Arquivo para 9 novembro, 2008

Grêmio acaba com sonho do Palmeiras

novembro 9, 2008

 

O Grêmio venceu o Palmeiras no Parque Antarctica com muita raça e uma marcação impecável.

No primeiro tempo poucas foram as jogadas criadas.

O Palmeiras procurava atacar, mas pouco produzia.

Em contra-ataque, aos 25 minutos, o Grêmio perdeu um gol feito com Marcel, no lance mais perigoso da partida.

Marcos ainda faria grande defesa no final da primeira etapa, em finalização de Reinaldo.

No segundo tempo o panorama continuou o mesmo.

Até que, aos 27 minutos, Tcheco tentou cruzamento da esquerda, pegou mal na bola, que entrou no ângulo esquerdo de Marcos.

O Grêmio se fechou ainda mais.

São Marcos, visivelmente abalado pelo gol e pela inoperância de sua equipe, passou a jogar como atacante.

V(W)anderlei(y) Luxemburgo, o grande culpado pelo desastre, não gostou da iniciativa do herói palmeirense.

O torcedor, ao contrário, vibrava e jogava junto com o goleiro.

Faltando cinco minutos de acréscimo para acabar a partida, Jean foi expulso e deixou o Grêmio com dez.

Mas de nada adiantou.

O Palmeiras, quatro pontos atrás do São Paulo, praticamente deu adeus ao título.

A equipe gaucha ainda sonha.

Promessa não cumprida

novembro 9, 2008

 

Andres Sanches, o presidente que tem medo, prometeu melhorar as finanças do Corinthians em um ano.

Disse que nos três primeiros meses já notaríamos a diferença.

A realidade hoje é de que o clube está quebrado.

Sem dinheiro e com dívidas contraídas e que devem começar a ser pagas a partir do ano que vem.

O clube já adiantou suas cotas e nada tem para receber.

Andres e sua turma destruíram o clube moralmente e financeiramente.

O próximo presidente vai herdar uma situação ainda pior do que a deixada pela gestão anterior.

E eles ainda querem mais três anos…

Para assistir os programas da ESPN na internet acesse o site www.espn.com.br.

Palavra do Magrão

novembro 9, 2008

Maradona e Dunga

Por SÓCRATES

http://www.cartacapital.com.br/app/coluna.jsp?a=2&a2=5&i=2648

Diego Maradona foi apresentado oficialmente como novo técnico da seleção argentina. De cara, já soltou uma bomba que certamente atingiu o nosso treinador. Disse em alto e bom som que em seu time não haverá jogo duro ou violento, como na “era Dunga”, e sim muita técnica e criatividade. Que bom seria se ouvíssemos isso da boca do nosso comandante! Esta, sim, seria uma postura compatível com a cultura do futebol brasileiro, ao contrário do argentino, que sempre foi muito mais briguento e eventualmente maldoso em suas atitudes.

Talvez Maradona seja um dos poucos exemplos de atleta do país vizinho em que a técnica se sobrepunha ao uso da força e, por isso, ele pleiteia que seus jogadores o acompanhem nessa filosofia. Difícil será encontrar onze que consigam segui-lo em suas pretensões, ainda que tenha em mãos uma nova geração promissora e, em campo, já integrado e experiente, o melhor do mundo: Messi.

Dunga, por outro lado, limitou-se a dizer que possuía o mesmo número de títulos do argentino, como se isso fosse parâmetro para as comparações que inevitavelmente todos estão fazendo. Como se o título mundial de cada um fosse um bem particular e estivesse acima de quaisquer outros fatores. Como o talento para jogar bola, por exemplo. Esquece-se de que tudo isso é irrelevante nesta nova condição em que os ex-jogadores se encontram. De nada serve aquilo que foram como atletas para a nova função, a não ser o conhecimento sobre o assunto. Isso, se foram suficientemente inteligentes para aprender alguma coisa. O que, aparentemente, não é o caso. Explico por quê.

Ainda que com posturas absolutamente distintas – uma mais conservadora e outra mais solta, livre e eventualmente inconseqüente –, não percebo nas declarações dos dois técnicos algo concreto ou uma posição clara sobre o futebol que buscam para suas equipes. O que dizem são frases abstratas que, em vez de dirimir dúvidas, confundem ainda mais o interlocutor mais atento.

Quando ouvimos o técnico do São Paulo, Muricy Ramalho, falando de suas táticas ou estratégias, entendemos exatamente o que ele quer dizer, ainda que eventualmente discordemos na essência. Ou o Luxemburgo, que, mesmo tentando florear demais o seu parco vocabulário, oferece a nós os elementos para entendê-lo. Não é o caso dos atuais treinadores das duas principais seleções da América. Com a agravante de que o brasileiro está no cargo há bastante tempo, o suficiente para se fazer entender, se isso estivesse ao seu alcance. Maradona, por sua vez, chega agora e todas as atenções estão voltadas para cada um de seus passos. À espera de um deslize ou de uma revolução nos costumes desse esporte que há muito necessita de um chacoalho bem dado.

Esperamos que aconteça, pois fatalmente produziria uma onda que atravessaria a fronteira e atingiria o futebol brasileiro. Este, sim, com reais condições de resgatar a arte e o talento dos grandes craques que se encontram meio que escondidos em algum recanto distante. Não é tão inverossímil como possa parecer, já que da cabeça de Diego aparentemente tudo se pode esperar. Principalmente quanto à emoção e ao despojamento. Isso sem contar a sua postura política, liberta e autêntica, muito diferente do que temos por aqui.

Incoerências

Por falar em Luxemburgo, o técnico do Palmeiras deu um tiro no pé. Depois de publicamente dar uma dura em seu capitão, o grande Marcos, por ter dito a verdade (que o time amarelou, ou se acomodou, contra o Fluminense), veio, inconseqüentemente, compará-lo ao ídolo e também capitão de seu maior rival no campeonato. Disse, com todas as letras, que o exemplo do goleiro do São Paulo, Rogério, que foi a Ipatinga acompanhar os companheiros pagando do próprio bolso (o que provavelmente não é verdadeiro) o bilhete aéreo, seria o ideal de comportamento para um líder de equipe. Com isso, Luxemburgo desautorizou e desvalorizou as atitudes de seu principal jogador.

Para quem, como ele afirmou, estava preocupado em manter a unidade coletiva, criticar o capitão e jogador mais experiente da equipe soa como uma grande bobagem, porque – aí sim – joga por terra toda e qualquer forma de espírito comunitário. E mais: colocando-se dessa forma, o técnico está, na verdade, puxando para si os holofotes, ainda que ao custo de perder o controle do leme de sua nau. Assim, Luxemburgo jogou por terra uma importante ferramenta na luta pelo título do Campeonato Brasileiro deste ano. O que, convenhamos, é muito pouco inteligente ou, no mínimo, negligente. Ou, talvez, puro amadorismo de quem pouco enxerga além do próprio “eu”.

Especulações corinthianas

novembro 9, 2008

 

São fortes os rumores de que o Corinthians estaria tentando contratar um atleta versátil e que atua em um grande clube de São Paulo.

Os nomes citados são os de Richarlyson (São Paulo) e Martinez (Palmeiras).

Existe, porém, um empecilho que dificulta muito a transação.

Ambos parecem estar tentados a aceitar propostas do exterior.

O Corinthians, em dificuldades financeiras e com a dívida crescendo a cada dia, não conseguiria cobrir nem o salários que eles ganham no momento.

Os dirigentes apelam para o lado da visibilidade que os jogadores alcançariam ao defender o clube.

Não está dando certo.

Sem dinheiro, nada feito.

Aguardaremos as cenas dos próximos capítulos.

Mala de Madureira ?

novembro 9, 2008

Quatro dirigentes do Palmeiras estiveram no Canindé para assistir a partida entre São Paulo e Palmeiras.

Leco, dirigente tricolor, os acusa de ter levado a famosa “mala branca”, bem ao estilo “luxemburguiano” da fazer esporte.

O repórter da Jovem Pan, Fredy Junior, perguntou aos dirigentes o que faziam por lá.

Responderam que foram apenas assistir a partida.

Será ?

Apito ruim

novembro 9, 2008

Pouca gente acreditou no presidente Lula, sobre o caso do Mensalão.

O resultado de nossa pesquisa foi:

Ele não sabia de nada:  19%

Sabia de tudo:                81%

Nossa próxima questão é:

Selvageria sem limites

novembro 9, 2008

Ontem fui até a casa de uma amigo para jantar e conversar sobre alguns assuntos.

Na volta peguei o metrô.

Assisti cenas lamentáveis de bandidos vestidos com a camisa do São Paulo.

Gritavam e ofendiam as pessoas dentro do vagão.

Na estação Sé, correram atrás de um garoto vestido com a camiseta do Palmeiras e que aparentemente nem sabia o que estava acontecendo por ali.

Deram-lhe uma rasteira e cerca de 20 bandidos o agrediram covardemente por alguns instantes.

A pronta chegada de seguranças do metrô o salvou do que poderia ter sido fatal.

Impunes, os covardes voltaram para o trem cantando hinos de guerra.

Todos jovens, perdidos no mundo e com formação de caráter abaixo da crítica.

Acreditando-se superiores apenas por freqüentarem os antros de marginais organizados.

Profundamente lamentável.

Audiência no Senado

novembro 9, 2008

Por MAGIC PAULA

http://bloglog.globo.com/magicpaula/

Fui convidada para participar de uma audiência pública no Senado.

A pauta era discutir a performance do Brasil em Pequim e as políticas públicas para o esporte no país.

Longe de mim cuspir no prato que comi, pois o esporte de rendimento foi o que me projetou como atleta e me proporcionou muitas oportunidades na vida.

Não discordo que o esporte de rendimento tem que ter apoio financeiro, apenas luto para que este dinheiro todo seja bem aplicado. Infelizmente todo investimento no esporte de rendimento não chega na ponta, ou seja, no atleta.

Onde está sendo aplicada toda esta grana?

Qual critério?

Qual sistema de avaliação?

Quais são as metas das Confederações?

Enfim, comparando o nosso esporte e a construção de uma casa, estamos com um telhado caríssimo e sem o alicerce necessário.

Temos um orçamento para o esporte de primeiro mundo e o planejamento de terceiro mundo.

 Urgentemente precisamos investir na base da pirâmide, este material humano encontra-se na escola e será na escola que se encontra um grande celeiro de futuros campeões.

Sei que não é função da escola formar os campeões, mas é na escola que podemos voltar a colocar estas crianças brincando de fazer esporte.