Arquivo para 14 maio, 2009

Kia Joorabchian apresenta “atestado de pobreza” para não comparecer ao Fórum da Barra Funda

maio 14, 2009

Estive ontem no Fórum Criminal da Barra Funda para responder ao processo movido por Kia Joorabchian.

Como era de se esperar, ele não compareceu.

Enviou um documento da Inglaterra equivalente a um atestado de pobreza, levando-se em consideração sua majestosa situação financeira.

Nele o iraniano alega não poder comparecer ao Fórum porque o preço das passagens e estadias são muito caras, e que ele não pode arcar com o custo.

Uma desculpa patética para a falta de coragem habitual dos beijadores de mão dos Poderosos Chefões.

O promotor do caso foi o Dr. Paulo Castilho, o mesmo que trabalha junto às torcidas organizadas.

De cara ele falou para as advogadas do mafioso que a audiência estaria prejudicada pela ausência de Kia.

O advogado de Kia Joorabchian é o Dr. Roberto Podval, o mesmo que defende o Casal Nardoni e o “médico” Farah Jorge Farah.

As testemunhas de defesa do mafioso envergonham a profissão de jornalista.

Carlos Brickmann e Marli Gonçalves.

Durante a audiência reiterei tudo o que já escrevi sobre Kia Joorabchian.

Disse para a advogada de Kia que me sensibilizava com sua falta de recursos para vir ao Brasil e me ofereci para fazer uma “vaquinha” e pagar sua passagem.

Aparentando não ter gostado da sugestão ela disse que o iraniano teria mais dois processos contra mim, além deste.

Respondi que me orgulhava em ser processado por ele, mas que sentia falta de um processo de Berezovski, para que minha coleção de atestados de bons antecedentes ficasse completa.

Falei para o juiz que as testemunhas de Kia possuem o mesmo nível que ele.

Outro fato “curioso” é que o iraniano utilizou-se de dois nomes em documentos diferentes.

Kiavash Joorabchian e Kia Joorabchian.

Obviamente alertei o fato ao juíz.

Sua advogada rebateu dizendo que Kia é o apelido de Kiavash.

Disse que ela está enganada, pois no relatório do GAECO consta que o mafioso possui três identidades, duas delas com os nomes citados.

Lembrei aos presentes que só nesta audiência ele já estava utilizando-se de dois.

As advogadas disseram que o réu (eu) possuía nove processos de crimes contra a honra.

Respondi que ela errou, são um pouco mais, e que todos foram abertos por gente do mesmo nível do cliente dela.

Falei também que entendia perfeitamente a dificuldade que ela encontrava para defender um testa de ferro da Máfia, mas que, sem dúvida, seria mais fácil do que no caso dos Nardoni.

Uma delas me respondeu que não é sacrifício algum defendê-los.

Imaginei que não, respondi.

Meu advogado disse que na verdade Kia Joorabchian não veio ao Brasil com medo de ter que pagar R$ 60 milhões que deve ao Corinthians.

Contrariando o próprio cliente, que diz nada ter a ver com a MSI, a doutora respondeu que o Corinthians é que deve dinheiro ao Kia.

Não é o que diz o balanço do Corinthians, publicado recentemente.

Após estas trocas de gentilezas respondi ao juiz que não aceitaria, em hipótese alguma, negociar com este tipo de gente.

Sem que as partes chegassem a um acordo foi marcada uma nova audiência.

Mas desta vez se Kia Joorabchian se acovardar novamente e não comparecer, o processo será encerrado.

Seu “atestado de pobreza” não sensibilizou os presentes no local.

Alguém tem dúvida do que vai acontecer ?

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Carta aberta ao Observatório da Imprensa

maio 14, 2009

Caro jornalista Alberto Dines, Editor responsável pelo conceituado Observatório da Imprensa, de quem sou leitor muito antes de pensar em me tornar jornalista.

Sei o quanto preza pela ética e moralidade de nossa profissão.

Atravessamos, no momento, tempos difíceis, onde profissionais de visibilidade na imprensa aderiram a pratica do merchandising disfarçado de jornalismo, sujeitando-se a situações constrangedoras em troca de um punhado de moedas.

Pior ainda são aqueles que prostituiram ainda mais a pouca moral que já possuíam, vendendo suas opiniões e realizando serviços para aqueles que, em nossa árdua tarefa, temos a obrigação de combater.

Neste caso enquadra-se o jornalista Carlos Brickmann, que é indigno de escrever em tão conceituada publicação.

Um jornalista que se presta ao deprimente papel de ser testemunha de defesa de Kia Joorabchian, testa de ferro da Máfia Russa, segundo relatório do GAECO, em um processo movido contra um colega de profissão, que ousou mostrar a verdade sobre suas negociatas, não possui ética, nem moral suficiente para fazer parte de um grupo seleto de pessoas dedicadas a melhorar o nível dos formadores de opinião que atuam na imprensa brasileira.

Sem contar que, em um passado não tão distante, Carlos Brickmann prestou assessoria a dois dos mais nocivos políticos de nossa história, Paulo Maluf e Celso Pitta. Fala-se nos bastidores políticos que teria partido de sua mente a expressão “Estupra, mas não mata”, repetida desastrosamente por Maluf.

Escrevo estas linhas para que reflitam sobre manter figura tão desprovida de princípios básicos de civilidade entre os seus colaboradores.

Tenho certeza que não aprovam este tipo de conduta.

Paulinho


http://blogdopaulinho.wordpress.com/

* Esta carta foi enviada ao Observatório da Imprensa

Milton Neves está com problemas

maio 14, 2009

Milton Neves faltou com a verdade no programa “Na Geral”, da BAND.

Aquele que é apresentado por gente indigna de habitar o esgoto.

Mandou um beijo para o “querido” Vitor Birner e disse estar “encantado” com dois amigos que ele teria recebido a pedido do jornalista.

Um relato próximo do doentio.

A verdade é bem diferente.

Vitor Birner enviou dois advogados para oferecer clemência ao jornalista se ele tivesse a humildade de se retratar pelas mentiras que proferiu no episódio da partida entre Corinthians e Santos no Pacaembu.

Na ocasião Milton Neves disse, também no programa “Na Geral”, que Birner jogou objetos na torcida do Corinthians.

Uma atitude irresponsável, recheada de mentiras e maldade.

Pelo visto a retratação dele foi contar uma nova mentira.

Acredito que o fato de estar sendo investigado pelo Ministério Público por irregularidades quando prestava (?) serviço público como escrivão de polícia, subordinado a Mario Gobbi, no DETRAN de São Paulo, possa estar mexendo com a sua cabeça.

Tomara, para ele, que a justiça leve isto em consideração antes de condená-lo.

A saga de Tevez pode acabar no Tribunal

maio 14, 2009

Do THE SUN (Inglaterra)

Por IAN McGARRY


http://www.thesun.co.uk/sol/homepage/sport/sunsport_columnists/article2425628.ece

CARLOS TEVEZ pode estar perto de assinar com o Manchester United se desejar.

Não haveria nenhuma taxa de transferência porque ele não está registrado em nenhum outro clube.

Não vai haver nenhuma negociação até que ele esteja satisfeito com seus termos pessoais.

Tudo que eles precisam é do jogador, do contrato e do consentimento do clube e pronto, está feito.

West Ham pretende tentar romper o contrato do jogador sem pagar a comissão a seu agente, embora seja quase certeza que eles se enfrentariam numa batalha judicial no Tribunal.

Se Tevez estiver disposto a quebrar seu contrato com a MSI — a empresa que detém seus direitos — então pode ficar tão famoso quanto Jean Marc Bosman por não poder jogar futebol. O contrato do atacante argentino com o West Ham United termina no final da temporada, quando expira o seu empréstimo.

Nessa situação, normalmente o jogador tem o direito de escolher qual proposta aceitar, dentre os clubes interessados, e simplesmente vai.

Mas, não Tevez. No seu contrato com a MSI, consta que ele não pode aceitar nenhum acordo sem uma permissão da empresa, mais especificamente, e os interesses dela vêm em primeiro lugar.

Ou será que ele pode? Algumas pessoas acham que o seu contrato esteja sob os mesmos princípios da legislação da União Européia.

Em 1995, foi Bosman quem teve sucesso na Justiça, com a argumentação de que o direito de transferência de um jogador feito por terceiros era ilegal.

Então, caso Tevez queira se livrar da MSI, ele teria simplesmente que assinar com o Manchester e contratar um bom advogado?

Ou talvez, pedir ao clube que contrate Jean Louis Dupont para defendê-lo contra o processo que possivelmente a MSI iria abrir?

Dupont foi o célebre advogado por trás da vitória de Bosman na Corte Européia, mudando a cara do futebol para sempre.

Desde então, ele se tornou um rosto familiar no Manchester, representando o clube nos complexos casos envolvendo o futebol e as leis européias.

E, usando a sua experiência no campo, Dupont seria o nome óbvio para defendê-los no caso de Tevez.

A maior vitória do advogado foi trabalhar por um jogador belga pouco conhecido no Tribunal de Justiça Europeu.

Enquanto uma ação leva por volta de cinco anos para acabar, a argumentação no caso de Bosman foi muito mais simples. Dupont alegou que a interferência de qualquer terceira parte (como um clube), que dita as mudanças no trabalho de um jogador, constitui uma restrição de comércio.

Este foi o caso, transgrediu-se a liberdade do indivíduo, a qual é protegida pelo Tratado de Roma, que está no coração da UE.

A MSI talvez reivindique que o seu contrato com Tevez foi assinado fora do continente europeu, mas desde que Tevez quis jogar na Europa, parece que as cláusulas teriam que estar ao menos de acordo com a legislação da União Européia.

E o fato de que a MSI é uma empresa e não um clube pode ser um fato tão irrelevante quanto o seu contrato com terceiros tornar-se o ponto crucial da questão. A propriedade de jogadores por terceiros não é proibida pela FIFA, mas os seus termos podem vir a transgredir a legislação da UE se forem defendidos com êxito desafiador nos Tribunais.

O Manchester United, explorando todas as possíveis ramificações legais do contrato de Tevez com a MSI, parece ter sinalizado que eles não têm a menor intenção de pagar as taxas de transferências que estão sendo pedidas.

Mas, se o Manchester escolher este caminho, o primeiro obstáculo a ser vencido será convencer Tevez a romper com a MSI. Algumas pessoas podem dizer que isso não seria tão difícil.

Se o clube não quiser pagar os £32 milhões de libras que a MSI está pedindo, eles facilmente poderiam oferecer parte dessa soma ao jogador em troca da sua assinatura e uma possível ação na Corte.

Afinal de contas, se isso acontecer, Tevez não será o primeiro jogador de futebol da história a ter a cabeça virada por uma oferta. Ao mesmo tempo, a MSI então teria que pesar as consequências de entrar numa guerra judicial com um dos maiores clubes de futebol do mundo.

E processar o Manchester United não seria uma coisa simples — se a coisa chegar a esse ponto.

Seu conselheiro, Kia Joorabchian, obviamente sabe que está chegando o dia “D” da negociação do jogador.

Ultimamente, Tevez tem sido mais vigiado por seus agentes do que em qualquer outra época desta temporada.

Seu relacionamento com Joorabchian é próximo, mas talvez não tenha sido sempre bem assim.

Quando ele chegou na Inglaterra, há dois anos, ele e Javier Mascherano ficaram hospedados num hotel em Londres, enquanto o seu agente os encaixava num clube.

Inicialmente os dois jogadores pensaram que seu destino talvez fosse o Liverpool, o Manchester ou o Arsenal.

Na manhã em que eles foram mandados a Londres Oriental, Tevez ligou para um amigo da Argentina e inocentemente perguntou: “Onde é West Ham”?

Agora, se Tevez, 24, ficar com a MSI e as coisas furarem com o Manchester United, ele não vai ter nenhuma incerteza sobre onde vai acabar.

Por outro lado, e se ele puder simplesmente assinar um contrato com o Manchester — e contratar um bom advogado?

Imprensa uruguaia não acredita no Palmeiras

maio 14, 2009

“A empolgação para chegar à semifinal da Libertadores é grande. No Uruguai todos consideram o Palmeiras como o time mais fraco dos brasileiros que permaneceram na competição. Respeita-se a história do clube, mas sem temer o rival”

Daniel Rosa, do jornal “El País” do Uruguai

Pró Memória: Renata Alves incrimina V(W)anderlei(y) Luxemburgo

maio 14, 2009

Por AGÊNCIA SENADO

Data de Publicação: 9 de novembro de 2000

Na qualidade de ex-procuradora do  técnico Wanderley Luxemburgo, com plenos poderes, a estudante de Direito carioca Renata Alves revelou nesta quinta-feira (dia 9) à Comissão Parlamentar de Inquérito(CPI) do Futebol Brasileiro como o ex-treinador da seleção montou e operou uma rede de negócios que envolvia o recebimento de comissões pela escalação de jogadores, uso de imagem, compra e venda de veículos e transferência de dólares ao exterior.

Uma parte das informações foram fornecidas por meio de documentos ou na parte secreta do depoimento.

As revelações mais importantes foram feitas a partir de perguntas do relator da CPI,senador Geraldo Althoff (PFL-SC), que obteve da depoente respostas quase sempre precisas,e mesmo detalhes, sobre o complexo e tumultuado dia a dia de Luxemburgo.

Conforme Renata Alves, que trabalhou com o treinador de 1993 a 1997, Luxemburgo se dizia um homem”muito rico e poderoso”, titular de contas correntes e imóveis no exterior,cujo sonho era um dia morar na Europa.

De 1990 a meados de 1991, a relação de Luxemburgo e Renata não teria passado de um namoro, iniciado depois de uma abordagem do técnico ao carro da estudante.

Só em 1993,quando ela já tinha outro namorado e um filho, é que Luxemburgo a teria convidado para ser sua “procuradora”.

No entanto, durante a fase profissional do relacionamento, Luxemburgo a “chamou” várias vezes a São Paulo para”acalmá-lo”, segundo relatou.

O motivo alegado pelo treinador para convocá-la era sua tensão em face das pressões para convocar este ou aquele jogador do Palmeiras.

Renata afirmou que Luxemburgo ganhava muito dinheiro escalando ou indicando jogadores para contratação.

Citou os apoiadores Mancuso e Macula, do Palmeiras.

Entre os empresários com quem ele mantinha estreita conexão estavam Sérgio Maluccelli, do Paraná, e o espanhol Juan Figer.  

Maluccelli era também conselheiro de Luxemburgo.

Reuniam-se com freqüência na “embaixada”, mansão localizada na Barra da Tijuca, bairro do Rio de Janeiro, aonde também iam integrantes da Comissão Brasileira de Futebol (CBF).

A principal função de Renata era comprar carros em leilões judiciais, transferindo-os em seguida para a Luxemburgo Veículos, que os revendia logo em seguida com alta margem de lucro.

Em função dessas operações, a ex-procuradora está sendo processada pela Receita Federal por sonegação de imposto de renda.

- Quando procurei o Luxemburgo para saber o que fazer em relação a esse processo ele me disse simplesmente “vire-se” – contou Renata em seu depoimento.

Além de acusar Luxemburgo de ser o verdadeiro sonegador, ela reclama dele R$ 1,4 milhão em direitos trabalhistas, já que viajava pelo Brasil, sem feriado ou fim de semana, para arrematar os carros e trazê-los até o Rio.

Ela recebia dez salários mínimos fixos mais 20% de gratificação sobre o valor dos lotes arrematados.

Renata usava o seu apartamento como base das operações com Luxemburgo.

Ali ele assinava cheques e ela, folhas de papel ofício em branco, necessárias à transferência de valores e titularidades dos veículos comercializados.

Na casa dela, Luxemburgo também deixava a pasta 007 em que guardava os dólares recebidos pelas comissões de seus negócios com jogadores.

O treinador dizia receber de US$ 100 mil a US$ 130 mil por semana,dinheiro que era transferido para contas bancárias em paraísos fiscais, inclusive nas Ilhas Cayman.

- Muitas vezes ele estava em reunião e eu atendia o celular.

Era alguém dizendo que o dinheiro já estava no exterior.  

Eu achava que as comissões eram normais e éticas, porque ele falava sobre isso de maneira aberta – relatou a Renata.

Em várias ocasiões, Renata foi encarregada por Luxemburgo de transportar a pasta 007 para entregá-la ao treinador ou guardá-la em casa .

Sempre que os dois fizeram viagens internacionais, ela pôde testemunhar outro aspecto do fausto e poder vividos pelo técnico:

- Ele nunca era revistado na alfândega – contou Renata.

Esse privilégio era estendido a ela, que disse pagar com rotina estressante e submissão o ingresso no mundo milionário dos negócios com o futebol.

- O Luxemburgo não me deixava falar com ninguém, mas me falava muita coisa.

Me disse que ganhava comissão até por beber um copo d”água ou usar um boné – completou.

Renata disse suspeitar que o treinador contratava outras pessoas para função semelhante em outros pontos do Brasil.

Certeza mesmo ela tem sobre o esquema montado pelo treinador para legalizar suas atividades extra campo: cinco contadores da Parmalat, ex-patrocinadora do Palmeiras, se encarregavam de maquiar balanços, declarações de renda e outros documentos contábeis, permitindo tranqüilidade a Luxemburgo para realizar operações como a compra de imóveis no exterior.

- Ele me disse que comprou um apartamento nos Estados Unidos – Disse Renata. Segundo ela, Luxemburgo a obrigou a contrair empréstimos bancários fictícios.

Fluminense sai feliz do Pacaembu

maio 14, 2009

O Fluminense saiu feliz ao perder para o Corinthians no Pacaembu.

Escapou de levar uma goleada na primeira etapa.

Mas amarrou o jogo no segundo tempo, conseguindo neutralizar quase todas as iniciativas de jogadas do Timão.

Chega ao Rio de Janeiro ainda vivo, embora em desvantagem.

Logo aos 7 minutos, Douglas bateu escanteio que encontrou Chicão livre para bater por cima da meta.

Três minutos depois o Timão abria o marcador, dando a esperança que outros mais iriam acontecer.

Cristian lançou Dentinho pela esquerda que bateu cruzado e fez um a zero.

Aos 19 minutos, Alessandro rolou para Dentinho que chutou para a bola caprichosamente bater na trave e rolar por toda a frente do gol.

Só dava Corinthians.

O Fluminense deu seu primeiro chute a gol aos 20 minutos, de letra, com Maicon.

Aos 34 e 44 minutos foi a vez de Ronaldo aparecer na cara do gol e Fernando Henrique realizar boas defesas.

O Fluminense voltou bem melhor no segundo tempo.

Cadenciou o jogo e conseguiu amenizar o ritmo da partida.

O Corinthians encontrava dificuldades em criar jogadas, caindo na armadilha de Parreira.

Tirando uma falta de André Santos, aos 5 minutos, bem defendida por Fernando Henrique, poucas foram as jogadas criadas.

Aos 17 e 20 minutos, o Flu quase empatou a partida, primeiro com Maicon, depois com Thiago Neves.

Foi quando Ronaldo, que não pegava na bola, resolveu sair da área e tratou de deixar por duas vezes jogadores corinthianos na cara do gol.

Aos 24 minutos, André Santos, que teve bom chute defendido por Fernando Henrique, depois Moraes, que foi travado pela zaga.

Aos 40 minutos, Fred quase alcançou cruzamento de Mariano e depois, aos 47 minutos, Fernando Henrique defendeu com os pés, batida de fora da área de Boquita.

O placar de um a zero deixa o Corinthians em vantagem, ao mesmo tempo em que trás esperança ao Fluminense.

Teremos, sem dúvida, uma partida de xadrez no Maracanã.