Arquivo para 19 maio, 2009

Mentirosos Natos sofrem nova derrota

maio 19, 2009

Mais uma derrota da mentira compulsiva 

Por Juca Kfouri

Alimentado pelos mentirosos natos da vida, o ex-ministro do Esporte, Agnelo Queiroz, andou falando bobagens e inventando coisas, como é do estilo dessa gente leviana e irresponsável, desesperada em busca de uma credibilidade que não tem e disposta a tudo, em vão, para ver se destrói reputações, porque já tem a sua em petição de miséria.

Gente que sabe que fratura de osso tem cura, mas de caráter não.

Que a inveja não é apenas o mau hálito da alma, mas, também ataca o estômago, a ponto de só mesmo uma dentista para suportar.

Acionei Queiroz na Justiça, dando a ele a chance da retratação.

Ele esnobou.

A sentença do juiz saiu hoje e segue abaixo.

Em tempo: havia prometido doar o dinheiro da indenização ao PCdoB, para que o partido formasse quadros melhores.

Mas não só Queiroz saiu do PCdoB como, ainda por cima, os que o sucederam no ministério são do mesmo tipo, razão pela qual há que se concluir que o PCdoB não tem mais jeito.

O dinheiro, portanto, será destinado ao escritório de advocacia que tem me amparado, pro bono, em questões semelhantes.

Eis o trecho principal da sentença:

 Em suma, o réu afirmou que o autor teria pautado sua atuação, no período da gestão de Pelé no Ministério, como o jornalista a soldo do governo.

Trata-se evidentemente de acusação grave e que sem dúvida nenhuma macula a honra da pessoa ofendida, na medida em que retira sua credibilidade como jornalista – justamente o bem maior de que dispõe o jornalista perante os leitores: a credibilidade. (…)

(…)Na verdade, ele atribuiu ao autor falsamente a prática de conduta antiética e antijurídica, com o nítido intuito de denegrir a sua boa reputação de jornalista.

Apesar de ter oportunidade para comprovar suas afirmativas, o réu não logrou êxito em fazê-lo.(…)

(…)Os documentos apresentados pelo réu não comprovam a veracidade de sua acusação.

O recebimento de pagamentos pela empresa do autor referentes à prestação de serviços de organização e gestão de evento esportivo não serve para demonstrar o pagamento irregular apontado pelo autor na entrevista.

Além disso, aqueles pagamentos envolveram as empresas do autor e de Pelé e foram realizados antes do ingresso deste no Ministério, além de ter justa causa evidente configurada pelo serviço prestado.

Ao contrário do que foi alegado na defesa, o réu não se limitou a dizer que faltava respaldo moral ao autor; foi além disso, afirmando que usou sua atividade jornalística para atender a interesses do governo a fim de elogiar o então ocupante do cargo de Ministro dos Esportes.

Quanto ao fax de fls. 77, não tem maior relevância.

O documento não indica que o autor recebeu verba oficial e nem que se comprometeu a elogiar o governo.

Na verdade, aquele escrito reforça exatamente a independência do autor como jornalista e seu total e completo afastamento de qualquer influência governamental, já que ele exalta e reforça sua atividade profissional independente, alheia a quaisquer compromissos.

Isso não quer dizer, por óbvio, que o jornalista não possa ter simpatia por atos do governo e por isso mesmo o desprendimento de elogiá-los quando com eles concorda.

Lembre-se que a proximidade do autor com Pelé no período anterior ao ingresso deste no Ministério era notória, chegando o autor inclusive a intermediar encontro de Pelé com o então Presidente eleito Fernando Henrique Cardoso para tratar da nomeação daquele para o Ministério.

Parece natural, portanto, que o autor tenha exultado, na época, a nomeação do ‘Rei do Futebol’ para o Ministério.

Isso, é evidente, não significa que ele recebeu dinheiro do governo ou do próprio Pelé com a finalidade de elogiar os atos oficiais.

Se o réu afirmou tal fato, deve obrigatoriamente comprová-lo, em função de seu caráter ofensivo, o que não logrou fazer neste processo.

A respeito da gravação apontada pelo réu em que o autor o teria ofendido, não tem qualquer relevância para a solução deste caso.

Primeiro, porque sequer houve pedido reconvencional. Segundo, não se sabe nem a data e o contexto em que foi veiculada aquela gravação.

Terceiro, pela transcrição de fls. 55, nota-se que a matéria não trouxe qualquer ofensa pessoal ao réu, limitando-se a divulgar que o relatório do TCU sobre a gestão do réu à frente do Ministério dos Esportes foi desfavorável.

Trata-se de dado objetivo e que não pode ser negado pelo réu.

Por isso, não há cunho ofensivo em sua veiculação.

Sendo assim, conclui-se que a entrevista concedida pelo réu se apresenta como ofensiva à honra do autor, atingindo sua credibilidade jornalística, não podendo ser considerada mera expressão de opinião.

 Nestes termos, impõe-se o reconhecimento de que o réu é responsável pelos danos causados ao autor, de acordo com a regra do artigo 927 do CC.

Em relação ao dano moral, dispensa comprovação efetiva, pois existe in re ipsa.

Decorre da mera verificação de que a vítima teve sua honra atingida publicamente pela expressão de opinião do ofensor.

Em relação ao valor da indenização, deve-se pautar pelos princípios da proporcionalidade e da razoabilidade, levando-se em conta os diversos aspectos objetivos e subjetivos da relação material.

No caso, não se pode olvidar que o réu exercia o cargo de Ministro dos Esportes, o que indubitavelmente confere maior gravidade ao ato, já que ocupante do primeiro escalão do Poder Executivo Federal.

Além disso, as ofensas foram veiculadas de forma ampla pela imprensa televisiva e escrita.

Por outro lado, o ponto central da agressão atingiu o maior patrimônio moral do autor, que é sua credibilidade perante os leitores.

Ressalte-se que o autor já exerceu cargos de destaque na imprensa, sendo o diretor da Revista Placar e goza de reputação muito forte no meio jornalístico, centrando sua atuação na crítica aos desmandos e imoralidades cometidas no meio esportivo.

Tudo isso indica que a ofensa causada pelo réu teve especial repercussão por envolver o jornalista Juca Kfouri, tendo o réu se aproveitado de sua condição de integrante do governo para atacar o jornalista que defende ética e moralidade nos gastos públicos no âmbito do esporte.

Em razão de tudo isso, fixa-se o valor da indenização em R$ 25.000,00, a serem corrigidos monetariamente pelo INPC e acrescidos de juros de mora de 1% ao mês, ambos a partir desta data.

Pelo exposto, JULGO PROCEDENTE EM PARTE O PEDIDO para condenar o réu a pagar ao autor indenização por danos morais de R$ 25.000,00, com a correção monetária e os juros de mora já definidos acima.

Não obstante a sucumbência parcial, condeno o réu a arcar integralmente com as custas processuais (Súmula 326/STJ) e também com os honorários advocatícios, estes fixados em 10% do valor da condenação. Publique-se para o réu”. Publicada em audiência. Intimados os presentes. NADA MAIS HAVENDO, encerrou-se o presente termo que, lido e achado conforme, vai devidamente assinado.

Dr. Roque Fabrício Antônio de Oliveira Viel, PRIMEIRA VARA CIVEL DE BRASILIA.

Corinthians tenta vender Chicão para empresário

maio 19, 2009

Não há proposta do Benfica para o jogador Chicão.

Na verdade, o ex-jogador Raudinei está oferecendo o atleta em Portugal, a pedido da diretoria do Corinthians.

Raudinei é dono da Freire Representações.

Atuou em equipes médias do Brasil e nos portugueses, Porto, Belenenses e Gil Vicente.

Por este motivo tem bons relacionamentos em Portugal.

O Benfica dá como certa a contratação de Ramirez, do Cruzeiro.

Jornais portugueses já anunciam o cruzeirense como atleta do clube.

Mas nada se fala sobre Chicão.

O valor de 1,5 milhões de Euros foi oferecido pelo empresário, para o Corinthians, que depois trataria de negociá-lo, por valor maior, aos portugueses.

O Corinthians teria direito apenas a 55% deste valor.

Ou seja, 825 mil Euros.

Alguém duvida que tenha rolo nesta história ?

Eu não.

Pergunte para o Paulinho

maio 19, 2009

Tenho tido pouco tempo para interagir nos comentários.

Confesso sentir falta.

Todas as terças feiras, responderei as dúvidas que ficarem pendentes nesse espaço.

Fique a vontade.

Duas caras

maio 19, 2009

duas_caras

“Ele é um cidadão correto e tem uma imagem muito boa. O País precisa
de pessoas dessa linha. Será uma excelente contribuição ao partido e a
São Paulo”

(Valdemar Costa Neto, ex-presidente do PL, sobre a filiação do Milton Neves ao partido, outubro de 2003)

O político que atesta a honestidade de Milton Neves foi indiciado pelo caso do MENSALÃO e, posteriormente, renunciou ao cargo para não ser cassado.

Sua ex-mulher testemunhou contra ele no escândalo, acusando-o de recebimento de propinas, relações espúrias com Delúbio Soares, e também da compra de um partido “nanico”, o PMN.

Ainda assim, com toda esta “esperteza” política, foi enganado por Milton Neves.

Conhecemos o caráter de um ser humano observando os pequenos detalhes de sua vida.

Qual a sua opinião sobre alguém que se filia a dois partidos ao mesmo tempo ?

E que só corrigiu o problema após ser intimado a fazê-lo pelo juiz eleitoral.

Milton Neves cometeu a irregularidade em 2004.

Filiou-se, ao mesmo tempo, no PMDB e no PL.

Qual seria sua intenção ?

Talvez uma melhor oferta de candidatura ?

Confira abaixo trecho retirado do Diário Oficial, de 03/03/2004, que comprova a irregularidade cometida pelo jornalista Milton Neves.

P. R. I. e cumpra-se

São Paulo, 11 de fevereiro de 2004.

ANTONIO DIMAS CRUZ CARNEIRO

Juiz Eleitoral

PROC. Nº 382/03

VISTOS, etc…

Cuida-se de procedimento denunciando a existência

de dupla filiação partidária envolvendo MILTON NEVES

FILHO, eleitor inscrito nesta 251ª Zona Eleitoral sob nº

864871501-91, cujo nome consta das relações de filiados ao

PMDB desde 24/03/1992 informado na listagem de dezembro

de 1995 e ao PL desde 29/09/2003 informado na listagem

de outubro de 2003.

Citado, a eleitor manifestou o desejo de permanecer

filiada ao PL.

Relatados.

D E C I D O.

No regime jurídico da anterior Lei dos Partidos Políticos

a filiação partidária mais recente revogava a mais antiga.

Não foi esse, porém, o critério adotado pela legislação

atualmente em vigor.

A atual lei que dispõe sobre os partidos políticos é de

meridiana clareza ao estabelecer que, para “desligar-se do

partido, o filiado faz comunicação escrita ao órgão de direção

municipal e ao Juiz Eleitoral da Zona em que for inscrito”,

tornando-se extinto, para todos os efeitos, o vínculo

partidário decorridos dois dias da data da entrega da

comunicação (art. 21 e parágrafo único da Lei 9096/95).

Por sua vez, o eleitor que se filia a outro partido deve

comunicar o fato ao partido e ao Juiz Eleitoral para cancelamento

de sua filiação. Se não o fizer no dia imediato ao

da nova filiação, configura-se a hipótese de duplicidade de

filiação, “sendo ambas consideradas nulas para todos os

efeitos” (art. 22, parágrafo único, da Lei nº 9.096/95).

No caso em apreço, a eleitora não se desligou do

partido, filiou-se a outro e não fez as comunicações a que

estava legalmente obrigada. Assim agindo deu causa à

existência de dupla filiação, devendo ambas serem consideradas

nulas para todos os efeitos, ressalvada, à evidência,

a possibilidade de se filiar novamente ao partido que

bem lhe aprouver, observadas as formalidade MILTON

NEVES FILHO tem dupla filiação partidária, declaro a nulidade

de ambas com base no art. 22, parágrafo único, da Lei

nº 9.096/95, e art. 36, parágrafo 2º, da Res. TSE nº

19.406/95.

Anote-se e comunique-se aos partidos políticos e à

eleitora. Transitada esta em julgado, arquivem-se os autos.

P. R. I. e cumpra-se

São Paulo, 11 de fevereiro de 2004.

ANTONIO DIMAS CRUZ CARNEIRO

Juiz Eleitoral

Novo apelido

maio 19, 2009

luxaiwl

V(W)anderlei(y) Luxemburgo vem sendo utilizado no mundo da política como exemplo de má conduta.

Na Assembléia Legislativa de São Paulo até o Governador José Serra já foi ofendido com o novo “apelido”.

Fez coisa errada ?

É chamado de Luxemburgo.

Por que será ?

Confira abaixo dois trechos de discursos, retirados do Diário Oficial, feitos por Adriano Diogo (PT) e Waldir Agnello (PTB).

05/12/2008 – Legislativo – Pag. 23 

Por ADRIANO DIOGO (PT)

“Se as urnas eletrônicas de Diadema foram fraudadas,

todas as outras urnas no Estado de São Paulo e no território

nacional também foram. Quer dizer que só há fraude quando

se perde? Quando se ganha, não frauda?

Governador José Serra, tome uma posição. Não adote a

sua postura de Vanderlei Luxemburgo, pelo amor de Deus.

Daqui a pouco todos virão ao microfone dizer: Governador, a

culpa não foi do senhor, inimigo público nº 1 do funcionalismo,

o homem que destruiu o Hospital do Servidor Público, o

Vanderlei Luxemburgo da política”.

As urnas de Diadema não foram fraudadas. Se foram,

foram por outras pessoas, que não do PT.”

29/11/2008 – Legislativo – Pag. 25

Por WALDIR AGNELLO (PTB)

Para concluir, quero dizer que foi importantíssima essa

convivência que tivemos nesses 15 dias dentro da Assembléia

para que pudéssemos nos conhecer melhor. Passamos a ter

uma outra visão, outra relação de respeito, tanto nós, o PSOL,

o Major Olímpio, que é da categoria, uma pessoa totalmente

envolvida no dia-a-dia dos senhores. Temos orgulho de defendê-

los. Pena que o acordo com a categoria tenha sido feito

com as armas na mão, no ouvido; com a faca no pescoço, no

melhor estilo de Vanderlei Luxemburgo.

Justiça injusta

maio 19, 2009

Diego Souza foi punido com oito partidas de suspensão que serão cumpridas –se forem – apenas no paulistinha do ano que vem.

Foi desqualificado de agressão para conduta anti-desportiva.

Se a rasteira que deu em Domingos não é considerada pelos membros do Tribunal como agressão é melhor fechar a casa.

Não é possível que esta gente seja tão incompetente.

Por este motivo me dou o direito de desconfiar dessa gente.

Da mesma maneira que no caso da absolvição de Fred.

A política dá as cartas nos Tribunais Esportivos do Brasil.

Uma vergonha.

VxSxFxNxI lidera a Liga do Paulinho

maio 19, 2009

A “Liga do Paulinho”, no Cartola FC, já tem a classificação da segunda rodada.

O líder é o “VxSxFxNxI”, de Artur DxFxC, com 167,72 pontos.

Em segundo está o “Fenomen@l”, de Russ Gui, com 166,34 pontos.

Na seqüência temos “Dream-Time”, de Kik Scolari, com 155,81 pontos.

Em quarto está o “TédboymarinoFC”, de Téd, com 153,70 pontos.

Completando o TOP 5 vem o “jr.fc.”, de jr.., com 150,23 pontos.

A equipe do blogueiro terminou a segunda rodada em uma lamentável 81ª posição, com 103,65 pontos.

Já temos, até o momento, 326 equipes participantes.

Ainda dá tempo de participar da brincadeira.

Basta clicar no link abaixo e se inscrever.

Quando  sistema perguntar o nome da Liga digite “do Paulinho”.

http://cartolafc.globo.com

É grátis.

Estou estudando uma maneira de premiar os melhores colocados, ao final do Brasileirão.

Assim que definir, conto a todos como será.

O hábito de mentir

maio 19, 2009

“Quem mente também rouba…”

 (Jorge Kajuru)

Mentiras de Mano Menezes incomodam a imprensa

Por MAURÍCIO STYCER

http://colunistas.ig.com.br/mauriciostycer/2009/05/18/mentiras-de-mano-menezes-incomodam-a-imprensa/

Minutos antes de Corinthians e Internacional, logo após ser anunciada a escalação da equipe paulista, vi um repórter se levantar na tribuna da imprensa revoltado. Dois dias antes da partida, o jornalista havia perguntado a Mano Menezes se o Corinthians ia jogar com três zagueiros, como a equipe reserva treinou naquela sexta-feira, e o técnico negou. Ao ouvir a escalação do time, no domingo, constatou que Mano mentira para ele.

Ao longo da semana passada, Mano Menezes mais de uma vez disse aos jornalistas que o Corinthians enfrentaria o Botafogo com os jogadores reservas. Não era verdade, como se viu minutos antes do início da partida, no Engenhão. O Corinthians entrou com o time titular, completo.

A “Folha de S.Paulo” desta segunda-feira registra o seu incômodo com as mentiras de Mano Menezes: “Ontem, no Engenhão, Mano Menezes usou de uma estratégia cada vez mais comum para ele: a ação diferente do discurso. Enquanto passou a semana dizendo que mesclaria titulares com reservas, a fim de preservar seus principais atletas para o duelo com o Fluminense, pela Copa do Brasil, o técnico corintiano colocou quase todos em campo diante do Botafogo. Até Ronaldo, que o treinador colocava como um dos que deveria descansar por ter passado por uma gripe, começou o jogo.”

O uso da mentira como tática para confundir o adversário é comum em casos de guerra entre países. Como se diz, com resignação, “na guerra, a primeira vítima é a verdade”. Mas no futebol? Nas primeiras duas rodadas do campeonato?

Vejo outros problemas nesta tática. Quantas pessoas deixaram de ir ao estádio, domingo, depois de “informadas” que o Corinthians atuaria com o time reserva? Não podemos falar, também, de propaganda enganosa? Desrespeito ao consumidor?

E a questão ética? Se aceitamos a mentira como um instrumento natural nas “batalhas” futebolísticas, não vamos acabar aceitando-a em qualquer situação?