faz 30 anos.

Secretaria da Fazenda do Ceará condenou empresa “laranja” de Andres Sanches por utilização de Nota Fiscal “inidônea”

agosto 31, 2014

kalil andres

Em 2006, a ORION EMBALAGENS, que agora se sabe, após investigação da Receita Federal, ser de propriedade do ex-presidente do Corinthians, Andres Sanches, e seus parentes, já enfrentava problemas com o fisco.

A Secretaria da Fazenda do Estado do Ceará julgou procedente ação interposta contra a empresa por fraude, em utilização de notas fiscais “inidôneas”.

Na prática, a Orion viajava com produtos novos, mas os descrevia como reciclados, em tentativa de burlar a legislação e sonegar o imposto real devido.

Autuada por um fiscal que, segundo informações, teria até recusado vantagens para, digamos, ter problemas momentâneos de visão, a empresa foi condenada a pagar R$ 25,3 mil, restabelecendo a veracidade nas informações.

Bem menos dos que os R$ 13 milhões a que Andres Sanches e seu grupo terão que desembolsar, nos próximos meses, em nova condenação por fraude fiscal, também da ORION, sem contar o indiciamento criminal por prática semelhante, no exercício da presidência do Corinthians.

“Coragem e Ousadia” para mudar, diz Andres Sanches, em sua campanha a Deputado Federal, pelo PT.

 

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Chico Lang: uma vela pra Deus e outra para o Diabo

agosto 31, 2014

chico lang negão

Há tempos o jornalista Chico Lang, da TV Gazeta, deixou de lado as diretrizes do ofício para se tornar uma figura caricata da profissão.

Porém, existem limites até para o ato de puxar o saco.

Recentemente, Lang, em encontro com Roque Citadini, nos bastidores do programa Mesa Redonda, foi só elogios a provável candidatura do dirigente à presidência do Corinthians.

Antes já havia dispensado homenagem semelhante a outro postulante ao cargo, o empresário Paulo Garcia.

Faz o mesmo, quando se vê a frente de Osmar Stabile, outro possível candidato.

Mas com os hábitos de quem sempre tenta garantir proximidade com o poder, Lang pouco se importa com os lados da moeda, e, na ultima semana, declarou apoio, também, a improvável candidatura de André Negão, indiciado, recentemente, por crime fiscal no Corinthians, opositor político dos três nomes citados.

Aliás, sonegação não deixa de ser uma evolução de “status”  perto doutros indiciamentos menos comentáveis do conselheiro alvinegro.

“Black is Beayyfull (SIC). Meus melhores amigos são negros e o próximo presidente do Corinthians deverá ser também, o primeiro da história”, disse um Lang ativista, com inglês peculiar.

Nada que cause estranheza para quem, em gravação publicada pelo Blog do Paulinho, tempos atrás, afirmou ter entrevistado Kia Joorabchian, em Londres, com as despesas pagas por Oliverio Junior, assessor do iraniano e também de Andres Sanches, ex-presidente alvinegro, indiciado no mesmo artigo de Negão.


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