Arquivo para 11 agosto, 2008

Renato Gaúcho derrotado pela arrogância

agosto 11, 2008

Renato Gaúcho é um treinador de futuro.

Armou uma ótima equipe no Fluminense.

Poderia ter aproveitado melhor o momento e principalmente o fato de ter o grupo em suas mãos.

Preferiu ostentar o que havia conseguido com seu trabalho utilizando-se de certa dose de arrogância.

Pegou mal.

Por isso foi punido pela vida.

Tenho certeza que se algumas de suas declarações absurdas nunca tivessem ocorrido a paciência com a fase atual do Fluminense seria maior.

Hoje não se fala mais de seu belo trabalho.

Só se lembram de seus discursos inconvenientes.

Espero que ele aprenda a lição.

As duas primeiras medalhas do Brasil

agosto 11, 2008

Ketleyn Quadros fez história em Pequim.

Conquistou a medalha de bronze no judô feminino vencendo algumas das maiores lutadoras do mundo.

É a primeira olimpíada da brasileira de apenas 21 anos.

Ketleyn se tornou a primeira brasileira a ganhar uma medalha olímpica individual.

Um grande feito.

Leandro Guilheiro foi espetacular.

Na luta pelo bronze, venceu por Ippon com apenas 23 segundos de disputa.

Já havia sido bronze na Olimpíada anterior.

É o mais técnico de nossos lutadores.

Por pouco não foi ouro.

Enfim, conquistamos nossas duas primeiras medalhas.

Valeu a pena ficar acordado para assistir.

Futebol Interior obedece ordens do Corinthians

agosto 11, 2008

 

André Negão, braço direito e esquerdo de Andres Sanches, o presidente que tem medo, agrediu o associado Julio Cesar, na ultima semana.

A repercussão foi grande.

A notícia chegou até o site Futebol Interior, de propriedade de Artur Eugênio Mathias, que saiu algemado da CPI do roubo de cargas.

Andres Sanches não gostou de ver seu amigo e parceiro de futebol amador em notícias desagradáveis.

Ligou para Nesi Curi e solicitou sua intervenção.

Ao saber que poderia ajudar seu “filho” André Negão, Nesi não titubeou.

Entrou em contato com Edgard Soares e ordenou que ele tomasse alguma providencia.

O jornalista do cabelo pintado de amarelo ligou para Artur Eugênio e explicou a situação.

A notícia foi retirada do ar.

Uma verdadeira ação entre amigos.

Andres Sanches, Nesi Curi, André Negão, Edgard Soares e Artur Eugenio Mathias.

Todos juntos, como sempre.

Mas deram azar.

Não contavam com o trabalho do blogueiro, que copiou a página antes da retirada.

Confira a imagem.

 

 

Abaixo o link original, já com a notícia retirada.

http://www.futebolinterior.com.br/news.php?id_news=53058

Palavra do Magrão

agosto 11, 2008

Sentimentos olímpicos

Por SÓCRATES

http://www.cartacapital.com.br/app/coluna.jsp?a=2&a2=5&i=1752

Estamos começando mais uma Olimpíada. Esta, de Pequim, com ares de monumental. Quando vemos as imagens do Estádio Olímpico, não podemos deixar de nos emocionar com esta pérola da arquitetura moderna. O Ninho de Pássaro, como é chamado, é de uma grandiosidade e beleza que mexem com os nossos sentimentos, muitos dos quais nem mesmo sabíamos ter em relação ao esporte. Sentimentos mantidos em estado letárgico, à espera do início de um novo espetáculo. São aqueles que nos prendem à beleza do esporte e à busca do homem em suplantar os seus limites, mas também aqueles que representam os nossos sonhos quanto às relações humanas.

Quando vemos milhares de indivíduos, talvez envenenados pelo chamado espírito olímpico, se abraçarem sem distinção de cor, credo ou qualquer outra coisa, sorrindo incontidamente e olhando para o céu estrelado que os acompanha, não podemos deixar de suspirar, por um instante que seja, por um mundo melhor, mais fraterno e eternamente em paz.

Quando observamos os olhares de todos os que assistem ao acender da chama olímpica, percebemos muito de esperança. Esperança que não será concretizada na vitória de um ou outro atleta, até porque ninguém ali está envolvido só com indivíduos ou bandeiras, e sim com a humanidade. Concreto é o sonho coletivo de melhoria das condições de vida de todos que habitam o planeta. Diferentemente da lógica atual, que a todos impõe uma postura individualista em que se vê exclusivamente o próprio umbigo, abandonando a solidariedade em uma sarjeta qualquer de uma região degradada, como um indigente a ser pisoteado por qualquer um, e que vira o rosto a um pedido de ajuda e ao sacrifício de lutar por uma sociedade mais justa e racional.

Nos Jogos, lutamos contra as nossas limitações e não contra os nossos semelhantes. Quando assistimos a um maratonista exausto lutar até o limite de suas forças para chegar ao final da prova, mesmo que em último lugar, nos damos conta de que os valores humanos não morreram. Estão desvalorizados, é certo, porém nem por isso devem ser desprezados. Quando um ginasta mancando resiste à idéia de abandonar a competição, ele nos dá mostra de que devemos acreditar até o fim, ainda que sejamos frágeis demais para enfrentar alguns obstáculos. A Olimpíada, nos dias de hoje, é um dos raros momentos em que podemos acreditar que o ser humano pode ser melhor do que aquilo que demonstra. Ainda que esteja sendo realizada em um país que está destruindo seu vizinho Tibete.

Túlio Maravilha

Túlio Humberto Pereira da Costa, o Túlio Maravilha, é uma figura das mais interessantes no meio futebolístico. Com quase 40 anos, continua em atividade, defendendo as cores do Vila Nova, de Goiás, na Segunda Divisão do Campeonato Brasileiro. É, surpreendentemente, o atual artilheiro da competição, com uma média de gols por partida de dar inveja aos mais jovens pretendentes ao estrelato. Já jogou em quase três dezenas de equipes, inclusive na Hungria, Suíça e Bolívia. Defendeu times díspares, como a Seleção Brasileira, Corinthians, Botafogo carioca, Fast do Amazonas e Canedense de Goiás. Sua vida profissional, nos últimos tempos, tem se caracterizado por uma eterna procura em busca do milésimo gol, não importando o peso da camisa que veste. Sempre com inigualável humor, próprio de quem se realiza naquilo que faz.

Túlio faz parte de uma estirpe de jogadores que, além do sucesso em sua profissão, chama a atenção por suas manifestações públicas, sempre bem-humoradas e caracterizadas pela criação de jargões que muitas vezes se tornam populares. Como certa vez em que ele fez um gol de calcanhar, diante do gol do adversário aberto e indefeso, tendo esse gesto jocoso sido avaliado como agressivo e desrespeitoso aos oponentes.

Sem se importar com a opinião alheia, ele titulou o fundamento como “Tuleta”, em clara alusão ao próprio nome. Essa forma de autopromoção foi utilizada em larga escala por atletas de diferentes gerações, como Dario (autodenominado Rei Dadá), na década de 70, que dizia que só havia três coisas que paravam no ar: helicóptero, beija-flor e ele, para caracterizar sua habilidade no cabeceio. Ou Romário, que, até ontem, não perdia uma chance de chamar a atenção da mídia. Essas raras personalidades são oásis em meio a uma chatice sem tamanho que vemos hoje na comunicação dos artistas da bola com seu público. A alegria e o despojamento associados à irreverência tornam mais leves os nossos dias, promovendo bem-estar e qualidade de vida. Quem dera se todos fossem assim.

Marcelo Teixeira destruindo com o Santos

agosto 11, 2008

O Peixe continua sua luta em busca do rebaixamento.

Dessa vez conseguiu perder para o Náutico.

Marcelo Teixeira está conseguindo destruir com o clube mais conhecido do mundo.

Uma proeza.

Confissões de um juiz ladrão

agosto 11, 2008

Escutei ontem a entrevista que Edilson Pereira de Carvalho, o juiz ladrão, concedeu ao programa “Esquenta”, da rádio Transamérica, apresentado pelo ex-jogador Neto.

Senti um misto de indignação com náuseas.

Ele disse que antes do esquema de arbitragens de que participou ativamente já havia fabricado alguns resultados.

Disse que quando o arbitro não gosta de um atleta é fácil provocá-lo e depois expulsá-lo.

Falou também que na semi-final entre Corinthians e Palmeiras, na Libertadores da América, que ficou famosa pelo pênalti que Marcelinho Carioca perdeu, ele também agiu de maneira equivocada.

Edilson disse que viu Marcos se adiantar na cobrança, mas que não mandou voltar porque na época ninguém fazia isso.

Falou que o dinheiro que ganhava era tão fácil que se não tivesse sido descoberto provavelmente estaria fazendo até hoje.

Muitas foram as barbaridades que pronunciou oriundas de sua mente distorcida.

Confessou sua tendência a corrupção sem o menor pudor.

Disse ainda que foi convidado a trabalhar como comentarista de arbitragem por uma rádio.

Eu sei qual foi.

A rádio Futebol Interior.

O que obviamente faz todo sentido.

Foi banido do futebol, mas não foi preso.

Pior, ganhou mais dinheiro vendendo entrevistas e livros contando a sua suja história.

O Brasil realmente tem que fechar para balanço.