Tenho tido pouco tempo para interagir nos comentários.
Confesso sentir falta.
Todas as terças feiras, responderei as dúvidas que ficarem pendentes nesse espaço.
Fique a vontade.
O tema é livre.
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Confesso sentir falta.
Todas as terças feiras, responderei as dúvidas que ficarem pendentes nesse espaço.
Fique a vontade.
O tema é livre.
Cerveja do Timão
A cada dia que passa Luiz Paulo Rosenberg , vice-presidente de Marketing corinthiano, tem demonstrado semelhança de atitudes com gente que não merece respeito.
Rosenberg disse hoje que o Corinthians negocia uma parceria com uma empresa fabricante de cerveja.
Quer lançar a “cerveja do Timão”.
Em tempos de anti-propaganda para o consumo de bebidas alcoólicas, inclusive com a proibição de sua comercialização nos estádios, a idéia não poderia ser pior.
Não é correto associar o esporte com bebidas alcoólicas.
Dizem que o poder muda muito a cabeça das pessoas.
A de Rosenberg mudou para pior.
Camiseta “Não Para…”
Novamente o marketing finlandês corinthiano ataca de camisetas piratas em época de comoção do torcedor.
Aproveitando-se do bom momento da equipe, Rosenberg e sua turma criaram a camiseta “não para, não para, não para”, em alusão ao grito inventado pela co-gestora do clube, os Gaviões da Fiel.
Parece que os conselheiros do clube continuam agindo como maridos traídos.
Ou são, ou fingem, serem os últimos a saber.
A Nike, mesmo tendo prioridade assegurada pelo contrato, será jogada para escanteio.
Adivinhem qual será a empresa que vai fabricar as camisetas ?
Poá Têxtil.
Como é fácil agir sem transparência no Corinthians.
Ninguém faz nada.
Todos se calam.
Muitas coisas erradas acontecem nos clubes e federações esportivas do país.
Chegamos a uma situação difícil de ser controlada.
A impunidade é o grande estímulo dessa gente corrupta que sorri enquanto se locupleta.
Temos que fazer a nossa parte.
No mínimo para dificultar a ação dos bandidos.
Denuncie !
Sua identidade será mantida sob sigilo.
Basta clicar no banner “Faça aqui a sua denúncia” que se encontra do lado direito do blog.
Preciso de sua ajuda para obter dados que possibilitem desmascarar essa gente.
Você pode mudar as coisas.
Basta querer.
A pouca vergonha continua no futebol brasileiro.
Agora é o Santos que sinaliza com uma parceria no mínimo suspeita.
A TRAFFIC se dispõe a pagar a divida do Peixe em troca de gerir o seu futebol.
Qualquer semelhança com a MSI pode não ser coincidência.
A situação é imoral e tem que ser investigada.
Como dos clubes rivais podem ter o mesmo parceiro sem que interesses sejam prejudicados ?
Há algo de podre no reino de J.Hávilla.
O árbitro Wilson de Souza de Mendonça acertou ao marcar a infração que resultou no gol cruzeirense na partida contra o Vasco.
Sua interpretação da regra foi coerente.
O goleiro vascaíno colocou a bola em jogo com as mãos e depois a segurou novamente.
Fato que a regra pune com tiro livre indireto.
Resta saber se ele sempre punirá os lances semelhantes com o mesmo rigor ou se foi um fato isolado em sua carreira.
Quanto aos outros árbitros, que por desconhecimento ou conveniência não aplicavam a regra corretamente, fica o alerta.
Estaremos atentos aos próximos lances.
A diretoria do Palmeiras já foi avisada, mas parece estar querendo viver perigosamente.
O projeto de estádio com a WTorre está bem encaminhado.
Não podemos esquecer de que a empresa teve problemas na licitação de um projeto com o Governo Brasileiro e principalmente de sua recente associação com o “honesto” Edgard Soares.
Pelo negócio, a WTorre terá direito, por 25 anos, ao faturamento de toda a receita gerada pela Arena.
O Palmeiras terá direito a 5% do lucro das bilheterias, acrescidos, a cada cinco anos, de mais 5%.
A WTorre, segundo o seu proprietário me disse, tem como garantia do projeto o próprio estádio.
Não consigo enxergar um negócio tão bom assim para o clube.
Agora, para a empresa é uma beleza.
Walter Torre me confidenciou que pretende utilizar o estádio no mínimo por 240 datas.
Falou que pêra ele pouco importa as partidas de futebol, seu lucro virá dos shows e espetáculos que negociar.
Um ótimo negócio.
Para a WTorre.
Pois é.
Quando se faz um discurso contra alguém ou alguma coisa é obvio que não concordamos com o que está acontecendo.
Muricy Ramalho criticou V(W)anderlei(y) Luxemburgo no episódio em que ele foi dar algumas dicas para Renato Gaucho, antes do confronto entre Fluminense e Tricolor, pela Libertadores da América.
Não há como discutir o imenso abismo que separa o caráter de Muricy e do Madureira.
Muricy é um homem de bem.
O que se discute é a atitude em si.
No ultimo final de semana o treinador são-paulino utilizou-se do mesmo preceito.
Pediu conselhos a Wagner Benazzi, técnico da Lusa, sobre a melhor maneira de atuar contra o Atlético/MG.
Retribui palpitando sobre como a Lusa deveria fazer para vencer o Inter/RS.
Muricy, no mínimo, agiu de maneira incoerente.