Arquivo para 5 junho, 2009

Contas do Corinthians foram auditadas por amigo de Lula

junho 5, 2009

A BDO-TREVISAN, empresa que auditou as contas do Corinthians, está sendo investigada por irregularidades em um contrato com a Petrobrás.

Segundo reportagem do Estadão de ontem, Antoninho Marmo Trevisan, fundador da empresa, é amigo pessoal do presidente Lula, além de ser Membro do Conselho e Desenvolvimento Econômico e Social da Presidência da República.

Todos sabem da proximidade entre o PT e a administração do Corinthians.

Andres Sanches delegou a José Dirceu a missão de viabilizar o Estádio Corinthiano.

E ao amigo de Lula, a árdua tarefa de fazer suas contas fecharem.

Tudo faz sentido agora.

Não acham ?

Diário do Esgoto – as filiais dos desvios

junho 5, 2009

A situação do futebol amador corinthiano é deplorável.

O esquema comandado pelo Empresário da Sorte, André Negão, é ainda mais elaborado do que na época de Nesi Curi, o pai de todos.

Além da falta de vergonha dentro do clube e no CT de Itaquera onde, de maneira descarada, todos se locupletam, na presença de desembargadores, e até conselheiros, descobrimos, a cada dia, o quanto eles são abusados e, principalmente, desprovidos de qualquer pudor.

Noticiamos ontem a excursão da equipe Sub-18 à Espanha, chefiada por André Negão, com a presença ilustre de um desembargador.

Além disso, Adailton Ladeira, um dos desviadores de atletas para o Palmeirinha, foi deslocado da equipe sub-20, para a Sub-18.

O motivo é evidente.

Enquanto isso, aqui no Brasil, os outros membros do esquema continuam atuando.

E, pasme, em “filiais” criadas fora do clube, para evitar que sejam descobertos.

Nei Assoli, cunhado de Andres Sanches, também do esquema “Palmeirinha”, havia sido demitido, antes das eleições, após denúncia deste espaço.

Tudo jogo de cena.

Neste momento, no bairro da Vila Carrão, em São Paulo, peneiras são comandadas por ele, em nome do Corinthians.

Vale lembrar que oficialmente, não foram abertas as avaliações de atletas no clube.

A missão de Assoli é a de selecionar mercadorias para o grupo.

Depois que o atleta é “aprovado”, na Vila Carrão, antes de chegar ao Corinthians, é enviado para outro bairro em São Paulo.

É na Vila Mariana que Severino, pai do jogador Willian, aguarda o “selecionado”, para que assine contrato de agenciamento, em troca da realização do sonho.

Quem se recusa a ser “mercadoria” dessa gente, é  automaticamente cortado da relação.

Belluzzo cala Luxemburgo

junho 5, 2009

V(W)anderlei(y) Luxemburgo está proibido de bater boca com torcedores.

São ordens diretas de Luis Gonzaga Belluzzo.

O treinador palmeirense, na tentativa de desviar o foco de seus fracassos, passou a creditar aos torcedores parcela de culpa pela fraca atuação de sua equipe.

Quem paga ingresso, desde que sem violência, tem direito de opinar sobre o futebol de sua equipe no Estádio.

A melhor maneira de trazer o torcedor para perto da equipe é demonstrando vontade e competência dentro das quatro linhas.

O discurso de vendedor de carros usados, utilizado pelo Madureira, já está pra lá de ultrapassado.

Nem as manicures caem mais nessa.

Os homens da Copa

junho 5, 2009

“O que aconteceu não afeta [a Copa] em nada. Nada tem a ver com a Copa do Mundo”

Orlando Silva Junior, Ministro do Esporte, tenta nos convencer que a violência de torcidas de futebol nada tem a ver como um evento relacionado ao esporte.

Pior do que isso foi a declaração de Ricardo Teixeira, que pincei do blog do Juca.

“Foi dentro do estádio?  É o que eu sempre tenho dito em entrevistas. Tudo o que acontece fora do campo é caso de polícia. O problema é que se relaciona a violência ao fato de ter acontecido em um jogo. Certamente em várias cidades aconteceram vários casos de violência que não têm nada a ver com futebol. É um problema exclusivamente de polícia e de punição”.

Com a sensibilidade habitual, o dirigente da CBF demonstra exatamente com será o tratamento do torcedor no Mundial de 2014.

Podem se matar, desde que seja longe das câmeras.

Cem anos do Major do Esporte

junho 5, 2009

Pronunciamento do Deputado Silvio Torres (PSDB-SP) pelo Centenário de Nascimento do Major Sylvio de Magalhães Padilha

O SR. SILVIO TORRES – Sr. Presidente, peço a palavra pela ordem.

O SR. PRESIDENTE (Inocêncio Oliveira) – Tem V.Exa. a palavra.

O SR. SILVIO TORRES (PSDB-SP). Pela ordem. Pronuncia o seguinte discurso.) Sr. Presidente, maior autoridade do movimento olímpico do Brasil, o Major Sylvio de Magalhães Padilha completaria 100 anos no próximo sábado, dia 6 de junho.

Ele foi um desportista que dedicou sua vida ao esporte brasileiro, como atleta e como dirigente. Faleceu em São Paulo, aos 95 anos de idade, no dia 28 de agosto de 2002.

Padilha foi atleta nas Olimpíadas de Los Angeles, Estados Unidos, em 1932, e de Berlim, em 1936. Chefiou a delegação brasileira em outras 11 edições dos Jogos Olímpicos, assim como em todas as edições dos Jogos Panamericanos, entre 1951 e 1987.

Padilha presidiu o Comitê Olímpico Brasileiro entre 1963 e 1970, e era membro do Comitê Olímpico Internacional, do qual foi Vice-Presidente.

Homem visionário e adiante do seu tempo, o major Padilha implantou no Estado de São Paulo uma política pública para o esporte, na década de 30, algo então inexistente na esfera federal. Foi o idealizador dos Jogos Abertos do Interior de São Paulo, que continuam até hoje sendo realizados todos os anos numa cidade do interior paulista. Foi o criador da maior competição atlética do País, que é o Troféu Brasil. Foi ele quem construiu todas as instalações do conjunto desportivo da Água Branca e do conjunto desportivo do Ibirapuera, ambos na cidade de São Paulo.

Por suas ações em prol do esporte, o major Padilha foi condecorado por inúmeras entidades do Brasil e de vários países.

O centenário do maior nome do movimento olímpico brasileiro está sendo comemorado por entidades diversas em todo o Brasil.

Portanto, Sr. Presidente, deixo registrado nos Anais da Câmara dos Deputados o transcurso do centenário do major Sylvio de Magalhães Padilha, um apaixonado pelo esporte olímpico e que deixou seu nome marcado na história do esporte brasileiro.

Muito obrigado, Sr. Presidente.

Momento de reflexão

junho 5, 2009

Hernanes chegou ao São Paulo, de maneira tímida e, aos poucos, foi conquistado seu espaço.

Demonstrando um futebol elegante, de boa técnica e inteligente taticamente, despertou a cobiça das equipes européias.

A imprensa logo tratou de exagerar e considerá-lo o melhor jogador do Brasil.

Tem potencial, mas ainda está longe de ser.

Toda esta movimentação em torno de seu nome tratou de “intimidar” novamente o atleta.

De uns tempos para cá, Hernanes parou de ousar, e seu futebol tornou-se comum.

Não se sabe o motivo ao certo.

Alguns dizem que está com a cabeça na Europa.

Outros que vem enfrentando problemas particulares.

Muricy Ramalho, com a coragem habitual, resolveu sacá-lo da equipe.

Acredito que sua atitude beneficiará não só o São Paulo, mas também o jogador.

Pode ser o estimulo que Hernanes esteja precisando em sua vida.

O desafio de voltar a ser titular pode fazer com que ele reflita melhor, e passe a entender que somente dentro de campo conseguirá alçar vôos maiores.

Jogar apenas com o nome, que ainda nem é tão grande, é um luxo que ele ainda não pode ter.

Torço, como amante do futebol, para que consiga se recuperar.

Violência eminente entre torcidas, dentro e fora dos estádios

junho 5, 2009

Por NITYA RIOS

http://criandoacasos.wordpress.com/

Dizem que, em certa época, era possível ir a estádios de futebol e assistir pacificamente a uma partida.

Quase não me lembro dessa fase.

Habituados a violência e ao eminente medo, famílias e jovens tornaram-se inimigos.

Torcidas organizadas reinam nas arquibancadas.

Isso se repete dentro e fora do estádio.

Nesta quarta-feira (3), torcedores se dirigiam ao estádio Pacaembu, São Paulo, para assistir a semifinal da Copa do Brasil – Vasco x Corinthians.

Na região da Ponte das Bandeiras o trânsito fora interditado para passagem de um comboio de vascaínos, totalizando 15 ônibus.

A confusão começou ao encontrar no caminho um ônibus com a torcida adversária da noite: corintianos.

Briga, briga e mais briga.

Com vários golpes na cabeça, uma vítima fatal.

Outras sete pessoas ficaram feridas.

Rivalidade e estupidez definem-se assim atos como este.

A polícia militar – que deveria “manter a ordem” – não resolve problema algum em brigas nos estádios e arredores.

Por vezes, piora a situação.

Como no caso do são-paulino Nilton de Jesus, baleado na cabeça em confronto com os policiais, no jogo Goiás x São Paulo, em dezembro de 2008.

Nada contra torcidas organizadas, admiro a exatidão e fidelidade para com seus times.

Destaco ainda a importância dos torcedores para uma partida completa, calorosa.

Mas, de que serve a violência?

Essa rivalidade pessoal?

Essa estupidez?

É burrice achar que o time adversário é seu Inimigo.

Ele nada mais é que um possibilitador.

Sem ele, não haveria jogo.

Não haveria torcida.

Nem vitória, nem derrota.

Vivo na esperança de uma tranqüilidade maior, de inibir o medo e fazer-me mais presente nos estádios, torcendo veemente para uma partida limpa e despreocupada.

Coluna do Fiori

junho 5, 2009

fiori 

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.br   Email: caminhodasideias@superig.com.br

apito

ÁRBITROS DE SÃO PAULO NO QUADRO NACIONAL

Conforme informação oficial, as Ceafs são responsáveis pela indicação dos árbitros para o quadro nacional, seguindo critério a CEAF-SP indicou os árbitros paulistas conforme ranking.

Para o ano 2.009 serão de dezenove o numero dos árbitros de São Paulo já computados os FIFA, ou seja, dezesseis + três = 19.

Observei que Flávio Guerra vigésimo e Guilherme Sereta vigésimo primeiro foram escalados pela CONAF, nada contra, considero-os árbitros promissores, principalmente Flávio Guerra, aponto somente o quebrar do afirmado.

Estou convicto que a CEAF-SP deveria indicar os árbitros que melhor média apresentaram durante o ano da disputa do nacional.

LEMBRANÇA

Gostaria de lembrar ao presidente da CONAF que estão em andamento os campeonatos brasileiros e suas respectivas séries, assim sendo, aguardamos a publicação oficial do quadro de árbitros e assistentes.

CEAF-SP

Marinho presidente da CEAF – SP poderia vir a publico e explicar por qual motivo deixou de noticiar a pontuação auferida por cada um dos integrantes da arbitragem de São Paulo.

Só o fez no primeiro ano de sua gestão, diga-se de passagem, atitude coerente.

BRASILEIRO

SÉRIE A

Atlético-MG x Santo André

Árbitro: Cláudio Luciano Mercadante Junior (PE)

Partida marcada por jogadas violentas praticadas pelos atletas de ambas equipes, foram dados nove cartões amarelos e um vermelho, todos justamente.

Santos x Corinthians

Árbitro: Leandro Pedro Vuadem (FIFA-RS)

Os órgãos de imprensa o enalteceram por deixar o jogo correr nas várias partidas que arbitrou, neste Santos x Corinthians demonstrou total falta de critério, em lances idênticos decisões diferentes.

No lance em que Jean zagueiro corintiano deu pontapé no santista Madson, ficou caracterizado o fraquejar de Vuadem na parte disciplinar.

Não concordei com a expulsão de Lulinha, rigorosa em comparação com algumas faltas proporcionadas pelos disputantes.

Conclusão:

O trabalho oferecido pelo árbitro Leandro Pedro Vuaden foi desprovido de critério.

São Paulo x Cruzeiro

Árbitro: Rogério Roman (FIFA-PR)

Três cartões amarelos para cada lado, mesmo assim, deixou de aplicar em faltas com maior gravidade.

Náutico x Fluminense

Árbitro: Wilson Luiz Seneme (FIFA-SP)

Seneme se mostrou oscilante, marcou faltas inexistentes, aceitou algumas reclamações, aos 44 minutos do segundo tempo, acertou ao marcar pênalti a favor do Náutico, cometido por Carlos Eduardo.

Barueri x Palmeiras

Árbitro: Paulo César de Oliveira

Não gostei da arbitragem, faltou critério em seu trabalho.

Aos 17 minutos de partida o defensor palmeirense Pierri cometeu falta dentro de sua área e Paulo César nada marcou.

Já aos 18 minutos Diego Souza praticou falta entre a linha intermediaria e a área grande do Palmeiras, ai Paulo César assinalou.

MUDANÇA DE COMPORTAMENTO

Quando iniciou na arbitragem Paulo César tinha conduta coerente, o tempo foi passando e Paulo César foi cedendo, com isto galgou admiração dos dirigentes.

Na atualidade percebo que Paulo César arbitra politicamente, não ouve, não vê e apela para o item interpretação proporcionado pelas leis do jogo, neste o bicho pega.

PAULISTÃO SÉRIE – A2

União São João x Sertãozinho

Árbitro:              Robério Pereira Pires

Assistente 01    Maria Eliza Correia Costa

Assistente 02     João Nobre Chaves

Este embate teve como fator principal determinar qual dos dois ganharia o direito de subir para a Série – A1

Os litigantes se portaram dentro dos limites da esportividade durante o decorrer da disputa.

DESTAQUE

O trabalho desenvolvido pelo árbitro e por seus assistentes foi determinante para o bom andamento da contenda.

Pós-encerramento alguns atletas e torcedores da equipe de Araras, tentaram enfeiar a conquista do Sertãozinho.

POLITICA

Com o confirmar das cidades que receberão as disputas durante a Copa de 2.014 políticos de todos os partidos, empreiteiros e fornecedores, esfregam suas mãos e mentalizam o volume de dinheiro que o poder publico aplicara na construção dos estádios e nas demais obras.

As máfias fazem suas contas no que concerne ao percentual que irão auferir com as maracutaias que serão aplicadas, o povo entorpecido pelo possível e temporal emprego aplaude sem pensar no amanha destes elefantes.

O país encontra-se bem-sucedido, temos hospitais, postos de saúde, escolas e todos os serviços, que são obrigação do poder publico.

Nossos habitantes se fixam nos locais de nascimento, nos mesmos a cultura local é respeitada e desenvolvida com atualização, terminou o inchaço das cidades, principalmente as do estado de São Paulo.

Com isto a migração foi contida, estamos no verdadeiro paraíso.

Ricardo Teixeira o “ilibado” será o grande arquiteto das obras.

Acorda, Brasil.

SP-05/06/09

As opiniões constantes neste espaço são de minha inteira e total responsabilidade.