Arquivo para 12 julho, 2008

Corinthians empata, mas merecia mais.

julho 12, 2008

 

O Corinthians foi muito prejudicado em Santo André.

A arbitragem, muito ruim, deixou de assinalar duas penalidades claras em cima de Herrera.

Uma logo no início da primeira etapa, aos 5 minutos, cometida por Marcel.

Destaco a cara lavada de Marcelinho Carioca, que ajudou Dualib a tira dinheiro do clube, e deixou de pagar seu aluguel sabendo que o Corinthians é seu fiador.

Isso que é amor de verdade.

Sobre a partida, o Timão era dentro de campo a única equipe que jogava.

O Santo André é muito fraco.

Mesmo assim a equipe alvinegra tinha a posse de bola, mas encontrava muitas dificuldades na articulação de ataque.

Douglas fez falta.

Denis fez boa partida e os principais lances de perigo surgiram de seus pés.

Herrera, como sempre, foi um leão.

Mas aos 26 minutos, em bobeada de Felipe com Chicão, a bola sobra para Marcelinho Carioca, que de cabeça encobre Felipe e coloca injustiça no placar.

O Corinthians sentiu o gol e o Santo Andre, durante 10 minutos, equilibrou a partida.

Tanto que Jefferson quase amplia aos 29 minutos.

No final da primeira etapa o Corinthians acordou e já merecia o empate, que só não aconteceu por boas defesas do goleiro Neneca.

Aos 36, Dentinho quase faz um golaço de calcanhar.

O segundo tempo foi mais ainda do Corinthians.

O Santo André inexistia.

Tentando atacar, mesmo sem o brilho de outras partidas, a equipe seguia perdendo oportunidades.

De bobeira, em carrinho desnecessário, Dentinho é expulso.

Nem assim o Corinthians perdeu o domínio da partida.

Até que aos 32 minutos Wellington Saci acerta um bom chute rasteiro, de primeira, e mantém a invencibilidade da equipe.

Na pressão o Timão continuava no ataque.

Ainda mais quando Willian do Santo André foi expulso.

Herrera quase marca de cabeça.

E no ultimo minuto sofre pênalti indiscutível.

O péssimo arbitro finge não ver e termina a partida.

O Corinthians segue invicto.

O empate não foi ruim.

Mas merecia ter vencido.

Mais de 130 juízes federais protestam contra a “suspeita” decisão de Gilmar Mendes, presidente do Supremo

julho 12, 2008

 

MANIFESTO DA MAGISTRATURA FEDERAL DA 3ª REGIÃO

   

Nós, juízes federais da Terceira Região abaixo assinados, vimos mostrar, por meio deste manifesto, indignação com a atitude de Sua Excelência o Ministro Gilmar Mendes, Presidente do Supremo Tribunal Federal, que determinou o encaminhamento de cópias da decisão do juiz federal Fausto De Sanctis, atacada no Habeas Corpus n. 95.009/SP, para o Conselho Nacional de Justiça, ao Conselho da Justiça Federal e à Corregedoria Geral da Justiça Federal da Terceira Região. 

Não se vislumbra motivação plausível para que um juiz seja investigado por ter um determinado entendimento jurídico. Ao contrário, a independência de que dispõe o magistrado para decidir é um pilar da democracia e princípio constitucional consagrado. Ninguém nem nada pode interferir na livre formação da convicção do juiz, no direito de decidir segundo sua consciência, pena de solaparem-se as próprias bases do Estado de Direito.
Prestamos, pois, nossa solidariedade ao colega Fausto De Sanctis e deixamos clara nossa discordância para com este ato do Ministro Gilmar Mendes, que coloca em risco o bem tão caro da independência do Poder Judiciário.Até às 18 horas de hoje, 11 de julho, os Juízes Federais abaixo identificados manifestaram-se conforme o presente manifesto, sem prejuízo de novas adesões.
  

 

 

1 – Carlos Eduardo Delgado
2 – José Eduardo de Almeida Leonel Ferreira
3 – Katia Herminia Martins Lazarano Roncada
4 – Raecler Baldresca
5 – Rubens Alexandre Elias Calixto
6 – Claudia Hilst Menezes
7 – Edevaldo de Medeiros
8 – Denise Aparecida Avelar
9 – Taís Bargas Ferracini de Campos Gurgel
10 – Giselle de Amaro e França
11 – Erik Frederico Gramstrup
12 – Angela Cristina Monteiro
13 – Elídia Ap Andrade Correa
14 – Decio Gabriel Gimenez
15 – Renato Luis Benucci
16 – Marcelle Ragazoni Carvalho
17 – Silvia Melo da Matta
18 – Isadora Segalla Afanasieff
19 – Daniela Paulovich de Lima
20 – Otavio Henrique Martins Port
21 – Cristiane Farias Rodrigues dos Santos
22 – Claudia Mantovani Arruga
23 – Paulo Cezar Neves Júnior
24 – Venilto Paulo Nunes Júnior
25 – Rosana Ferri Vidor
26 – João Miguel Coelho dos Anjos
27 – Fabiano Lopes Carraro
28 – Rosa Maria Pedrassi de Souza
29 – Sergio Henrique Bonachela
30 – Rogério Volpatti Polezze
31 – Wilson Pereira Júnior
32 – Nilce Cristina Petris de Paiva
33 – Cláudio Kitner
34 – Fernando Moreira Gonçalves
35 – Noemi Martins de Oliveira
36 – Marilia Rechi Gomes de Aguiar
37 – Gisele Bueno da Cruz
38 – Gilberto Mendes Sobrinho
39 – Veridiana Gracia Campos
40 – Letícia Dea Banks Ferreira Lopes
41 – Lin Pei Jeng
42 – Luiz Renato Pacheco Chaves de Oliveira
43 – Fernando Henrique Corrêa Custodio
44 – Leonardo José Correa Guarda
45 – Alexandre Berzosa Saliba
46 – Luciana Jacó Braga
47 – Marisa Claudia Gonçalves Cucio
48 – Carla Cristina de Oliveira Meira
49 – José Luiz Paludetto
50 – Carlos Alberto Antonio Júnior
51 – Márcia Souza e Silva de Oliveira
52 – Maria Catarina de Souza Martins Fazzio
53 – Nilson Martins Lopes Júnior
54 – Fabio Ivens de Pauli
55 – Mônica Wilma Schroder
56 – Louise Vilela Leite Filgueiras Borer
57 – José Tarcísio Januário
58 – Valéria Cabas Franco
59 – Marcelo Freiberger Zandavali
60 – Rodrigo Oliva Monteiro
61 – Ricardo de Castro Nascimento
62 – Luciane Aparecida Fernandes Ramos
63 – José Denílson Branco
64 – Paulo César Conrado
65 – Alexandre Alberto Berno
66 – Luciana Melchiori Bezerra
67 – Mara Lina Silva do Carmo
68 – Raphael José de Oliveira Silva
69 – Anita Villani
70 – Higino Cinacchi Júnior
71 – Maria Vitória Maziteli de Oliveira
72 – Márcio Ferro Catapani
73 – Silvia Maria Rocha
74 – Luís Gustavo Bregalda Neves
75 – Denio Silva The Cardoso
76 – Fletcher Eduardo Penteado
77 – Leonardo Pessorrusso de Queiroz
78 – Carlos Alberto Navarro Perez
79 – Renato Câmara Nigro
80 – Ronald de Carvalho Filho
81 – Luiz Antonio Moreira Porto
82- Hong Kou Hen
83- Pedro Luís Piedade Novaes
84- Flademir Jerônimo Belinati Martins
85- Luís Antônio Zanluca
86- Omar Chamon
87- Sidmar Dias Martins
88- João Carlos Cabrelon de Oliveira
89- Antonio André Muniz Mascarenhas de Souza
90- Marilaine Almeida Santos
91-Alessandro Diaféria
92- Paulo Ricardo Arena filho
93- Hélio Egydio de Matos Nogueira
94- Ricardo Geraldo Rezende Silveira
95 – Cláudio de Paula dos Santos
96 – Leandro Gonsalves Ferreira
97 – Caio Moysés de Lima
98 – Ronald Guido Junior
98 – Clécio Braschi
99 – Roberto da Silva Oliveira
100 – Vanessa Vieira de Mello
101 – Ivana Barba Pacheco
102 – Simone Bezerra Karagulian
103 – Gabriela Azevedo Campos Sales
104 – Kátia Cilene Balugar Firmino
105 – Fernanda Soraia Pacheco Costa
106 – Leonora Rigo Gaspar
107 – Marcos Alves Tavares
108 – Jorge Alexandre de Souza
109 – Anderson Fernandes Vieira
110 – Raquel Fernandez Perrini
111- Adriana Delboni Taricco Ikeda
112 – Tânia Lika Takeuchi
113- Janaína Rodrigues Valle Gomes
114- Fernando Marcelo Mendes
115- Simone Schroder Ribeiro
116- Nino Oliveira Toldo
117 – João Eduardo Consolim
118 – Raul Mariano Júnior
119 – Mônica Aparecida Bonavina
120 – Dasser Lettiere Júnior
121 – Renata Andrade Lotufo
122 – Paula Mantovani Avelino
123 – Renato de Carvalho Viana
124 – Marcelo Guerra Martins
125 – Maíra Felipe Lourenço
126 – Andréa Basso
127 – Diogo Ricardo Goés Oliveira
128 – Guilherme Andrade Lucci
129 – Carla Cristina Fonseca Jorio
130 – Maria Isabel do Prado
131 – Roberto Modesto Jeuken
132 – Aroldo Jose Washington
133 – João Eduardo Consolim
134 – Fabíola Queiroz

São Marcos, o herói palmeirense

julho 12, 2008

 

A novela do Estatuto corinthiano

julho 12, 2008

Art. 45 – A Assembléia Geral reunir-se-á:

II – Extraordinariamente, a qualquer tempo, para:

A – homologar a alteração deste Estatuto, nos termos do Código Civil, quando expressamente convocada para esse fim, reconhecida, preliminarmente, pelo CD, a necessidade da alteração.

As recentes alterações realizadas pelo conselho deliberativo, no novo estatuto corinthiano, não conseguiram adequá-lo ao Código Civil brasileiro.

A Assembléia Geral será uma farsa.

Mesmo aprovado por ela o cartório rejeitará mais uma vez fazer o registro.

E o clube continuará empurrando as medidas com a barriga.

Não é normal isso acontecer em um local recheado de juízes e desembargadores.

Para falar a verdade, é de se desconfiar.

Abaixo o Dr. Haroldo Dantas explica melhor o que acabei de relatar.

Por DR. HAROLDO DANTAS

O Conselho Deliberativo do Corinthians corre o risco de, novamente, se reunir para deliberar sobre alteração sem valor jurídico.

Após a devolução da alteração estatutária procedida pelo Oficial do 1º. Registro de Títulos e Documentos (órgão responsável pelos registros dos atos constitutivos e deliberativos do CORINTHIANS), por flagrantes ilegalidades no texto do estatuto, a Comissão para Reforma do Estatuto apresentará, amanhã, na reunião do Conselho Deliberativo, um novo texto para aprovação, na tentativa de suprir as ilegalidades apontadas pelo Oficial do Registro.

Ocorre que as alterações procedidas pela Comissão não suprem as ilegalidades apontadas pelo Oficial do Registro, motivo pelo qual, se não for modificada novamente, corre-se o risco de, outra vez, ter-se o registro negado pelo Oficial do Cartório.

E o motivo é simples. Os senhores do CD teimam em usurpar direitos dos associados, tanto no que se refere à prerrogativa de destituir os dirigentes, quanto na de reformar o estatuto.

O texto do artigo 59 e incisos I e II, do Código Civil é claro como a luz solar ao estabelecer que é prerrogativa da assembléia geral de associados destituir dirigentes e reformar o estatuto. Tal prerrogativa deve estar presente no texto do estatuto social, sob pena de nulidade do estatuto e impossibilidade de levá-lo a registro.

Ocorre que a Comissão de Reforma do Estatuto, que é constituída por eminentes advogados, parece que ainda não atentou para esse detalhe. Digo parece porque sutilmente eles tentam usurpar esse direito dos sócios, transferindo-o pata os membros do viciado conselho deliberativo.

Por tudo, aqui lançamos mais um alerta, Não se pode usurpar o direito de a Assembléia Geral destituir dirigentes e reformar o estatuto, transformando-a em mero órgão homologatório das decisões do Conselho Deliberativo, como fez a Comissão com a nova redação dos artigos 45, 111 e 112.

Como diria aquela personagem de programa humorístico: “isso não pode!”

Por fim alertamos: O CORINTHIANS não pode mais ficar as margens da Lei.

É preciso que o Conselho Deliberativo obedeça à Lei e reconheça que não tem mais legitimidade para destituir dirigentes nem tão pouco para reformar o estatuto. Sua função institucional, no novo ordenamento juridico, se restringe às deliberações administrativas diversas – excluídas: destituição de dirigentes e alteração do estatuto – bem assim à fiscalização dos atos administrativos e, quando o caso exigir (reforma do estatuto), ser o órgão catalisador e sistematizador das propostas emanadas do quadro de associados.

Dessa forma, exortamos os membros do Conselho Deliberativo à fazer a coisa certa, para que não passemos a vergonha de ter o registro do Estatuto Social, novamente, negado pelo Oficial do Cartório, por não estar de acordo com o Código Civil.

Clique no link abaixo para ler as sugestões do Dr. Haroldo para adequar o novo estatuto ao Código Civil.

corinthians-pauta-da-reuniao-de-08-07-2008-sugestoes-para-adaptar-o-estatuto-as-notas-devolutivas1

Rolando Wohlers, o Cyborg do Corinthians, também falou sobre o assunto.

Simon, o interminável.

julho 12, 2008

Carlos Eugênio Simon vai apitar São Paulo e Palmeiras.

Teremos fortes emoções no Morumbi.

A queda de um cartola

julho 12, 2008

Por SÓCRATES

http://www.cartacapital.com.br/app/coluna.jsp?a=2&a2=5&i=1368

Quando o cerco se aproximou em demasia, como nas CPIs do Congresso Nacional há alguns anos, vários cartolas do nosso futebol pensaram seriamente em se afastar dos negócios como uma forma de distrair a atenção e, quem sabe, escapar das garras da Justiça. Outros, como é o caso do nosso personagem principal, apoiaram-se em estruturas políticas para continuar com suas peripécias administrativas. A maioria permaneceu onde estava, é claro, pois jamais se imaginou distante da galinha dos ovos de ouro em que se transformou o futebol brasileiro.

Onde encontrariam oportunidades semelhantes em qualquer outro ramo de atividade e onde possuiriam tamanho poder? Em lugar nenhum. Principalmente porque não produzem excelência em nada do que fazem. Mas um deles, velho conhecido de todos, depois de quase 20 anos de poder absoluto, está se despedindo do trono. Sua trajetória foi fulminante e sempre causou surpresa até para os mais chegados. Principalmente os que com ele conviveram desde a sua infância e que, portanto, conhecem bem a sua história. Menino, ele sonhava com uma vida bastante simples. Melhor do que aquela que levava, é verdade, mas bastava muito pouco para que fosse proporcional ao seu sonho. Nos primórdios de sua vida, pouco se destacava dos companheiros. Na escola, não conseguia acompanhar o ritmo ditado pelo professores. E olhem que não era nada de extraordinário. Apenas tinha dificuldades para assimilar as informações recebidas. Já na adolescência se virava como podia para ajudar no orçamento familiar. Parecia, naquele momento, que tudo que imaginara jamais aconteceria. Estava muito distante dos seus objetivos e resolveu dar uma guinada em sua vida, porém, ainda não sabia como.

Saiu de casa em busca do sonho maior como um migrante qualquer, com um currículo sem muitas qualificações, que, mesmo assim, não seria um limitador para suas ambições. Sua única riqueza, reconhecia, era o de ser mestre em atrair ouvintes para suas prosas e criar um leque de relacionamentos que lhe pudesse permitir portas abertas mesmo sem um ofício definido. Conseguiu, através de amigos, ser aceito em um posto inferior de uma estrutura esportiva, na qual hibernou por muitos anos, com o indisfarçável intuito de conhecer em profundidade o negócio da empresa. Sentia que era um produto excepcional e que as pessoas que mantinham cargos de direção estavam mais interessadas em utilizá-los como degraus para outros vôos ou estavam prestes a se aposentar. Passou então a trabalhar para galgar até a diretoria, sem necessariamente passar pelo dissabor de estagiar na supervisão, o que lhe exigiria muito mais tempo do que gostaria.

Trabalhou nos bastidores, conquistou adeptos, fez-se candidato e chegou à presidência. A partir daí aconteceu uma reviravolta em sua vida. Com o poder adquirido, desfilava com desenvoltura em terrenos pouco visitados. Em alguns anos, pôde centralizar todas as decisões de interesse dos filiados. Isso lhe permitia negociações cada vez mais rentáveis, não necessariamente lícitas, sem que nunca houvesse controle por parte dos demais membros. Contratos de exploração geravam pequenos desvios, chamados de comissões, que repousavam agora em algumas contas numeradas em paraísos distantes.

Contratos de comercialização interna eram fechados por um valor abaixo dos de mercado, desde que uma parte também fosse parar em seus cofres.

Na distribuição antecipada de dividendos, exigia, escancaradamente, uma recompensa. Ninguém jamais reclamava, porque sua capacidade de retaliação era temida. E assim foi amealhando um “respeitável” patrimônio que assustava até seus parceiros. Um prodígio, afirmavam.

Mas, como o ilícito nem sempre compensa, errou inesperadamente em dois pequenos detalhes: em mais de uma de suas aventuras, esqueceu-se de contabilizá-las e jamais se preocupou em tornar visível uma fonte qualquer para seus recursos. Eis que, através de uma série de denúncias contra a sua administração, descobre-se toda sorte de falcatruas que há anos realizava. De cabeça baixa, acaba derrotado e expulso do imponente salão em que vivera nas últimas décadas e onde despachava diariamente.

Apesar de tudo que conquistara materialmente, neste momento percebe que aqueles que o cercavam estavam interessados apenas nas facilidades que ele lhes oferecia e que, nos dias futuros, teria de lutar sozinho para tentar provar, inutilmente, a sua inculpabilidade. E assim só lhe sobrara a sofrida e inesperada solidão.

Bandidos brigam em reunião com a polícia

julho 12, 2008

 

Eles não têm mais jeito.

Ontem aconteceu uma reunião da PM com as organizadas de São Paulo e Palmeiras.

O assunto era a paz entre os torcedores.

A PM quer evitar confrontos no próximo clássico.

Mas os bandidos não estão nem ai.

Mais uma vez esse tipo de reunião demonstra ser inútil.

Vagabundos da Mancha Verde e da TUP brigaram entre si.

Não tiveram respeito nem pela presença da PM, que conseguiu evitar o pior.

A solução é obvia.

Prender os delinqüentes e lacrar as sedes dos antros de marginais.

Ao torcedor comum só resta uma alternativa.

Assista à partida pelo pay-per-view.

Não vá ao estádio.

 

Paz entre Flamengo e Vasco

julho 12, 2008

Roberto Dinamite começa a dar bom exemplo.

Vai assistir à partida entre Flamengo e Vasco junto com Marcio Braga.

Jogando por terra o clima ruim que sempre foi criado pelo nefasto Eurico Miranda.

O futebol tem que ser encarado dessa maneira.

Uma festa com rivalidade apenas durante os 90 minutos de partida.

Depois é sair junto para comentar, tirar um sarro e se divertir.

Guerra não combina com esporte.

Roberto está de parabéns.

Ministro Gilmar Mendes, presidente do STF, a vergonha do judiciário brasileiro.

julho 12, 2008

 

Você vai ouvir abaixo o meu desabafo contra a decisão suspeita do ministro Gilmar Mendes,presidente do STF.

Ele mandou soltar Daniel Dantas, por duas vezes.

Prestou um grande serviço a corrupção do país.

São palavras duras contra uma decisão que enoja a população brasileira.

O ministro Gilmar Dantas é a vergonha do Supremo Tribunal Federal.

O Botafogo terá problemas.

julho 12, 2008

Ney Franco é o novo treinador do Botafogo.

Era um sonho antigo do clube.

Não vejo muita diferença de nível para o trabalho de Geninho.

Acredito que o Botafogo terá sérios problemas para se manter na primeira divisão.

Ney Franco é um treinador razoável treinando um elenco omisso.

Não há como dar certo.