Arquivo para 4 janeiro, 2009

Turma do “Palmeirinha” dá vexame da Copa São Paulo

janeiro 4, 2009

 

A equipe do Corinthians, que disputa a Copa São Paulo de Futebol Júnior, é deprimente.

Depois do vexame no Campeonato Brasileiro, onde levou goleadas históricas, não poderia se esperar coisa melhor.

Ontem o time conseguiu empatar em 1×1 com o poderosíssimo PARAIBANO.

A atuação foi abaixo da crítica.

Vale lembrar que Adailton Ladeira, treinador da equipe, é da turma do “Palmeirinha”, que tanto lesou o Corinthians na gestão de Andres Sanches no futebol amador.

Acredito que os atletas tenham sentido o “desfalque” do cunhado de Andres, Nei Assoli, outro “Palmeirinha”, que foi demitido, mês passado, após denúncia do blog.

Nei participou da campanha vergonhosa do Brasileirão.

O elenco é formado por filhos de dirigentes corinthianos e atletas agenciados por Severino (pai do jogador Willian), novo testa de ferro do presidente corinthiano.

Eles conseguiram, mais uma vez, destruir com a categoria de base do clube.

Em decorrência do péssimo trabalho realizado pelos “Palmeirinhas” mais de 20 inutilidades foram contratadas para a equipe profissional, no ano passado, e dispensadas seis meses depois.

Não há um atleta promissor no sub-20 corinthiano.

Para a turma do “Palmeirinha” o que importa é fazer dinheiro.

O clube que se dane.

Negócios cada vez mais obscuros no Palmeiras

janeiro 4, 2009

 

Della Mônica demonstra a cada dia ser mais dos mesmos.

Primeiro realizou uma parceria com a TRAFFIC, empresa que pouco ou nada se importa com o clube.

Depois trouxe V(W)anderlei(y) Luxemburgo, que só se importa com o próprio nariz, se é que se importa.

Agora aceitou um atleta por um esquisito empréstimo de três anos da não menos estranha TURBO Sports, que já havia realizado uma transação obscura com o Corinthians.

Nada se sabe sobre a empresa.

Seus sócios nunca foram divulgados.

O advogado, Regis Villas Boas, é “rato velho” de ações esportivas.

Tem três contra a CBF, onde liberou atletas para o Atlético/PR.

Além de se relacionar com J.Malucelli, amigo de Luxemburgo.

A nova diretoria palmeirense apontou como um fio de esperança.

Termina a gestão de maneira decepcionante.

Encontro com a verdade

janeiro 4, 2009

Após ouvir alguns discursos de pessoas que mudam de camisa e pensamento de acordo com conveniência, com grande dose de inverdades e declarações recheadas de cinismo , realizei uma pesquisa para que o publico em geral tome conhecimento do que essas mesmas pessoas diziam em um tempo não tão distante.

Você vai ler o que falavam aqueles que hoje se posicionam contra a MSI e o mafioso Kia, na época em que o MPF não havia ainda se posicionado a favor da prisão dos membros da empresa situada em uma academia de Londres.

Ficará impressionado com o amor que alguns dirigentes demonstravam por Dualib antes de sua derrocada do poder.

Nenhuma das reportagens abaixo foi produzida pelo blog.

Elas servem para refrescar a memória de alguns e abrir os olhos de outros.

Conseguiram enganar alguns seguidores.

Mas jamais enganarão os freqüentadores desse espaço.

Leiam o pequeno “clipping” de noticias que selecionei abaixo.

E terão um encontro com a verdade.

 

Andres Sanches e Coelho

Por orientação de seus diretores, o Corinthians entrega de bandeja as revelações do CT de Itaquera para um conselheiro que por dez anos foi diretor justamente de seu departamento amador.

A cúpula corintiana alega que tal situação não fere os estatutos do clube, tampouco é ilegal. Já a oposição classifica a participação de Campoy como antiética. Os opositores lembram que recente devassa do Conselho Fiscal constatou que empresas ligadas a conselheiros prestam serviços ao clube, sem concorrência.

São membros do Conselho Deliberativo com ligação umbilical ao presidente corintiano ou ao vice de futebol amador, Nesi Curi.

No departamento amador, a preferência pela empresa em que Campoy trabalha é escancarada. “Indicamos o Marcelo Djian aos jogadores porque ele trabalha de maneira correta. Ter ao seu lado alguém que conhece o clube, como o André, também ajuda”, disse Manoel Evangelista, diretor de futebol amador, mais conhecido como Mané da Carne. 

Ele não esconde que até influencia alguns atletas a deixarem seus agentes para virarem clientes da firma em que Campoy trabalha. “Estamos fazendo a cabeça do Rosinei para trabalhar com o Marcelo“, declarou o diretor.

A escolha de Djian, Campoy e Fabinho como empresários avalizados pelo Corinthians já havia sido revelada pelo lateral Coelho à TV Gazeta no último domingo.

Ele afirmou que não tinha empresário, mas que foi aconselhado a ter um por Andrés Sanchez, vice de futebol e considerado por ele um amigo da família. Em seguida Coelho passou a ser agenciado pelo trio.

Uma terceira versão é a de Campoy. “O Andrés me indicou ao Coelho depois que eu pedi para que ele fizesse isso”, afirmou.

Até o Kia Joorabchian, que não conhece o clube, já reclamou que nas categorias de base já há empresários cobrando comissão”, diz Rubem Gomes, conselheiro oposicionista.

(Folha de S. Paulo, Folha Esporte, 12/08/2005)

http://www.citadini.com.br/corinthians/2005/corinews050812b.htm

 

“Quem decide no futebol do Corinthians sou eu, o Angioni, o Dualib e o Kia. É tudo em comum acordo”

Andres Sanches

http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas/2005/05/05/ult59u93282.jhtm

 

“A parceria entre Corinthians e MSI pode ser corrigida. O que precisa ser reestruturada é a administração do clube. Fica uma questão no ar: se todas as parcerias no Corinthians terminaram antes do prazo, o problema está nas parceiras ou no clube? Na época, a parceria com a MSI era necessária, não tinha outra saída. Sobre as acusações, é o Ministério Público e a polícia que têm de resolver”

Andres Sanches

http://www.gazetaesportiva.net/reportagem/futebol/rep625.php

 

“Ontem à noite eu abracei o Andrés Sanchez (na festa de comemoração dos 95 anos do clube) porque ele fez um grande trabalho. Ele e o Angioni estão fazendo um grande trabalho. Nós três temos uma relação muito boa e conseguimos levar o clube adiante em áreas diferentes”

Kia Joorabchian

Kia também evitou falar sobre as eleições do Corinthians no próximo ano. Nos bastidores do clube, corre a especulação que o presidente da MSI apoiaria a possível candidatura de Andrés Sanchez. No entanto, apesar dos elogios ao atual vice-presidente de futebol do clube, o iraniano não confirmou a informação.

http://www.gazetaesportiva.net/ge_noticias/bin/noticia.php?chid=111&nwid=16652

 

O responsável pelo “vôo da cobrança” é o ex-vice de futebol do próprio Dualib e grande amigo de Kia Joorabchian, Sanches, que encarna a revolta da própria situação. Ele é cria política no Corinthians do atual vice, Nesi Cury. Assegurando ser “independente”, Sanches conseguiu uma grande vitória na eleição do Conselho Deliberativo. Colocou vários conselheiros contra Dualib. E esteve perto de ver seu grupo ganhar a presidência do Conselho Deliberativo.

Ele mantém uma assessoria de imprensa atuante na briga para ser presidente do Corinthians. E Sanches é grande amigo de Kia, a ponto de o iraniano convidá-lo para o casamento. Mas mesmo assim Sanches garante que vai cobrá-lo.

http://www.estadao.com.br/esportes/not_esp10570,0.htm

 

Andrés Sanchez, cartola que voltaria a ganhar espaço no Parque São Jorge com o fechamento da parceria, admite a participação de Boris Berezovski no grupo de investimento, mas não vê “problema nenhum nisso”.

http://www.gazetaesportiva.net/reportagem/futebol/rep522H.php

 

“Escutei falar muita coisa do Andrés Sanchez e do Kia [Joorabchian]. Muito, muito, muito. Mas empregado é para ouvir, não para relatar”

De EMERSON LEÃO, ex-técnico do Corinthians, sobre a oposição ter feito relatório e apontado que ele custou R$ 11 milhões ao clube

Fonte: Folha de São Paulo, coluna Painel FC, de 07 de junho de 2007

http://arranca-toco.blogspot.com/2007/06/dando-murro-em-ponta-de-faca.html

 

O Ministério Público aponta a participação de Paulo Angioni, que emprestou seu nome para representar três off shores para finalidades suspeitas, e dos dirigentes Alberto Dualib, Nesi Curi e Andrés Sanches, que firmaram a parceria mesmo “após terem sido cientificados, por outros diretores, dos problemas criminais dos russos”.

http://www.gazetajuridica.com.br/index.php/2007/07/12/prisao-para-kia-joorabchian/

 

Dualib e Duprat estão em Londres e voltam no próximo domingo. Os oposicionistas querem saber como andam as negociações. O encontro será intermediado por Kia Joorabchian, o presidente do MSI, que tem bom relacionamento com Andrés Sanchez, conselheiro da oposição que viaja.

http://www.citadini.com.br/corinthians/2007/corinews070614a.htm

LG não cumpre a palavra com o Tricolor

janeiro 4, 2009

O São Paulo havia acertado o patrocínio com a LG em R$ 18 milhões, mais R$ 3 milhões a serem investidos no Morumbi.

Na hora de bater o martelo a empresa deu para trás.

Disse que assinava pelo mesmo valor do contrato anterior.

Sentindo-se desrespeitado, o São Paulo encerrou as negociações.

Tenta agora conseguir um novo parceiro.

Emirates Airlines parece, por enquanto, a mais perto de fechar.

É só chegar nos R$ 20 milhões.

Roger despede-se do Fluminense

janeiro 4, 2009

DESPEDIDA AOS TRICOLORES. AOS VERDADEIROS.

“Cheguei ao Rio de Janeiro com a minha cara e a personalidade de gaúcho. Anos e anos no Grêmio. Imagem formada no Rio Grande do Sul, onde cresci e ganhei muitos títulos. Vindo do Japão, com outra cultura enraizada, pensei o quanto complicada seria a minha volta ao futebol. Pensei em parar. Estudar e me formar. Mas veio um convite. Outro tricolor na minha vida.

O Fluminense me abria portas para um mercado novo e capaz de alavancar ainda mais a minha carreira. Senti pelo clima na chegada que a cidade do Rio de Janeiro seria muito boa pra mim. Amigos, irmãos, parceiros. O carioca tem esta característica, de abraçar as pessoas e assim me motivei e me senti de novo em casa. Tive um primeiro ano ruim, me adaptando, mas também me lesionando. Lateral ou zaga? Sempre na dúvida, até que me decidi mesmo pela zaga, onde seria mais útil. Foi assim que em 2007 fizemos a grande campanha da Copa do Brasil e conquistamos o título. Uma alegria que acho que carreguei sozinho pelos olhos da torcida, por ter sido o autor do gol, mas na verdade fizemos um grupo imbatível, amigo e campeão. Era hora de seguirmos na Libertadores. Era um sonho para o clube.

Fizemos um ano de 2008 brilhante. A Libertadores não veio por detalhes, mas me orgulhei outra vez de estar junto com atletas de alto nível e que se espenharam demais. A torcida foi maravilhosa. Incrivelmente apaixonada, ela entendeu o esforço de todos e viu que ninguém tirou o pé. Eu passava por mais um capítulo em minha história. Uma história bonita e de amor por um outro clube de três cores. Aliás, descobri que tudo que tem três me encanta. Até minha camisa passou a ser a três e não a seis. E na Libertadores, lá estava ele de novo, o 3 na camisa 13.

Chegava então o fim do ano. Não foram três, mas foi uma hérnia que me ajudou a tirar o prazer de poder ajudar o grupo, que numa situação difícil brigava para não cair no Brasileiro. Nos livramos, mas meu sentimento era de dor, interna e externa. Sem poder ajudar, só que intenso na ajuda pessoal. Todo dia cedo, como sempre fiz. Amigo, companheiro, conselheiro.O time ficou na série A, mas eu sai. Me senti afastado, alijado, longe de tudo aquilo que sempre tratei com enorme carinho, mesmo vendo problemas e dificuldades. Mas o Roger era legal, nunca abria a boca. Um exemplo!!

Mas ai faltaram mais uma vez três palavras básicas no meu conceito de relacionamento humano e de trabalho: respeito, atitude e gratidão. Fui acometido de uma enorme tristeza pelo que vi nos jornais deste dia 2 de janeiro. Estava dispensado pela mídia. Passaram as festas, fiquei na expectativa de que pelo menos pudesse receber um telefonema, para me sentir moralmente liberado e poder aceitar outras propostas que vieram, mas que recusei em respeito ao meu compromisso com o clube até 31 de dezembro. Ficar? Não acreditava, verdadeiramente. Renovar? Achava difícil. O clube podia ter achado alguém mais jovem, mais barato. Perfeito. Esta é a ordem natural da vida, apesar de me sentir bem ao extremo para render forte em pelo menos mais dois ou três anos. Só que nem sobre o meu tratamento quiseram saber mais. Hérnia? Que hérnia? Eu sei me cuidar sozinho!! Mas este é o futebol. Ou será que esta é a vida do futebol? Vejo pelos exemplos de jogadores que com muito mais representatividade que eu num clube, são sumariamente dispensados. O que mais me assusta, no entanto, é ver que os menos profissionais, que fazem e acontecem em seus períodos de contrato, com atrasos, bebidas e outras coisitas mais, saem da mesma forma que os que se comportam de forma profissional e regrada. Eu não mudo. Que mudem os outros.

Aproveito esta carta para me despedir dos verdadeiros tricolores cariocas. Os roupeiros, massagistas, tratadores de campo, porteiros do clube, cozinheiros e garçons, seguranças e todos aqueles que pouco aparecem, mas que merecem meu apoio. Estes são amigos, profissionais e tricolores. E me despeço com enorme prazer do torcedor 30 vezes campeão do Rio. Este é maravilhoso e me fez gostar da cidade, do clube e de defender as três cores que traduzem tradição com todo coração. Muito obrigado, até breve e esperando ter deixado em todos uma imagem positiva e capaz de ser, mesmo daqui há muitos anos, abraçado por aqueles que me abraçaram assim que cheguei na cidade maravilhosa. Saudações trilegais de um tricolor de coração.

ROGER MACHADO MARQUES