Foi um passeio palmeirense em Barueri.
Como já era esperado.
Destaque para mais um pênalti defendido por São Marcos.
O Verdão é, sem duvida, o grande fravorito ao título paulista.
Foi um passeio palmeirense em Barueri.
Como já era esperado.
Destaque para mais um pênalti defendido por São Marcos.
O Verdão é, sem duvida, o grande fravorito ao título paulista.
O São Paulo venceu o Juventus de maneira previsível.
Fez 3×0 e só levou o gol de honra da equipe da Mooca porque já não se importava mais com a partida.
Já o Santos até que fez uma partida disputada com a Ponte.
Mas não da para exigir que uma equipe desclassificada jogue com a mesma gana do que uma Ponte Preta buscando a classificação.
Foi o que aconteceu.
Ponte e São Paulo classificados.
Com justiça.
Tudo o que aconteceu com o Corinthians já era algo até certo ponto previsível.
Não há como haver vitória em meio a tanta incompetência.
A equipe jogou da mesma maneira que tem feito durante todo o campeonato.
Muita garra, pouca técnica e uma impressionante dificuldade para marcar gols.
Pressionou a equipe de Bauru durante toda a partida, mas bobeou na marcação e levou os gols que aniquilaram suas chances de classificação.
Incompetência maior do comando alvinegro, que montou uma equipe ruim, contratando 18 jogadores, a grande maioria sem a menor condição de vestir a camisa corinthiana.
Desde que a nova diretoria assumiu o futebol não consegue decolar.
Pior, a seqüência de fracassos já começa a incomodar.
Rebaixado para a segunda divisão, eliminado da Copa são Paulo e agora o vexame do Paulistão.
Realmente eles demonstram não ser do ramo.
E a Serie B está chegando, com uma perspectiva assustadora para a Fiel.
Ao que tudo indica, dias piores virão.
“Não foram semanas fáceis. A vida é assim. Não é a primeira vez que acontece. Todos temos dias ruins e agora tive um bom dia. Fui rápido e tudo fica melhor quando se consegue a vitória”
Felipe Massa
Felipe Massa , em um desempenho impecável, venceu o GP do Bahrein.
Logo na largada o brasileiro ultrapassou o polonês Kubica e pulou para a primeira colocação, posição que manteve até o final da prova.
Concentrado, o brasileiro em nenhum momento teve o seu triunfo ameaçado.
Raikkonnen, de maneira inteligente, tratou de se segurar na segunda colocação.
Kubica foi o terceiro.
Já o inglês Hamilton realizou uma sucessão de bobagens.
Na primeira volta forçou ultrapassagem, bateu, perdeu o bico e caiu para a nona posição.
Não contente tentou ultrapassar Fernando Alonso a todo custo e bateu de maneira bisonha em sua traseira, tendo que parar nos boxes e realizar uma corrida de recuperação.
Nelsinho Piquet, antes da largada reclamou de problemas para engatar a segunda marcha, que se confirmaram logo após a metade da prova em que teve que abandonar por problemas no câmbio.
Barrichello realizou uma corrida burocrática apenas tentando se manter em uma boa colocação.
Massa tem tudo para buscar a vitória nos próximos GPs, em que os carros da Ferrari costumam andar muito bem.
E demonstrar definitivamente que é um piloto em condições de disputar o título da F1.
O campeonato promete.
Confira o resultado do GP do Bahrein:
1. Felipe Massa (Ferrari) – 1h31min06s970
2. Kimi Raikkonen (Ferrari) – a 3s339
3. Robert Kubica (BMW) – a 4s998
4. Heidfeld (BMW) – a 8s409
5. Heikki Kovalainen (McLaren) – a 26s789
6. Jarno Trulli (Toyota) – a 41s314
7. Mark Webber (Red Bull) – 45s473
8. Nico Rosberg (Williams) – a 55s889
9. Timo Glock (Toyota) – a 1min09s500
10. Fernando Alonso (Renault) – a 1min17s181
11. Rubens Barrichello (Honda) – 1min17s862
12. Giancarlo Fisichella (Force India) – 1 volta
13. Lewis Hamilton (McLaren) – 1 volta
14. Kazuki Nakajima (Williams) – 1 volta
15. Sebastien Bourdais (Toro Rosso) – 1 volta
16. Anthony Davidson (Super Aguri-) – 1 volta
17. Takuma Sato (Super Aguri) – 1 volta
18. David Coulthard (Red Bull) – 1 volta
19. Adrien Sutil (Force India) – 2 volta
Não terminaram:
Nelsinho Piquet (Renault) – 42 voltas
Jenson Button (Honda) – 20 voltas
Sebastian Vettel (Toro Rosso) – 1 volta
Existem situações que são tão obvias que ficamos apenas no aguardo de quando a notícia ruim vai chegar.
De vez em quando acontecem boas surpresas, como o futebol apresentado por Adriano.
Pode notar que são sempre os mesmos.
Fabio Santos acaba de ser afastado do São Paulo por indisciplina.
Foi suspenso por um mês e não receberá o seu salário durante o período.
É obvio que a alegação da diretoria tricolor de que ele “apenas” iniciou uma discussão entre companheiros não condiz totalmente com a verdade.
O caso sem duvida alguma deve ter tido elementos de maior gravidade.
A própria pena aplicada ao atleta, duríssima, é indício de que a situação ficou insustentável.
Assim como Carlos Alberto, que tem juízo de ostra, e vira e mexe apronta por onde passa.
Quem pisa em areia movediça sabe que corre um grande risco de afundar.
E o São Paulo sabia bem onde pisava.
É de impressionar que com tantas acusações, sabedores de que todos estão atentos a qualquer movimento e, mesmo assim, eles continuam aprontando.
O Corinthians contratou muitos jogadores para a disputa do Campeonato Paulista.
O empresário de um deles está indignado.
Foi obrigado por dirigentes do clube a dividir sua comissão com os testas de ferro do “amigo de Kia”, Marcelo Dijian e André Campoi.
Eles que nada fizeram para que a transação fosse concluída.
Alguém duvida qual será o destino do dinheiro ?
Coisa digna de organização mafiosa.
Você vai assistir uma brilhante discussão entre os integrantes do programa Linha de Passe da ESPN Brasil.
O tema é a separação entre o departamento de futebol e o clube social.
Lembrando que para assistir aos programas produzidos pela emissora você pode entrar no site da ESPN360, clicando no link abaixo.
O futebol do Rio de Janeiro está mais triste.
A queda do América nos faz constatar o declínio de equipes tradicionais que tanto contribuíram para a história do futebol em nosso país.
Sim, porque o America sempre foi um coadjuvante de luxo no Rio de Janeiro.
Mas quem não se lembra das memoráveis apresentações de Zico, Roberto Dinamite, entre tantos outros craques, que se empenhavam em vencer o tradicional adversário.
Por sete vezes a equipe do coração de José Trajano desempenhou o papel principal do longa metragem da bola, surpreendendo os mocinhos, sempre favoritos as conquistas.
A lembrança de tempos áureos do futebol, em que o América se fez presente, nunca vai acabar, mas fica o receio de que o filme esteja chegando ao fim.
E o final tem tudo para não ser feliz.