Arquivo para 24 agosto, 2009
Vale a pena conferir
agosto 24, 2009Goodfellas
agosto 24, 2009Tribuna de honra do Pacaembu.
A câmera do Premiere Esportes focaliza as celebridades.
Lado a lado, entre abraços e sorrisos, os donos do Corinthians.
André Negão, Carlos Leite, Andres Sanches e Ronaldo Fenômeno.
De repente, lembrei-me do que aconteceu com Maradona, quando jogava no Napoli.
Fama, dinheiro e amigos ruins.
Deu no que deu.
Padaria do PT
agosto 24, 2009O deputado Vicente Cândido (PT), parceiro de Andres Sanches, e empregadinho de Berezovsky, têm histórias do arco da velha na política.
Demonstra ter aptidão para lidar com mafiosos.
Os grandes, como o “Chefão” do Kremlin, e os vagabundos, que fraudam licitações e concorrências públicas.
Um “passarinho” vermelho me contou que o nobre deputado, e a ex-prefeita do partido, beneficiaram algumas padarias, em licitações governamentais.
Em troca, alguns membros do PT tornaram-se sócios dos comércios, entre eles, o empregadinho dos russos.
Guloso, pegou logo três.
É essa gente que pretende utilizar o nome do Corinthians para fins políticos e de pouca honestidade.
Responda para eles nas urnas.
Já que justiça, governo, boa parte da imprensa, e a polícia preferem nada fazer.
O chato no ar
agosto 24, 2009Para quem perdeu, ouça nos links abaixo os dois últimos “Pergunte para o Paulinho”, em áudio, com a participação especial de Lucas Jim.
Vale a pena conferir
Oração “Macedônica”
agosto 24, 2009André Lima fez um gol de mão cinematográfico na partida entre Corinthians e Botafogo.
Comemorou com imensa cara de pau, embora a grande maioria dos atletas, como até Maradona já fez, agiria da mesma maneira.
O que não dá para deixar passar batido é o seu gesto religioso de agradecimento, após cometer a flagrante irregularidade.
As coisas mudaram no além, ou o atleta orou para o “Deus” de Edir Macedo.
O que, evidentemente, faria todo o sentido.
Vergonha irrevogável na quadrilha de São Bernardo
agosto 24, 2009FIFA pressiona o São Paulo
agosto 24, 2009A Fifa fez novas exigências para adequar o Morumbi para a Copa do Mundo.
O São Paulo encontra dificuldades em atendê-la.
Confira no Mídia sem Média
Quais as explicações?
agosto 24, 2009Por JOSÉ CRUZ
http://blogdocruz.blog.uol.com.br/
Fora do ranking dos 32 primeiros países do Mundial de Atletismo, as autoridades do esporte nacional precisam repensar, urgentemente, sobre os rumos do setor.
Principalmente porque, trata-se de um país com pretensões olímpicas, com população numerosa e fartura de recursos humanos e financeiros.
O ministro do Esporte, Orlando Silva, deveria convocar uma reunião urgente do Conselho Nacional do Esporte para avaliar os planos do esporte, como um todo, e o atletismo e a natação em particular.
As comissões de Esporte da Câmara dos Deputados e do Senado Federal deveriam suspender as pautas das reuniões da próxima terça-feira e convocar os presidentes das confederações afins e do Comitê Olímpico Brasileiro para explicarem sobre os vexames no atletismo e natação.
Da mesma forma, a Frente Parlamentar do Esporte, que reúne deputados e senadores para defenderem projetos de leis do esporte, também deveriam investigar sobre os rumos do dinheiro do esporte.
O Conselho Nacional de Atletas, não o dirigido pelo COB, mas o que tem Lars Grael e Magic Paula como expoente deveria ser reativado para dar sua contribuição ao esporte nacional.
O Fórum Nacional de Secretários de Esportes deveria se reunir urgentemente com o mesmo objetivo e indagar se a candidatura olímpica do Rio de Janeiro é, de fato, prioridade esportiva do país.
O Tribunal de Contas da União deveria apressar a apresentação dos relatórios finais com os gastos do Pan-2007, para que se constate se somos, mesmo, péssimos gestores do dinheiro público.
Como se observa, não faltam instituições de esporte. Falta, repetimos, um plano de desenvolvimento – para não dizer uma política integrada de governo, separando muito bem o esporte educacional do profissional.
E dinheiro? Só a Caixa Econômica Federal repassou R$ 64,3 milhões à Confederação Brasileira de Atletismo, nos últimos nove anos. R$ 13,5 milhões só em 2009. E o dinheiro das loterias, via Comitê Olímpico, média de R$ 2,5 milhões anuais? É muito, é pouco?
Enfim, é preciso explicar essa matemática do fracasso.



