Arquivo para 18 fevereiro, 2009

Mais uma MENTIRA

fevereiro 18, 2009

Andres Sanches divulgou que o Corinthians receberá R$ 1 milhão para jogar com o Noroeste em Presidente Prudente.

Mentiu novamente.

“A Lei de Responsabilidade não me permite gastar com isso. Oferecemos, por meio de empresários prudentinos, o hotel, a alimentação e o transporte. E não cobraremos o aluguel do estádio”, disse o prefeito Milton Carlos de Mello, para a FOLHA DE SÃO PAULO.

A verdade é que Antonio Carlos Zago é amigo do prefeito de Presidente Prudente.

O que evidentemente explica muita coisa.

Dois meses sem patrocínio.

Dívidas vencendo a cada dia.

E eles continuam se locupletando.

Tenha coragem Andres Sanches !

fevereiro 18, 2009

 

Andres Sanches tem, em seu novo mandato, a grande chance de tentar se desvincular de amigos bandidos que por anos estiveram ao seu lado.

Demonstrar arrependimento por seus erros e tentar realizar uma administração decente.

Mas ao que parece não é assim que ele pretende agir.

Ao manter o BICHEIRO Jaça como diretor de Futebol Amador do clube ele começou a emporcalhar sua nova administração.

Todos sabem que ele é empresário de jogadores.

Que anda armado nas dependências do clube e intimidando os que dele discordam ou tentam impedir que se locuplete.

Desembargadores e delegados, é claro, escondem a cabeça como avestruzes covardes, e fingem nada ver.

A idéia que Roque Citadini propôs à chapa de Paulo Garcia e que foi incorporada a campanha da chapa oposicionista é a melhor proposta de campanha entre todos os que foram candidatos.

Por que não tentar realizá-la ?

Expulsar de vez os empresários do futebol amador e só ficar com atletas que tenham 100 % de seus direitos ligados ao clube.

A aprovação dentro do clube, das pessoas de boa índole, foi quase unânime.

O problema é que o presidente corinthiano teria que ter peito para deixar seus amigos desempregados.

Jaça, André Negão, Marcelo Dijian, André Campoi, Mané da Carne, Ladeira, teriam dificuldades de sobreviver se não realizarem negócios com jogadores.

Como se desprender dos sanguessugas que trabalharam para reelegê-lo apenas para que pudessem ter mais três anos de enriquecimento.

É o que dá vender a alma para o Diabo.

O MEDO de romper com essa gente e, por conseqüência, muitas verdades começarem a surgir, faz dessa administração um navio condenado a afundar.

A faca e o queijo estão nas mãos de Andres Sanches.

Basta ter CORAGEM de fazer a coisa certa.

Carta aberta ao Ministério Público

fevereiro 18, 2009

 

O blog do Paulinho solicita ao Ministério Público e demais órgãos fiscalizadores que façam com que a lei seja cumprida.

É uma vergonha que os senhores tenham que ser cobrados publicamente para que cumpram a sua obrigação.

O Estatuto do Torcedor OBRIGA que os lugares nos estádios sejam numerados.

Por que motivo isso ainda não acontece ?

Não tenho dúvidas de que é o caminho para reduzir a violência nos estádios.

Ingressos sendo vendidos em locais neutros (nunca nos clubes), com numeração salteada (impedido que grupos comprem um mesmo lote) e com negociação sempre antecipada.

Nos estádios veríamos torcedores dos dois clubes lado a lado, sem a formação de grupos que incentivam os desprovidos de coragem e caráter a se tornarem bandidos agressores e, por conseqüência, maior facilidade para se controlar as pessoas envolvidas em algum tumulto ocasional.

Basta que no ato da compra o CPF da pessoa seja vinculado ao número da cadeira.

Seria bem mais fácil mapear e localizar possíveis delinqüentes.

Sou favorável a extinção das torcidas organizadas.

Acredito que se for permitida a entrada no estádio apenas de torcedores trajados com roupas comuns ou no máximo camisas oficiais de seus clubes há de se evitar que os próprios marginais consigam se localizar dentro do estádio.

Ao menor sinal de tumulto ou de possível incentivo à violência, a autoridade policial identifica o delinqüente e o convida a passar o restante do tempo da partida em uma confortável cela de uma delegacia móvel.

Além, é claro, de indiciá-lo pelo delito.

Caros senhores, qual é o segredo de se agir com competência na luta contra a violência ?

O que os amarra no exercício da função ?

Se não tem coragem de cumprir a lei que larguem seus cargos, mudem de profissão.

O que não pode acontecer é o torcedor, que paga vossos salários, ser penalizado pela omissão criminosa de seus departamentos.

O recado está dado.

Boa Belluzzo !!!

fevereiro 18, 2009

Milhões pegos por um fio

Por MARCELO DAMATO

http://blogs.lancenet.com.br/alemdojogo/

O presidente do Palmeiras, Luiz Gonzaga Belluzzo, mandou o Conselho de Fiscalização apurar responsabilidades de um contrato que poderia causar um gasto milionário aos cofres do Palmeiras.

Membros da comissão de obras do estádio, um deles vice-presidente, outro diretor e outro ex-presidente, firmaram um contrato com um sócio para que ele prestasse “consultoria de obra” durante a reforma do Parque Antártica.

Pelo contrato, o sócio João Carlos Mansur, que foi intermediário na negociação entre o Palmeiras e a WTorre, iria receber R$ 25 mil por mês do clube até o início das obras, o que deve ocorrer daqui a seis meses, e R$ 75 mil por mês durante os trabalhos, cuja duração prevista é de 30 meses.

No total, deveria receber cerca de R$ 2,4 milhões. O contrato, entretanto, não foi assinado pelo presidente do clube na época, Affonso Della Monica, e assim, segundo a atual diretoria, não tem validade.

Mesmo com o contrato sem a assinatura do presidente do clube, Mansur já recebeu o primeiro pagamento, de R$ 25 mil, em janeiro, ainda no mandato de Affonso Della Monica. Quem autorizou o pagamento foram então diretor administrativo (hoje no planejamento) José Ciryllo Júnior e o então diretor financeiro Salvador Palaia, ambos membros da comissão do estádio.

Belluzzo descobriu o acordo quando foi apresentada a segunda nota, que não foi paga. Nesta segunda-feira, o caso foi remetido pelo presidente para o Conselho de Orientação e Fiscalização, o COF.

Segundo Mansur, o contrato foi fechado com Palaia, Ciryllo e com o ex-presidente Carlos Facchina Nunes, o outro membro da comissão. A explicação dos diretores é que eles acham que tinham autonomia para fazer esse acordo e realizar essa despesa.

Mansur, por sua vez, não quis dar nenhum detalhe do acordo, nem quis confirmar se recebeu o dinheiro. Alegou que o contrato era sigiloso.

O acordo parece mesmo ter sido sigiloso. Segundo o blog apurou, além de Belluzzo, Della Monica tampouco sabia oficialmente sobre ele. Ele chegou a ser informado de que havia uma negociação em andamento, mas a desautorizou. E, para ele, depois o caso morreu.

Belluzzo disse que o que foi feito é irregular.

“Eu não estou fazendo ilação nenhuma de que tenha havido desonestidade nesse contrato. Apenas digo que não se poderia mandar pagar num contrato sem assinatura do presidente. E esse contrato não interessa ao Palmeiras. Portanto, não será assinado”, disse Belluzzo.

Belluzzo disse que tomará providências para recuperar o dinheiro já pago.

E afirmou que contratará uma auditoria para rever todos os contratos assinados nos últimos dois anos.

OUTRO LADO

O vice-presidente Salvador Palaia deu “parabéns” à decisão de Belluzzo de levar o caso ao COF. Palaia disse que o contrato é legal é que foi assinado mesmo por ele, Facchina e Cyrillo. Afirma que a comissão tem poder para isso.

Palaia confirma que mandou pagar a primeira nota, mas disse que além dele a nota foi assinada por Ebem Gualtieri, ex-quarto vice-presidente.

Palaia, para deixar enfatizar que não se sente ameaçado pelo exame do contrato pelo COF, declarou. “O contrato foi levado para o COF, não para a polícia”.

O blog não conseguiu contactar Cyrillo e Facchina até este momento.

Derrota em Quito

fevereiro 18, 2009

Por JUCA KFOURI

http://blogdojuca.blog.uol.com.br/

O Palmeiras começou muito mal o jogo em Quito, tomou um gol em posição duvidosa, mas daqueles que o bandeirinha faz bem em deixar seguir, empatou com Willians, e tomou o segundo gol em falha de Marcos, evidentemente fora de ritmo.

No segundo tempo, Vanderlei Luxemburgo tirou o terceiro zagueiro Maurício, pôs o atacante Marquinhos em seu lugar e, logo de cara, Edmílson empatou.

Parecia que o Palmeiras até venceria, mas tomou um belíssimo gol de falta, marcado por Manso, argentino da LDU.

A LDU completou 16 jogos sem perder em casa e o Palmeiras perdeu seu invencibilidade em 2009.

O Grupo da Morte é mesmo o Grupo da Morte.

Para servir de exemplo

fevereiro 18, 2009

A coisa está ficando feia para Marco pólo Del Nero.

Ao dar ao “Caso Tardelli” dimensões maiores do que os fatos em si, o presidente da FPF tratou de cavar sua sepultura política.

Como castigo foi denunciado hoje pelo STJD.

Pode ser punido em até 360 dias.

Seria o mais relevante caso de punição a um cartola brasileiro.

Fato que pode servir de exemplo em outras situações.

E que me faria acreditar um pouco mais que as coisas ainda podem ter jeito neste pais.

Estaremos acompanhando.

Dinheiro sem honra

fevereiro 18, 2009

“Quem não tem gratidão, não tem caráter”, Jorge Kajuru

Tutinha é o homem forte da rádio Jovem Pan.

Sua família abriu as portas para Milton Neves.

Tirou-o do ostracismo e lhe deu oportunidade de crescer na vida.

Confira abaixo de que maneira ele agradeceu por tudo isso.

Da PLAYBOY (Fev/2006)

Playboy – PARECE QUE VOCÊ É MUITO AMIGO DO MILTON NEVES…

TUTINHA – Não sou. Nunca fui. Vamos falar a verdade? Acho o Milton Neves de quinta categoria. Bota aí que eu meti o pau nele. Ele é um canalha.

Playboy – MAS AS DECLARAÇÕES DELE SOBRE VOCÊ SÃO MUITO ELOGIOSAS.

TUTINHA – As pessoas falsas são assim. Estão te sacaneando por trás e falam bem de você. Profissionalmente eu o respeito e admiro, mas ele é um injusto. Entrou com uma ação contra a Jovem Pan depois de ter trabalhado anos aqui.

Playboy – POR QUÊ?

TUTINHA – Por causa de nada (irritado). Meu pai ajudou o Milton Neves do zero. Ele deve todo o sucesso ao meu pai. E ele foi muito sacana, entrou com uma ação trabalhista ridícula. Meu pai deu força, deu os melhores horários para ele trabalhar. E ele virou as costas e sacaneou meu pai. Como vou gostar de um cara desses? Ele ganhou muito dinheiro, está muito rico, não precisa de ação. E ele já era, vai se ferrar, porque aqui se faz, aqui se paga.