Arquivo para 19 agosto, 2009

Pergunte para o Paulinho – em áudio

agosto 19, 2009

O “Pergunte para o Paulinho” foi respondido está semana em áudio. 

Foi a maneira que encontrei, devido ao número de tarefas que tive nos últimos dias. 

Espero que gostem. 

Você confere clicando no link abaixo 

http://www.divshare.com/download/8234300-36d 

*(Quem dirigiu as perguntas dos leitores foi Lucas Jim)

Bate boca palestrino

agosto 19, 2009

Gilto Avallone, conselheiro palmeirense, atacou o presidente do clube, Luis Gonzaga Belluzzo, no Painel da Folha: “Com ele é assim: faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”, disse o opositor.

Belluzzo contra-atacou no programa BATE BOLA, da ESPN BRASIL: “Com o Gito é: não faça o que eu digo, nem o que eu faço, que é mais complicado”.

“O Gito é conhecido no Palmeiras por sua inconsistência, incoerência e oportunismo”, finalizou o presidente palmeirense.

Avaí e Botafogo/RJ estão em dúvida

agosto 19, 2009

O Mídia sem Média publica novos posicionamentos de clubes sobre a alteração do calendário do futebol brasileiro.

Confira abaixo

http://www.midiasemmedia.com.br/futebol/4766-Calendrio-futebol-brasileiro—opinio-dos-clubes—parte.html

Relatório Rockfeller – lavagem cerebral religiosa

agosto 19, 2009

Por NAPOLEÃO DUMONT

Um amigo que tem a Revista UNO, espanhola, embora não a tenha encontrado no momento, contou-me o que segue:

Em 1967 o Presidente norteamericano Nixon designou o Senador Nelson Rockfeller para visitar os países da América Latina e estudar os posicionamentos das respectivas Igrejas Católicas quanto à oposição ao comunismo, e à ascensão de governos filo ou pró-comunismo.

A viagem resultou no volumoso “Relatório Rockfeller”, que, sob aquele aspecto concluiu que a Igreja Católica não era mais um aliado confiável dos Estados Unidos na luta contra o comunismo.

O Relatório foi amplamente divulgado (há até uma volumosa edição brasileira), mas continha alguns anexos secretos, não divulgados.

Na época, haviam ocorrido algumas intervenções armadas norteamericanas em certos países do Caribe, depondo governos comunistas ou para impedir a eleição de Governos comprometidos ou de tendência comunista, o que tivera desagradáveis repercussões internacionais.

Por isso no Anexo secreto ao Relatório Nelson Rockfeller propunha, para substituir o trabalho da Igreja Católica, na luta contra o Comunismo, a criação de seitas evangélicas, cujos adeptos passariam por imperceptível, mas eficiente lavagem cerebral e se transformariam em tropas fieis aos Estados Unidos, seriam financiadas pela CIA, pelo Departamento de Estado, e outras fontes, e, em caso de necessidade, receberiam armamentos por via aérea, dispensando o desembarque de tropas americanas no combate a governos comunistas locais, o que já havia causado inconvenientes repercussões regionais e internacionais.

A Revista espanhola UNO, de muitos anos atrás, trouxe elucidativa matéria sobre essa parte secreta do Relatório Rockfeller e a criação dessas seitas evangélicas (não se trata das Evangélicas protestantes tradicionais: luterana, presbiteriana, metodista, batista e outras).

Não disponho, no momento, da Revista UNO, mas não será difícil algum interessado no debate obtê-la na Espanha.

Há muitas provas evidentes da eficiência dessa lavagem cerebral: a adesão cega dos “fiéis” dessas seitas, na doutrina que propagam, a aceitação da contribuição pecuniária obrigatória, a “fé” absoluta e imune a qualquer dúvida nas “verdades” que recebem, a crença nos falsos e pseudos-milagres que presenciam absolutamente convictos, etc. Há críticos que afirmam que esses adeptos nem mais cultivam qualquer noção de patriotismo.

Um exemplo da eficiência dessa lavagem cerebral, e da indiscutibilidade dos “pastores”, “bispos”, “bispas”, “missionários”, etc, foi-me revelado por aquele mesmo amigo, que um dia parou na porta de antiga loja comercial transformada em local de culto da Igreja Universal.

Dizia o “pastor”: “as mulheres que enganam os maridos têm que se denunciar publicamente, e não adianta mentir porque Deus está vendo. As mulheres que enganam os maridos se levantem e venham ficar nesta parede!”, pois várias largaram a mão dos estupefatos maridos e foram para o paredão!

Aliás, publicações recentes da Imprensa diária, e da revista VEJA trazem ilustrativas histórias pessoais de iludidos pela Igreja Universal, onde transparecem os efeitos da lavagem cerebral pela qual passaram sem perceber.

O esquema sujo entre Corinthians, PT e a Máfia Russa

agosto 19, 2009

A reportagem abaixo, publicada na Revista VEJA, em setembro de 2007, relata todo o esquema sujo, entre dirigentes corinthianos e caciques do PT, na tentativa de trazer a Máfia Russa para o Brasil.

Leia com atenção.

Note que o Deputado Vicente Candido (PT), o mesmo que articulou recentemente a nova “filiação” de Andres Sanches ao partido, na última semana, e que estará com Ronaldo Fenômeno e o presidente corinthiano, domingo, na festa de Barretos, é o político utilizado pelos mafiosos para tentar colocar seu dinheiro sujo, no Brasil.

Candido é um exemplo de sujeira na política.

Junto com Andres Sanches, preparam o retorno de Kia Joorabchian ao País, além de contarem com a entrada de dinheiro, que viabilizará candidaturas de seus parceiros.

Eles tentam, no momento, aplicar o mesmo golpe que foi descoberto, pela Polícia Federal, no ano de 2007.

Estaremos atentos, para impedir que isto aconteça.

Confira abaixo, como a história está se repetindo.

Ainda chefe, mas de outra turma da pesada

É o que aponta um relatório da Polícia Federal em que José Dirceu é tratado como lobista em um esquema de tráfico de influência

Juliana Linhares

dirceu 

Ueslei Marcelino/Folha Imagem

Dirceu: alvo de investigação no curso da operação que desbaratou a máfia instalada no Corinthians 

A Operação Perestroika, a mais recente investigação da Polícia Federal, trouxe à tona o submundo do futebol. Com base em escutas telefônicas, a PF descobriu que, desde 2004, os dirigentes do Corinthians paulista, um dos clubes de futebol mais populares do Brasil, faziam de tudo para esconder a origem do dinheiro que abastecia os cofres do clube. Oficialmente, os recursos eram da empresa MSI, uma off-shore com sede em Londres e sócios ocultos. Mas, nas conversas gravadas, fica claro que o verdadeiro dono da bola é o magnata russo Boris Berezovsky, enroladíssimo em seu país natal. As escutas levaram o Ministério Público Federal de São Paulo a denunciar, em julho, oito pessoas por crimes que vão de lavagem de dinheiro a formação de quadrilha.

Os dirigentes corintianos são acusados de realizar pagamentos a jogadores em contas não declaradas no exterior. Mas a coisa não parou por aí. VEJA teve acesso a um segundo relatório produzido pela Polícia Federal em 12 de julho deste ano, dois dias após a denúncia oferecida pelo Ministério Público (veja quadro). Nele, são descritas as atividades de uma turma da pesada que, conectada à quadrilha que maculava a história do Corinthians, praticava “tráfico de influência, advocacia administrativa e favorecimento pessoal”. O chefe dessa turma é ninguém menos que José Dirceu, o comandante do bando do mensalão.

O relatório em questão é uma decorrência das investigações sobre o Corinthians. Lista uma série de outros crimes descobertos ao longo dessa investigação e sugere que eles também sejam devidamente apurados. Dirceu entrou na mira da PF porque esteve no centro de uma operação de lobby que chegou ao gabinete da Presidência da República. Em parceria com amigos petistas, ele tentou fazer com que Berezovsky conseguisse se instalar no Brasil, na condição de asilado político. Berezovsky, que vive na Inglaterra, não pode pisar na Rússia, onde é acusado de fraudes financeiras e até assassinato. O magnata, cuja fortuna é estimada em 10 bilhões de dólares, diz que é tudo mentira. Alega ser perseguido pelo presidente Vladimir Putin. Fosse um gatuno brasileiro, Berezovsky poderia culpar também a “mídia golpista” russa.

De acordo com agentes que participaram da investigação, o trabalho do ex-ministro-chefe da Casa Civil para a máfia que tomou de assalto o Corinthians começou depois de um incidente ocorrido em maio de 2006. Nessa ocasião, Berezovsky foi detido pela PF durante uma viagem a São Paulo e teve de prestar um depoimento de oito horas sobre a parceria MSI/Corinthians. Em seguida, as remessas da MSI começaram a rarear. Isso alarmou os dirigentes do clube, que então contataram Dirceu e seus petistas para uma dupla missão: fazer gestões no governo federal para evitar outros contratempos em visitas futuras do russo ao Brasil e, ainda, conseguir a condição de asilado político para Berezovsky, o que eliminaria de uma vez por todas os problemas do magnata com a Justiça brasileira. A essa altura, as fraudes no Corinthians já eram alvo de investigação, no âmbito do Ministério Público de São Paulo.

Os promotores José Reinaldo Carneiro e Roberto Porto foram os primeiros a suspeitar que Berezovsky era o verdadeiro dono dos 32 milhões de dólares investidos pela MSI no clube. Foi a partir de uma apuração iniciada pelos promotores que a polícia conseguiu finalmente desbaratar a máfia instalada no Corinthians. Além disso, Carneiro e Porto descobriram que, em 2004 e 2005, a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) havia produzido relatórios listando crimes financeiros praticados por Berezovsky na Rússia. Ainda assim, Dirceu operou no Palácio do Planalto para que se fizesse vista grossa ao prontuário do bilionário.

A nova turma da pesada de Dirceu tem, entre seus integrantes, o jornalista Breno Altman, amigão do ex-ministro e colaborador da Secretaria de Relações Internacionais do Partido dos Trabalhadores. Coube a Breno manter contatos com uma peça-chave no esquema: Renato Duprat. Ex-dono de uma empresa de planos de saúde, Duprat era o elo entre a MSI e os corintianos. Foi ele quem apresentou o iraniano Kia Joorabchian, representante da MSI no Brasil (e apontado como laranja de Berezovsky), ao presidente do Corinthians, Alberto Dualib. No relatório da PF, há a informação de que Breno manteve contatos com Gilberto Carvalho, chefe do gabinete pessoal da Presidência, para tratar do asilo ao russo. Outro alto funcionário do governo contatado foi José Antonio Dias Toffoli, chefe da Advocacia-Geral da União.

dupratkia kiaduprat

 Hélvio Romero/AE

 Patricia Cruz/Ag. Globo

Renato Duprat (à esq.) e Kia, peças do time da fraude: jogadas com petistas para facilitar a vida de Berezovsky no Brasil 

Além de Breno, havia mais uma peça importante na turma da pesada: o deputado estadual do PT paulista Vicente Cândido. Aliado de Dirceu na corrente Campo Majoritário, a maior do partido, Cândido fez gestões para que o próprio Lula recebesse Berezovsky no Palácio do Planalto. Felizmente, não foi bem-sucedido. Mas o deputado chegou a ir a Londres para participar de reuniões com o russo, sob a justificativa de que Berezovsky teria interesse em investir no país nas áreas de energia e aviação. Sabe-se que Dirceu queria participar de eventuais negócios fechados pelo russo no Brasil. Outro petista que trabalhou por Berezovsky, de acordo com a PF, foi Hélio Madalena. Entre abril de 2003 e junho de 2005, Madalena dirigiu o Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia, órgão ligado à Casa Civil, então presidida por Dirceu.

Com a denúncia apresentada à Justiça, os projetos de Dirceu e companhia envolvendo Berezovsky naufragaram. Mas esse não era o único negócio no qual a turma da pesada apostava. O relatório da PF diz textualmente que Dirceu atuava como “lobista”, “aparentemente praticando tráfico de influência”. E dá como exemplo os contatos entre o ex-ministro-chefe da Casa Civil e Darc Costa, que já ocupou a vice-presidência do BNDES. A conversa, acompanhada pela PF, aconteceu quando Darc já não exercia esse cargo. A idéia era que Dirceu fosse apresentado a um empresário que tinha firmado um contrato de 40 milhões de dólares com a República Dominicana. Dirceu tem ótimas relações com o presidente do país, Leonel Reyna, a quem já apresentou projetos na área de exportação do etanol brasileiro.

O outro negócio de Breno Altman é mais obscuro. De acordo com a PF, o jornalista alardeava ter influência sobre juízes do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de São Paulo, já que “os juízes são indicados por Brasília”. A polícia só conseguiu obter informações sobre essas atividades porque pediu autorização judicial para grampear Dirceu e Breno. A PF tomou essa decisão ao perceber que o trabalho da dupla para os cartolas do Corinthians tinha um forte odor de ilegalidade. A nova turma da pesada de Dirceu não foi denunciada pelos crimes apurados pela Polícia Federal. Isso não quer dizer que escapou da Justiça. “Os fatos que não estão relacionados diretamente ao Corinthians ainda terão uma apuração específica”, avisa o procurador Rodrigo de Grandis, um dos autores da denúncia do caso MSI.

msiveja1

msiveja2

msiveja3

Fotos Sergei Karpukhin/Reuters, Wilton Junior/AE, Marcello Casal Junior/Agência Brasil, L C Leite/AE

Os “capitães” tricolores

agosto 19, 2009

O São Paulo terá hoje a volta do maior jogador de sua história.

Rogério Ceni formará com Ricardo Gomes, uma dupla de respeito dentro e fora do gramado.

Os dois são conhecidos pela liderança natural que possuem.

Gomes foi capitão das equipes por onde passou, e até da Seleção Brasileira.

Ceni é um mito tricolor.

Se conseguirem manter um relacionamento harmonioso, tem tudo para levar o atual grupo de atletas, que é muito bom, ao quarto título consecutivo de campeonato nacional.

Uma façanha, sem precedentes.

COB e Ministério do Esporte terão pesadelos

agosto 19, 2009

Estreou, no UOL, o blog de um jornalista voltado para a luta contra a corrupção e os desmandos da cartolagem nacional.

José Cruz é uma reserva moral na imprensa.

Faz parte de um pequeno, porém combativo grupo de profissionais da imprensa voltados para a solução de problemas neste país.

Bem vindo ao front !

http://blogdocruz.blog.uol.com.br/

Flamengo dá um chute no “business” desenfreado

agosto 19, 2009

O Flamengo mais uma vez demonstrou que sua marca é muito maior do que a picaretagem de empresários e dirigentes acostumados a ganhar comissão, a todo custo, em cima dos clubes a que prestam serviço.

Não há santos na diretoria rubro-negra, pelo contrário, quase todos já foram criticados neste espaço.

Mas a demonstração, nas últimas duas semanas, de que o “business” faz parte do futebol, mas tem que estar abaixo do desejo do torcedor, e do objetivo de conquistas do clube, é digna de elogios.

O Flamengo exigiu respeito por sua história e os empresários tiveram que se ajoelhar perante seu imenso nome.

Da maneira como tem que ser.