Arquivo para 17 junho, 2009

O advogado da turma

junho 17, 2009

Antonio Sandoval Catta Preta, advogado.

Faltou com a verdade, hoje, na Folha de São Paulo.

Deve ser a convivência com algumas personalidades.

Clientes: V(W)anderlei(y) Luxemburgo, Joaquim Grava, Milton Neves e semelhantes.

Nenhum deles é mentiroso.

Eu Agarantchio !

Bandidagem Olímpica tenta intimidar Alberto Murray Neto

junho 17, 2009

albertomurrayintimidação

A Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática, do Rio de Janeiro, abriu inquérito para investigar o advogado Alberto Murray Neto.

Suas denúncias, no blog ”Alberto Murray Olímpico”, da ESPN, http://albertomurray.wordpress.com/2009/06/16/os-pulhas-querem-censura/#comments, tem deixado os corruptos do COB e do Ministério do Esporte de cabelo em pé.

Por este motivo, tentam intimidá-lo.

Utilizam-se da polícia carioca, para fins particulares, que se presta a defendê-los, em vez de combater a criminalidade que assola o Rio de Janeiro.

Mesmo papel ridículo feito recentemente pela 4ª DIG de São Paulo, no caso dos “perseguidos” amigos de Milton Neves.

O blog é solidário e apóia a luta de Alberto Murray pela moralização do Esporte.

Da mesma maneira que repudia os bandidos do COB e do Ministério do Esporte.

Carlos Nuzman e Orlando Silva Junior, estes sim, deveriam estar sendo investigados.

Mas os homens que comandam o país, medrosos e coniventes, fecham os olhos para suas irregularidades.

Não há como calar a voz daqueles que lutam contra a corrupção.

O blog de Alberto Murray é um Oasis dentro de um mundo tão subserviente com a podridão reinante neste país.

Pelo menos aqui, neste blog, sempre terá espaço.

Sua luta é a nossa luta.

E ela não vai parar.

Conselho sem ética

junho 17, 2009

O estatuto corinthiano PROIBE que conselheiros prestem serviços ao clube.

Mas eles pouco se importam com isso.

A nova revista do clube, distribuída no último final de semana, foi editada por um conselheiro ligado a atual gestão.

Para piorar a situação ele é membro do Conselho de Ética do clube, que tem a função de apurar denúncias de irregularidades.

Conselho que tem ainda em seus quadros o advogado de André Negão.

Daqueles que seriam rejeitados em portas de cadeia.

Dr. Alexandre Husni, presidente do órgão, precisa tomar providências.

Onde já se viu deixar os ratos tomando conta do queijo ?

Só no Corinthians mesmo…

Sócio Sofredor

junho 17, 2009

Você é sócio torcedor do Corinthians ?

Sorria, você foi enganado.

Pagou sua mensalidade em dia ?

Azar o seu.

Luis Paulo Rosenberg pouco se importa.

Destinou 20 % dos ingressos para torcedores organizados.

Outros pararam nas mãos de cambistas.

Muitos ficaram com conselheiros e diretores.

Se sobrar, talvez forneçam para vocês.

Tratamento VIP, sem dúvida.

Colunista da Folha em apuros

junho 17, 2009

Por ALBERTO DINES  

http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=542IMQ001

Não são poucos os jornalistas que se sentirão aliviados no dia em que a Folha de S.Paulo anunciar que José Sarney, seu colaborador das sextas-feiras, licenciou-se, aposentou-se ou ganhou o Nobel de Literatura e, por isso, deixará o jornal.

O vexame não atinge apenas os jornalistas que trabalham na Folha, familiarizados com a simbologia da Página 2, onde germinou a extraordinária ascensão do jornal em junho de 1975. A presença de Sarney nesta página é afronta gremial, corporativa, mexe com os brios dos profissionais brasileiros empenhados em fazer do jornalismo o ofício da decência e da consciência.

Apesar do maciço monolitismo que domina a grande imprensa, a Folha de S.Paulo conseguiu a façanha de ficar sozinha no incrível apego ao ex-presidente da República. Em apenas cinco meses, depois de uma controversa carreira de mais de meio século, o senador converteu-se em unanimidade nacional: o mar de lama que afoga nosso Legislativo é fruto da sua leniência e da sua complacência com a malfeitoria e a prevaricação.

A direção da Folha sabe disso, há tempos admite que a permanência de Sarney no seu quadro de colaboradores e amigos respinga na sua imagem nódoas indesejáveis, compromete a sua história, coloca suspeições onde só deveria existir transparência.

Os responsáveis pelos destinos da Folha, agarrados às birras juvenis, perderam uma magnífica oportunidade de dissociar-se da figura de Sarney em fevereiro, quando foi novamente alçado à presidência da Câmara Alta e à chefia do Legislativo. Outros colaboradores com currículos mais respeitáveis e em posições potencialmente menos conflituosas foram afastados sem dor, com naturalidade. Sobretudo sem ruído.

Atração fatal

No caso de Sarney, há uma estranha e perturbadora atração, verdadeira atração fatal: o jornal que se jacta de ter o rabo preso com o leitor tem o dito-cujo preso com o destino do parlamentar que no momento encarna a degradação do processo político.

Os estrategistas da Folha imaginaram que seria possível mantê-la distante das estripulias do senador. Quando os seus concorrentes Estado de S.Paulo e, logo em seguida, O Globo começaram a desvendar a incrível novela dos atos secretos, evidenciou-se que a Folha – como, aliás, era previsto – encalacrava-se junto com o seu dileto articulista.

O furo com a denúncia dos 300 atos clandestinos coube aos repórteres Rosa Costa e Leandro Colon, do Estadão, na quarta-feira (10/6). Surpreendidos, Folha e Globo entraram com naturalidade no assunto na edição seguinte (quinta, 11/6). Vocacionada para protagonismos, imaginava-se que a Folha logo trataria de ultrapassar o Estadão.

Quem se juntou ao Estadão foi O Globo, na sexta-feira (12/6), em reportagem de Gerson Camarotti: os atos secretos não eram 300, mas quase o dobro – 500. A Folha ficou visivelmente para trás. Neste dia, na discreta chamada na capa, o jornal explica que uma comissão examina desde 1995 os privilégios produzidos pelos atos secretos.

Sarney fora da pauta

Para disfarçar o desconforto, a Folha opinou no sábado, mas distanciou o escândalo da pessoa de Sarney: “Senado secreto” foi o título do principal editorial da Página 2. O nome do fiel colaborador não aparece uma única vez, embora aparecesse com destaque no noticiário dos dias anteriores.

O Estadão também opinou no sábado, mas ao contrario da delicadeza do concorrente entrou de sola com um editorial sob o título “Corrupção secreta”. O envolvimento de José Sarney é detalhado num extenso parágrafo.

Quem tocou na complicada relação de Sarney-Folha foi o colunista Clóvis Rossi, o mais antigo da Página 2, que na edição de domingo (14/6) desculpa-se pelo atraso em entrar no assunto:

“A demora não se deve, creia-me [dirigindo-se ao leitor], à preguiça, à desatenção ou ao desejo de preservar o colega do espaço ao lado nas sextas feiras, o senador José Sarney, ao contrário do que suspeitam alguns leitores.”

A demora deveu-se, segundo o jornalista, à incredulidade:

“…o que há mais para dizer sobre um caso destas proporções? Xingar a mãe?”

O libelo encerra-se com dinamite pura:

“O pior é que não tem saída, porque a saída depende dos próprios senadores, cúmplices, por ação ou omissão, do aparelho clandestino que era uma Casa de Leis”.

Sarney está ferrado: a Folha jamais admitiria desvencilhar-se de um incômodo parceiro apenas para satisfazer “alguns leitores” exigentes e inconformados. Agora, com o decisivo empurrão assinado e avalizado pelo mais antigo articulista da Dois, está armado e acionado o cronograma para a saída de José Sarney da Folha de S.Paulo. Aleluia!

Clóvis Rossi merece um prêmio pela façanha.

Batendo palmas com a orelha

junho 17, 2009

O acordo entre Flamengo e Palmeiras para o empréstimo de Obina é surreal.

A equipe de Parque Antártica pagaria R$ 2 milhões para tê-lo no elenco.

Seria um ótimo negócio para o Flamengo.

Mas uma clausula do contrato fez a alegria dos dirigentes palmeirenses.

Acreditem.

A cada partida que Obina não disputar contra o Flamengo, o Verdão recebe um desconto de R$ 1 milhão.

Dois jogos e o Palmeiras não terá que pagar nada.

Não é a toa que o Flamengo está nesta situação.

Imprensa é entrave do Morumbi para a Copa

junho 17, 2009

Estádio é o único dos 12 do Mundial de 2014 que não cumpre exigência da Fifa

Arena são-paulina não tem hoje local adequado para abrigar os aparatos de TV; clube planeja utilizar área social para suprir carência

EDUARDO ARRUDA

PAULO COBOS

ENVIADOS ESPECIAIS A PRETÓRIA

Muitas vezes, quando um time, seu treinador ou seus jogadores tentam explicar um insucesso ou uma má fase, colocam a culpa na imprensa esportiva. Na maioria dos casos, para esconder o real problema.

No caso do São Paulo, do Morumbi e da Copa do Mundo de 2014, se o clube paulista não conseguir emplacar seu estádio como sede da competição poderá, de fato, culpar a imprensa. Ou melhor, a estrutura exigida para atendê-la.

De acordo com pessoas ligadas à Fifa ouvidas pela Folha, o projeto do Morumbi é o único, entre os 12 escolhidos, que não possui, no entorno do estádio, área adequada para comportar o que exige a entidade.

Os organizadores do Mundial exigem que haja um centro de mídia e área para o estacionamento de caminhões geradores de imagens das emissoras de TV, além de ampla área para estacionamento de jornalistas e convidados da Fifa.

Na África do Sul, todos os estádios utilizados na Copa das Confederações cumpriram rigorosamente essa determinação. Em Bloemfontein, por exemplo, o espaço utilizado equivale a pelo menos quatro campos de futebol e faz parte do complexo do estádio Free State, onde o Brasil venceu anteontem o Egito por 4 a 3.

No Morumbi, essa área, como funciona o estádio hoje, não existe. O mesmo ocorre com o Maracanã, que, porém, deve utilizar o espaço hoje ocupado pelo estádio de atletismo Célio de Barros, o mais tradicional da modalidade no país.

Em reunião no último dia 8, no Rio, a Fifa deixou claro para as sedes que o mais importante para a realização da Copa do Mundo são os estádios. E que eles serão aceitos somente se cumprirem todas as exigências feitas pela entidade.

Apesar dos problemas estruturais, como os pontos cegos, a Fifa avalia que o Morumbi poderá ser adaptado internamente para a Copa de 2014. Mas vê com muita preocupação o entorno da arena, praticamente sem espaços livres.

De acordo com a entidade, em seu projeto inicial, o Morumbi previa a construção do centro de mídia a um quilômetro do estádio, o que a Fifa considerou completamente inviável. Questionou, por exemplo, como faria o cabeamento subterrâneo dos caminhões das TVs para o estádio.

A diretoria do São Paulo, entretanto, rebate a informação. Afirma que, no projeto inicial, o espaço exigido pela Fifa ficaria a 300 metros do estádio e que contou com auxílio da TV Globo para a parte logística no que se refere aos veículos de geração de imagens.

“Tudo foi feito de acordo com o caderno de encargos da Fifa. Agora, eles deixaram claro que poderiam fazer mudanças no projeto. Fizeram para nós, e estamos acatando”, afirma o diretor de futebol do São Paulo, João Paulo de Jesus Lopes.

De acordo com o dirigente são-paulino, o novo projeto do estádio deve propor a utilização de parte da área do clube social para preencher os requisitos da Fifa. “Isso faz parte das nossas revisões”, disse.

O clube, que prevê R$ 300 milhões para deixar o estádio pronto para a segunda Copa no Brasil, também discute a construção de um estacionamento numa área da prefeitura para 3.000 carros, que seria administrado pelo consórcio CCR.