Arquivo para 13 setembro, 2009

O São Paulo agradece e pede passagem

setembro 13, 2009

Por JUCA KFOURI

http://blogdojuca.blog.uol.com.br/

Nada mais parecido com o primeiro tempo no Barradão do que o primeiro tempo no Beira-Rio.

Em ambos os donos da casa jogaram muito melhor e foram para o intervalo apenas com empates em 1 a 1.

O líder Palmeiras sofreu com o assédio do Vitória, e São Marcos cometeu um pecado mortal ao socar uma bola na cabeça de Uelliton, aos 19, e dar o gol ao rubro-negro.

Verdade que, depois, Marcos salvou aos pés de Neto Berola o que seria o segundo gol, provavelmente fatal.

Aí, apareceu Robert num lance isolado para empatar, em belo cruzamento de Armero, aos 40.

O Vitória não merecia o empate, mas, fazer o quê?

Porque o Inter ainda foi mais superior ao Cruzeiro, mandando bola na trave, exigindo milagres de Fábio, com Taison sofrendo pênalti não marcado de EliCarlos e só abrindo o placar aos 28, quando Magrão sofreu outro pênalti e Alecsandro converteu.

Mas, aos 35, Guiñazu fez mais um pênalti, bobo, bobo, e Gilberto empatou.

Os segundos tempos começaram em Salvador e em Porto Alegre no mesmo ritmo.

Os donos da casa pressionando.

Logo de cara, Neto Berola foi derrubado na área por Souza e o árbitro deixou de marcar pênalti para o Vitória.

Mas, aos 28, para fazer justiça, mesmo num melhor momento alviverde, em contra-ataque, Neto Berola fez 2 a 1, depois que Vagner Love perdeu a bola no ataque palmeirense.

Parece claro que Pierre faz mais falta do que Vagner Love preenche uma lacuna, ainda mais numa tarde também sem Diego Souza.

Derlei, aos 40, fechou a vitória baiana, irrepreensível: 3 a 1.

Aos 43, num último esforço, Robert diminuiu, para deixar o jogo ainda melhor: 3 a 2.

Ortigoza jogou fora o empate palmeirense, aos 47, num lance pouco mais que ridículo, quase na pequena área.

Lembre-se, ainda, que o Vitória perdeu apenas um jogo em casa.

E sabe para quem: para o São Paulo…

Já o Inter continuou exigindo que Fábio trabalhasse, embora, Lauro também tenha feito grande defesa no recomeço do jogo.

Só que, aos 8, Gilberto subiu com liberdade para cabecear e virar o jogo, para surpresa dos gaúchos e, cá entre nós, dos mineiros…

E, verdade seja dita, a partir do 2 a 1 o Cruzeiro passou a jogar melhor e até a buscar o terceiro gol.

Mas foi o Inter, com Andrezinho que, em cobrança de falta, empatou, brilhantemente.

Como, brilhantemente, na saída de bola, Thiago Ribeiro, desempatou para o Cruzeiro, ao pegar rebote de Lauro, que não segurou uma bomba de Patríc, depois que, é verdade, Guiñazu perdeu uma bola boba.

O jogo lembrava velhos duelos entre os dois gigantes no anos 70, mas fato é que o Inter tinha a obrigação de vencer o Cruzeiro, coisa que adivinha quem conseguiu, e no Mineirão, na rodada passada?

Sim, o São Paulo.

Que já tem os mesmos 43 pontos do Inter, um a menos que o Palmeiras…

Como é chata a fórmula de pontos corridos…

Na Vila Belmiro, entre os santos, o Santos ganhou de 1 a 0 do Santo André, gol de Germano em passe de Neimar, aos 39 do primeiro tempo, e o afundou ainda mais, o que é bom.

E adivinhe com quem jogo o Santo André na próxima rodada?

Sim, contra o São Paulo…

E, no Mineirão, entre os Atléticos, o Furacão saiu na frente com Alex Mineiro, o Galo empatou ainda no primeiro tempo com Renteria e virou no segundo, num golaço de Diego Tardelli, depois de lançamento primoroso de Corrêa: 2 a 1.

MSM na coletiva de São Paulo e Avaí

setembro 13, 2009

O Mídia sem Média esteve na coletiva da partida entre São Paulo e Avaí.

Você confere os melhores momentos no link abaixo.

http://www.midiasemmedia.com.br/podcast/5433-Coletiva-Paulo-aps-jogo-contra-Ava.html

Barrichello em busca do título

setembro 13, 2009

Barrichello, impecável, venceu o GP de Monza.

Desde o início demonstrou estar focado em uma conquistar algo que nem imaginava mais poder conseguir.

O brasileiro, nas últimas duas provas, correu como nunca havia feito em toda a sua carreira.

Com coragem, e buscando sempre a vitória.

Talvez, por este motivo, elas aconteceram.

Barrichello decidiu parar apenas uma vez nos boxes, e correu um grande risco, ao não trocar a caixa de cambio, que apresentava problemas.

Se o fizesse, teria que largar atrás, fatalmente perdendo a chance de conquistar o GP.

Logo na largada, Rubinho, que saiu em quinto, ganho uma posição.

Aos poucos, sua estratégia foi surtindo efeito e, pouco tempo depois, já ocupava a ponta da corrida, posição que segurou, com maestria, até o final.

Em segundo lugar chegou seu companheiro de equipe, Jenson Button, que em nenhum momento ameaçou sua posição.

O inglês teve que se esforçar um pouco mais, disputando sua colocação com Hamilton, seu compatriota.

Mas, na última volta, o “Inglês Voador” errou feio, chocou-se contra o muro, abandonando a prova.

Em terceiro, beneficiado pela batida, chegou Kimi Raikkonen, da Ferrari.

Confira abaixo a classificação final do GP da Itália.

1 – Rubens Barrichello (BRA/Brawn GP) – 1h16min21s706
2 – Jenson Button (GBR/Brawn GP) – a 2s866
3 – Kimi Raikkonen (FIN/Ferrari) – a 30s664
4 – Adrian Sutil (AUT/Force India) – a 31s131
5 – Fernando Alonso (ESP/Renault) – a 59s182
6 – Heikki Kovalainen (FIN/McLaren) – a 1min00s693
7 – Nick Heidfeld (ALE/BMW Sauber) – a 1min22s412
8 – Sebastian Vettel (ALE/Red Bull) – a 1min25s427
9 – Giancarlo Fisichella (ITA/Ferrari) – a 1min26s856
10 – Kazuki Nakajima (JAP/Williams) – a 1 volta
11 – Timo Glock (ALE/Toyota) – a 1 volta
12 – Lewis Hamilton (ING/McLaren) – a 1 volta
13 – Sebastien Buemi (SUI/Toro Rosso) – a 1 volta
14 – Jarno Trulli (ITA/Toyota) – a 1 volta
15 – Romain Grosjean (FRA/Renault) – a 1 volta
16 – Nico Rosberg (ALE/Williams) – a 2 voltas

Abandonaram:

Vitantonio Liuzzi (ITA/Force India) – 23 voltas
Jaime Alguersuari (ESP/Toro Rosso) – 20 voltas
Robert Kubica (POL/BMW Sauber) – 16 voltas
Mark Webber (AUS/Red Bull) – 1 volta

Briga no Senado

setembro 13, 2009

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Ontem, no Parque São Jorge, foi realizado um churrasco entre os conselheiros do clube para a substituição simbólica do Presidente do Senadinho, local em que eles se reúnem, informalmente, mas onde muitas decisões costumam acontecer.

Julio Moura, o sem caráter, deixou de ser a “referencia moral” de muitos, embora vários deles tenham os mesmos hábitos.

Como de costume, alguns desocupados das organizadas corinthianas compareceram, mesmo sem terem sido convidados.

Encheram a cara, ofenderam associados, e mantiveram o alto padrão de requinte habitual.

No final, para não perderem o costume, agrediram um conselheiro.

Os associados fogem do clube.

Por consequência, a arrecadação com as mensalidades despencou.

Você frequentaria um lugar habitado por este tipo de gente ?

Eis a explicação.

O Incrível Dunga

setembro 13, 2009

Da FOLHA DE SÃO PAULO

Por JUCA KFOURI

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De como um cara vitorioso é capaz de transformar cada nova vitória em mais rancor e bastante azedume

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INCRÍVEL DUNGA. Mesmo!

O cara calou os críticos, vingou-se dos traíras, deu-se conta de que perdeu a conta de há quanto tempo não sabe o que é perder um jogo e só nos conta histórias de ressentimento.

E não briga mais apenas com os jornalistas. Briga também com o torcedor, como no patético espetáculo que deu no Pituaçu, ao precisar ser contido pelo bom samaritano Jorginho, pelo amoroso professor Paixão e até pelo único assessor de imprensa do mundo que senta no banco de reservas, o desfrutável Rodrigo Paiva, amigo de 11 em cada 10 estrelas do mundo nacional.

Mas que fique tranquilo aquele torcedor que foi alvo de tanta bílis. A raiva não era dirigida a ele, mas sim a Renato Maurício Prado, a Fernando Calazans, a José Trajano, ao PVC, ao Paulo Roberto Falcão, ao Mário Jorge Guimarães, quem sabe até ao doce Tostão, a mim, a tantos que o criticaram, criticam e criticarão.

Mas é também a todos os Galvões Buenos, que só remam a favor da maré e que de Dunga, aí com toda a razão, mais merecem desprezo do que raiva, porque traiçoeiros ontem e bajuladores hoje.

Fora, é claro, os provincianos que das províncias defendem seus conterrâneos pelo simples fato de serem conterrâneos, mas estes, é claro, não contam.

Certo está o jornalista Marcelo Barreto, que cunhou uma frase brilhante: “Bellini inventou o gesto de levantar a taça. Carlos Alberto inventou o gesto de beijar a taça. E Dunga inventou o gesto de xingar a taça”. Genial!

Porque Dunga é isso em estado puro, autêntico.

É capaz de xingar quando recebe a taça de campeão mundial ou de dar cabeçada num companheiro como deu em Bebeto na Copa de 1998, ou de ficar amuado e mudo porque contrariado mesmo com a tarja de capitão em jogo da mesma Copa.

Dunga é capaz de tudo.

Até de se transformar em um bom técnico, que montou um time à sua imagem e semelhança e que divide com ele os triunfos, sempre usando a primeira pessoa do plural nas vitórias, mas a do singular nas derrotas, raras, quase esquecidas e, no caso, desimportantes, porque importantes foram as conquistas da Copa América, da Copa das Confederações e da vaga na Copa do Mundo com inédita antecedência.

Nunca dantes neste país -cujo presidente até outro dia mesmo exaltava o espírito dos argentinos, para a impaciência de Dunga e do supergoleiro Júlio César, que mandou Lula se mudar para Argentina- um técnico levantou uma seleção em tão pouco tempo, capaz de fazer até com que se ouçam rojões em seus gols na severa, e desgraçada por quaisquer chuvas, cidade de São Paulo. Nunca!

Mas o populismo lulista é como o galvanista, estar sempre próximo de quem esteja ganhando.

Dunga, ao menos, disse, em sua última entrevista coletiva, que estava feliz, muito feliz.

E, ao dizer, mostrou os caninos, prontos para cravar na jugular de quem esboçasse um ar de incredulidade diante daquela manifestação de alegria tão belicosa, na qual só faltaram murros na mesa: “EU ESTOU FELIZ, PORRA!”.

Incrível Dunga.

Mentiu para o Mentiroso

setembro 13, 2009

Conversei, no Morumbi, com o jornalista – um dos melhores do País – sobre o problema que teve com Dunga.

O treinador da Seleção acusou-o, instigado por um Mentiroso Nato, de criticá-lo na frente das câmeras, e pedir desculpas fora dela.

Perguntei a ele, por desencargo de consciência, o que realmente aconteceu, mesmo sabendo que seu caráter não permitiria realizar este tipo de ato.

Além de negar, ele me disse que procurou Dunga para que ele falasse qual o dia que ele se desculpou, fora das câmeras, por ter feito alguma crítica ao seu trabalho.

Dunga, covarde, não o atendeu mais.

Demonstração clara que possui o perfil ideal para beijar os pés de Ricardo Teixeira.

Subserviente, e mentiroso.

Festa no vestiário

setembro 13, 2009

Estive mais uma vez no Morumbi, com a equipe do Mídia sem Média.

Assisti a primeira etapa das cadeiras e a segunda na cabine de imprensa.

Logo depois desci para a ótima sala de imprensa do Tricolor.

Confortável e organizada, sem dúvida o ponto positivo do local.

Mas, logo ao lado, na saída dos vestiários, notei que a farra corria solta.

Jornalistas não podem entrar nos vestiários.

A regra, é claro, não vale para os torcedores e filhos de gente que se acha importante.

Era visível o incomodo dos atletas com a situação.

Os seguranças, constrangidos, barravam a imprensa, mas eram obrigados a liberar essa gente.

Deprimente.

Coluna do Fiori

setembro 13, 2009

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FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.br   Email: caminhodasideias@superig.com.br

apito

GRAU DE RELACIONAMENTO

Em verdade jamais contestei como também não contestarei amizade entre pessoas, porém, permutar amizade com possíveis troca de favores é maléfico.

O ser humano Sérgio Correa da Silva pode e deve ter relação de amizade com quem queira, contudo no exercício da presidência da CONAF não pode confundir com o “profissional” da arbitragem de futebol.

EXEMPLOS

CASO 01

A permanente escalação do mediano árbitro Evandro Rogério Roman quer seja nas séries A e B, como também sua permanência no quadro FIFA, gera interpretações de troca de favores.

CASO 02

Conforme rumores Sérgio deve ser compadre de alguém abotoado ao árbitro Guilherme Cereta de Lima que em anos recentes ultrapassou vários de seus colegas no ranking da arbitragem paulista.

Guilherme Cereta de Lima ao meu entender atua com normalidade, no entanto, por tê-lo com pouca experiência estranhei que seu nome tenha sido colocado no famigerado “sorteio” e contemplado para arbitrar a partida Corinthians x Santos comentada abaixo.

23ª RODADA

BRASILEIRÃO – SÉRIE A

CORINTHIANS x SANTOS

Árbitro: Guilherme Cereta de Lima (SP)

Partida sem emoção, pouco exigiu do árbitro e de seus assistentes.

A meu ver Guilherme Cereta deveria ter dado cartão amarelo para Dentinho no lance em que deu cotovelada no santista Fabão.

INTERNACIONAL x ATLETICO-MG

Árbitro: Francisco Carlos Nascimento (AL)

Arbitragem normal contenda com raríssimos lances de trabalho ao árbitro e seus assistentes.

PALMEIRAS x BARUERI

Árbitro: Cléber Wellington Abade (SP)

Se houver o ínfimo de coerência por parte do presidente da CONAF, Cléber Abade em meu entender deva ser afastado por algumas rodadas de todos os campeonatos brasileiros em suas diversas séries, após a marcação da inexistente penalidade em Obina, que cavou a “falta” lançando-se ao solo.

SPORT x BOTAFOGO

Árbitro: Sálvio Spinola (SP-FIFA)

Atuação não convincente inverteu a marcação de algumas faltas, assim como, assinalou outras que não ocorreram.

Na parte disciplinar foi complacente com o reclamar vindos de alguns atletas.

CRUZEIRO x SÃO PAULO

Árbitro: Luiz Antonio Silva dos Santos (RJ)

Partida meia boca, arbitragem normal.

ATLETICO-PR X FLAMENGO

Árbitro: Leandro Pedro Vuaden

Não fosse o episódio provocado pelo técnico Antonio Lopes lembrando seu tempo como profissional de policia, ficaríamos na mediocridade da anêmica contenda.

22ª RODADA

SÉRIE B – BRASILEIRÃO

ATLETICO-GO x VASCO

Data: 05-09-09

Árbitro: Evandro Rogério Roman (FIFA-PR)

Quando contestado usou o chamado jeitinho brasileiro de agir, não ouviu e não viu.

Entendo que a penalidade que marcou em favor do Vasco não aconteceu, Antonio Carlos defensor do Atlético não colocou a mão na bola.

AUTOMOBILISMO

Execrável o comportamento do piloto Nelsinho Piquet afirmando que no grande premio de Cingapura em julho de 2.008, seguindo orientação de Flavio Briatore, provocou o acidente que deu origem a vitória de Fernando Alonso.

O papo que estava emocionalmente frágil não convence a ninguém que tenha o mínimo de discernimento.

É uma das varias provas que a ganância é a mola propulsora de todos os desentendimentos.

POLITICA

A censura imposta ao jornal “O Estado de São Paulo” acatando pedido do defensor do “impoluto” presidente do senado, reflete o atual estado da “democracia” alardeada pelo mais “ético” de todos os brasileiros.

Acorda Brasil

SP-11/09/09