Posts de Julho 5th, 2009

Tricolor derrotado no Paraná, Palmeiras vence bem em Santa Catarina

Julho 5, 2009

Por PERSIO PRESOTTO

No Ressacada, Palmeiras vence com Obina e pênalti polêmico

O Palmeiras foi à Santa Catarina enfrentar o Avaí no Ressacada e venceu por 3 a 0, com gols de Obina (2) e Cleiton Xavier e direito à uma boa apresentação do goleiro e capitão Marcos.

O lance mais polêmico do jogo foi o do primeiro gol, no qual o árbitro Evandro Rogério Roman viu pênalti de Fernando em Obina.

A discussão se estendeu tanto que até resultou na expulsão do atacante Wilian, do Avaí - que estava no banco de reservas - durante o intervalo da partida.

Com a goleada clássica, o Palmeiras volta ao G4 e deixa a lanterna para o Avaí.

Na próxima rodada, a equipe de Palestra Itália jogará em casa contra o Náutico, enquanto o Avaí, no Ressacada, protagonizará o confronto do desespero com o Botafogo.

AVAÍ 0 X 3 PALMEIRAS

Data: 05/07/2009 (domingo)
Local: estádio da Ressacada, em Florianópolis (SC)
Árbitro: Evandro Rogério Roman (Fifa-PR)
Auxiliares: Gilson Bento Coutinho e José Amilton Pontarolo (PR)
Cartões amarelos: Marcos Vinícius, Anderson, Caio (AVA); Diego Souza, Ortigoza (PAL)
Cartão vermelho: William (AVA)
Gols: Obina, aos 25min do primeiro tempo, aos 7min do segundo tempo, Cleiton Xavier, aos 29min do segundo tempo

AVAÍ
Eduardo Martini; Ferdinando, Émerson, Anderson e Uendel (Caio); Marcos Vinícius (Bruno), Léo Gago, Marquinhos e Muriqui; Luís Ricardo e Lima (Cristian)
Técnico: Silas

PALMEIRAS
Marcos; Fabinho Capixaba (Edmílson), Danilo, Maurício Ramos e Armero; Pierre, Souza (Jumar), Cleiton Xavier e Diego Souza; Ortigoza (Willians) e Obina
Técnico: Jorginho

Ricardo Gomes perde a primeira, em Curitiba

Há duas partidas sob o comando do São Paulo, o técnico Ricardo Gomes conhece o seu primeiro revés. Foi contra o Coritiba, no Couto Pereira, por 2 a 0.

Com gols de Marcos Aurélio e Ariel, o time Paranaense abandonou a zona do rebaixamento e deixou o Tricolor há dois pontos dos rebaixáveis.

Na próxima rodada, o Coxa Branca viajará para São Paulo, onde, no sábado, terá de encarar o Grêmio Barueri, de olho no G4.

Já o São Paulo, no Morumbi, receberá o Flamengo de Adriano.

CORITIBA 2 X 0 SÃO PAULO

CORITIBA
Vanderlei; Cleiton, Jaílton e Démerson; Márcio Gabriel, Leandro Donizete, Pedro Ken, Marcelinho Paraíba e Douglas Silva (Rodrigo Crasso); Marcos Aurélio (Renatinho) e Ariel (Bruno Batata)
Técnico: René Simões

SÃO PAULO
Denis; Zé Luis, André Dias, Miranda e Junior Cesar; Eduardo Costa, Hernanes (Oscar), Jorge Wagner e Marlos (Renato Silva); Borges e Washington (Dagoberto)
Técnico: Ricardo Gomes

Data: 5/7/2009 (domingo)
Local: Couto Pereira, em Curitiba (PR)
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (Fifa-RS)
Assistentes: Marcos Antonio Moreira Collodetti e Fabiano da Silva Ramires (ambos do ES)
Cartões amarelos: Douglas Silva (C), Démerson (C), Marcos Aurélio (C), Marcelinho Paraíba (C); Borges (SP), Dagoberto (SP)
Cartão vermelho: André Dias (SP)
Gols: Marcos Aurélio, aos 19min do primeiro tempo; Ariel, aos 2min do segundo tempo

Enganando o povo

Julho 5, 2009

A promiscuidade entre o Governo Lula e a diretoria do Corinthians é de saltar aos olhos.

Ontem foi noticiado que o clube apoiará Dilma para presidente em troca de apoio governamental para construção e seu estádio.

Todos sabem o altíssimo preço dessas relações indecentes.

Nos bastidores surge a informação de que o BNDES emprestaria dinheiro ao Corinthians.

Enquanto isso, os torcedores menos instruídos, seriam tendenciados a votar no presidente que trabalha pelo estádio do clube.

Na verdade, tudo não passa de jogo de cena.

Depois das eleições, mesmo que nada esteja construído, como de fato costuma acontecer, o objetivo já terá sido alcançado.

Vida de gado… povo marcado… povo feliz…

São Paulo FC: exemplo de gestão e planejamento… será? E se Alex Ferguson tivesse treinado o tricolor?

Julho 5, 2009

Do FUTEBOL & NEGÓCIO

http://futebolnegocio.wordpress.com/

Nos últimos dias, muito se fala da dança dos técnicos no futebol brasileiro, já que dois dos treinadores mais vitoriosos dos últimos tempos perderam seus empregos no São Paulo e no Palmeiras.

Talvez essa constante instabilidade na vida dos treinadores de futebol seja o exemplo mais evidente da falta de planejamento na gestão do futebol tupiniquim.

Se o Vanderlei Luxemburgo diz que ainda não digeriu sua demissão do Palmeiras, eu ainda tento entender os reais motivos da demissão do Muricy Ramalho do tricolor paulista.

A justificativa da diretoria de que os resultados na Libertadores foram a razão de sua saída, apesar do tri-campeonato nacional, soaria coerente vindo da maioria dos clubes do futebol nacional, mas não daquela que se auto-proclama a administração mais profissional e qualificada do país.

Que a diretoria fique triste por não ter conquistado a América pela quarta vez, é super compreensível. O que é difícil de entender é que ela imagine que trazer um treinador que não tem um décimo do currículo do Muricy possa ser a resposta para esse e outros problemas. É óbvio que não vai dar certo! (está escrito!!! Ano que vem vocês podem vir e conferir. O São Paulo não será campeão da América com o Ricardo Gomes como treinador)

No meu entender, a atitude da diretoria tricolor é resultado de uma grande falta de visão, uma grande empáfia e prepotência (imaginam-se um super time que deveria ganhar a Libertadores todos os anos) e, por que não, inveja. Sim, inveja do sucesso do Muricy.

Afinal, por muito tempo, os bons resultados do São Paulo foram em grande parte atribuídos à gestão superior em comparação a seus rivais. Talvez agora a imprensa estivesse dando crédito demais ao Muricy.

O São Paulo clama ser o clube mais bem administrado do Brasil. Talvez ele devesse olhar mais de perto exemplos na Liga de maior sucesso no mundo. A Liga Inglesa.

E é claro que eu vou me referir ao Manchester United e ao Sir Alex Ferguson, que há mais de 20 anos é o manager do time.

Alex Ferguson é considerado, em todo o planeta, o treinador mais vitorioso do mundo. Só com o Manchester United, são 11 títulos nacionais, mais um punhado de Copas nacionais, além de duas Champions League e dois Mundiais interclubes.

Sorte dele e do Manchester que a diretoria lá não era como a do São Paulo. Se fosse, ele jamais teria vencido uma competição sequer com os Diabos Vermelhos.

Alex Ferguson demorou mais de 3 anos para levantar um troféu (Copa da Inglaterra) com o Manchester. Nesse meio tempo, ele chegou a passar períodos de 8 partidas sem vitórias (6 delas foram derrotas) e levou uma goleada histórica de 5 a 1 para os rivais do Manchester City. O título da Copa da Inglaterra acabou mantendo-o no cargo e o resto é história. A partir daí ele montou não um, mas vários esquadrões que arrebataram tantos títulos, mas também, não podemos esquecer, perderam tantos outros.

E talvez aí esteja uma grande diferença (entre muitas) entre esses dois clubes. Lá a diretoria parece dar muito mais valor para as conquistas do que para as derrotas, e parece saber que uma pessoa que guiou o clube em tantos sucessos provavelmente é a mais adequada para continuar buscando novos troféus. Aqui, parece que se dá muito mais importância às derrotas e resolve-se simplesmente ‘apostar’ num rendimento futuro do clube, sem qualquer embasamento que justifique tal troca.

Eu penso até que na mentalidade tricolor, sir Alex Ferguson não poderia jamais ser considerado o treinador mais vitorioso do mundo. Afinal, se ele venceu só duas Champions League, é porque perdeu ao menos umas outras 15. Ou seja, ele é na verdade o maior perdedor do futebol mundial!

E você, o que acha?

PS. Um exemplo muito semelhante do que aconteceu no São Paulo este ano também ocorreu na Inter de Milão na temporada passada, quando a diretoria demitiu o tricampeão nacional Roberto Mancini para contratar José Mourinho, com vistas em conquistar o título Europeu. A grande diferença é que o Mourinho já tinha um grande gabarito como treinador, de até mais sucesso que o próprio Mancini. No entanto, dentro de campo o resultado continuou o mesmo. Sucesso na Itália e fracasso fora.

Gaguinho homenageia diretoria do Corinthians

Julho 5, 2009

O blog ficou comovido com a homenagem que Edu dos Gaviões, assessor de imprensa daqueles que se venderam, no Bom Retiro, prestou aos dirigentes do Corinthians pela conquista da Copa do Brasil.

Uma frase em especial é auto-explicativa : “Vamos nos unir cada vez mais, pois assim as alegrias virão mais fáceis”

Confira abaixo.

—– Original Message —–
From: “Edo” xxxxxxx@terra.com.br
To: “Sergio Alvarenga” xxxxxxx@uol.com.br, “Sergio Alvarenga” xxxxxxx@sccorinthians.com.br, “Santoro advogado” xxxxxx@santoroadv.com.br, “Rosemberg MKT – SCCP” xxxxxxx@rpartners.com.br, “Roberto vice administrativo” xxxxxxx@sccorinthians.com.br, “Raul auditor” xxxx@rcsbrasil.com, “Raul” xxxxx@sccorinthians.com.br, “Mario Gobbi” xxxxxx@victorhugo.com.br, “Mario Gobbi” xxxxxxxx@terra.com.br, “Lucio ingressos” lxxxxxx@sccorinthians.com.br, “Ezabella advogado” xxxxxxx@uol.com.br, “Caio MKT” xxxxxxxxx@sccorinthians.com.br, “Bussab” xxxxxxx@ig.com.br, “Bussab” xxxxx@sccorinthians.com.br, “Andres” xxxxxxx@sccorinthians.com.br, xxxxxx@sccorinthians.com.br
Cc:
Sent: Sex 3/07/09 14:50
Subject: Fwd: Parabéns!
 

 

Gostaria de Parabenizar e Agradecer a todos da Diretoria por mais esse maravilhoso campeonato da Copa do Brasil.

 

Estamos mostrando a todos que aqui é CORINTHIANS, ou melhor, o que é CORINTHIANS!!!

 

Não vamos parar.

Vamos nos unir cada vez mais, pois assim as alegrias virão mais fáceis.

 

Parabéns.

Tri-Campeão!

Rumo a Libertadores 2010 

Valeu

Edu 

Palavra do Magrão

Julho 5, 2009

Para que serve a concentração?

http://www.cartacapital.com.br/app/coluna.jsp?a=2&a2=5&i=4497

Por SÓCRATES

Quando definitivamente entrei em contato com o mundo do futebol, egresso que sou de uma família de classe média voltada para a educação de seus filhos e filhas, assustou-me conhecer alguns de seus dogmas mais profundos. Um deles (explicitado em frases como: “Quem não bebe não joga”) estimulava a contracultura esportiva e só por isso poderíamos entender que havia ali, no inconsciente coletivo, um quê de insatisfação ou uma revolta latente que, percebi, possuía como alvo algumas das mais tradicionais normas presentes de há muito neste meio. E uma em especial – a arcaica e desagradável “concentração” – provocava famigerados calafrios os quais, imaginei, poderiam levar a uma insurreição social desde que esta comunidade se organizasse adequadamente. Pelo menos, foi isso que senti naqueles primeiros anos, pois me parecia inacreditável que em tempos tão “modernos” ainda se utilizasse tamanha aberração.

No início, o isolamento compulsório, às vezes, ultrapassava 48 horas para cada jogo. Como fazíamos duas partidas por semana tínhamos menos tempo livre que os condenados em regime aberto. O pior é que ficávamos em uma casa apertada, cheia de beliches, literalmente uns em cima dos outros. De cara, portanto, passei a questionar aquela prática. Não podia entender como as razões de sua existência podiam ser tão frágeis. “Para que vocês não façam besteiras.” Até parece! Como se todos nós fôssemos crianças descobrindo o que nos rodeia com uma incontrolável tentação para tocar, sentir e talvez quebrar algum valioso objeto ou joia de família.

Em vez de nos educar, esses pseudopais estavam tentados a nos tolher a necessidade da descoberta e obviamente do aprendizado da vida em sociedade. Éramos tratados como incapazes de saber o que é certo ou errado por culpa de sérias deficiências comportamentais. E o pior é que dentre essas “besteiras” incluía-se o sexo. Ora, façam-me o favor, desde quando o ato sexual atrapalha o que quer que seja? Só se for na cabeça deles. Com o tempo, consegui encurtar o absurdo a 24 horas, no máximo, mas ainda era muito. Como estava na faculdade, passei a me escalar nos plantões de sábado e assim não perdia o meu tempo.

A pior coisa do mundo é a ociosidade. E isto é o que não falta num ambiente desses. Quando chegava do hospital invariavelmente fazia um teste. Separava as páginas esportivas do meu jornal de todo o resto. A cobertura política, econômica, de variedades, de literatura e todas as outras nunca eram tocadas. Nunca mesmo. Ainda bem, pois assim podia usufruir o que me interessava com tranquilidade. Também descobri que o que provoca o desatino de beber em demasia e da busca incessante por mulheres é exatamente esta prisão. Imediatamente após a libertação, se quer fazer tudo o que não pôde ser feito. E isso em poucas horas. É o resgate do tempo inutilizado. É a compensação. É uma forma de reagir. É a insubordinação. Um dia eu haveria de mudar aquilo. Não poderia me conformar.

Chegando ao Corinthians, com a implantação da democracia corintiana, um dos assuntos que mais me interessavam era a dita-cuja. Puxa, mas a turma não queria mudar. Também, a concentração serve para proteger os mais frágeis da opinião pública. Demoramos seis meses para torná-la opcional. A partir daí, era uma maravilha. Ficávamos em casa, brincávamos e educávamos nossos filhos, jantávamos com nossas famílias, comíamos o que estávamos habituados com o tempero que gostávamos, dormíamos com nossas mulheres e fazíamos sexo – por que não? Tomávamos o café da manhã acompanhado do nosso jornal predileto, líamos um livro antes de ir para o hotel, chegávamos junto com a família e íamos todos no ônibus para o estádio. Corríamos como crianças. Tínhamos prazer em jogar e em divertir nosso público. Era um tesão. Tesão em viver e trabalhar com liberdade. O resultado, todos já conhecem.

Ainda que não tenhamos conseguido contaminar o meio, mostramos que é possível fazer com que o jogador de futebol se comporte como verdadeiro profissional. Esta semana, o tema voltou à baila. Ronaldo reclamou do tempo destinado ao confinamento e as práticas da democracia corintiana foram relembradas. Foi como se um sopro de liberdade tivesse nos tocado a face. Ainda é pouco, porém a esperança é como uma ave isolada. Mesmo triste e solitária, jamais deixa de sorrir quando a brisa lhe envolve as plumas arrepiando seu corpo depauperado, permitindo que volte a sonhar e a alçar voos para plagas distantes. O que os acomodados jamais tentarão, apequenados em suas convicções tacanhas.

O sofrimento do Vasco

Julho 5, 2009

Eurico Miranda é um símbolo de corrupção no futebol.

Por este motivo, passamos a acreditar que Roberto Dinamite era melhor do que realmente é.

Não chega a ser como o Nefasto, mas mantém hábitos semelhantes aos piores dirigentes do País.

Roberto é uma farsa que foi vendida, por todos nós, como uma possível salvação do futebol vascaíno.

O único momento de alegria proporcionado por ele e sua turma foi no dia das eleições, ao derrubar alguém ainda pior.

Lamentavelmente, Roberto é um desastre.

Não pela queda à segundona, onde nada, ou muito pouco, pode fazer.

Mas pelas atitudes administrativas que vem tomando diariamente.

Além disso, a equipe vascaína corre sério risco, por incompetência da gestão no futebol, de permanecer mais um ano na Série B.

O clube e sua apaixonada torcida mereciam coisa melhor.

Coluna do Fiori

Julho 5, 2009

fiori 

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.br   Email: caminhodasideias@superig.com.br

apito

FINAL  COPA DO BRASIL  2009

INTERNACIONAL X CORINTHIANS

Arbitro: Ricardo Marques Ribeiro (FIFA-MG)

Assistente 01: Alessandro A. Rocha Matos (FIFA-MG).

Assistente 02: Roberto Braatz (FIFA-MG)

Tanto o árbitro quanto seus assistentes, respeitaram as leis do jogo, os atletas, todos que estavam ao vivo e nós que assistimos pela TV.

Apesar da pouca experiência em partidas decisivas Ricardo Marques Ribeiro se fez presente, os cartões foram dados aos que mereceram, acertando nas expulsões.

Na realidade esperava confronto mais disputado, não ocorreu, a equipe corintiana dominou as ações, houve alguma tentativa de tumulto provocada por D´Alessandro defensor do Internacional.

Aos 30 do segundo tempo após ser expulso pelo árbitro, D´Alessandro explicitou que iria levar William para o mesmo caminho, partiu pra cima do corintiano, este, inteligentemente se afastou do leãozinho.

Conclusão:

Boa arbitragem de Ricardo Marques Ribeiro, como também a de seus assistentes, nada de excepcional.

CHORADEIRA

O contumaz desprezar de um para outro árbitro se fez presente após escalação de Ricardo Marques Ribeiro, novato FIFA e com pouca experiência em partidas decisivas.

O atual repulsar pela renovação na arbitragem de futebol proveniente dos cardeais do apito, me faz recordar que ao meu tempo ocorria o mesmo, os atingidos por não serem escalados apregoavam: Nada de renovação, nós, somente nós, somos os detentores do direito de arbitrar as principais contendas, renovar é perigoso, a falta de experiência prejudica a interpretação das leis do jogo, principalmente se houver rivalidade entre os litigantes.

Cultura nociva e protetora imperativa no ontem e no estágio atual, sou convicto que qualquer dos árbitros mais experientes seria ridicularizado, não saberia se impor ou seria essencialmente político como o foi Heber Lopes por ocasião da partida realizada no Pacaembu.

SP-004/07/09

Acorda Brasil.

O espelho

Julho 5, 2009

” Apesar de parecer terrível dizer isto, com exceção do fato de Hitler ter se deixado levar em um determinado momento e de fazer coisas que não sei se realmente queria fazer ou não, o certo é que ele estava em uma posição de mandar em muitos e conseguir com que fizessem as coisas. No final ele acabou se perdendo, e portanto não foi um bom ditador, porque ou sabia o que estava acontecendo e insistiu nisso ou simplesmente foi condescendente… de qualquer maneira, não agiu como um ditador”

Bernnie Ecclestone, chefão da F1, sobre Adolf Hitler