Confira a versão gravada do “Pergunte para o Paulinho”.
http://www.divshare.com/download/10151971-37c
A apresentação foi de Lucas Jim.
Confira a versão gravada do “Pergunte para o Paulinho”.
http://www.divshare.com/download/10151971-37c
A apresentação foi de Lucas Jim.
Mais uma vez o Corinthians é colocado por seus dirigentes no meio de falcatruas em transações de jogadores.
A Federação Pernambucana de Futebol denunciou uma fraude na contratação do atleta Moacir, ex-Sport.
Segundo o acordo “anunciado”, a BWA teria adquirido 45% sobre os direitos do jogador.
O restante teria sido negociado pelo BMG, o banco do “Valerioduto”.
Segundo o diretor técnico da Federação Pernambucana, José Joaquim, o Central de Caruaru, detentor de porcentagem do vínculo, recebeu apenas R$ 101 mil da diretoria corinthiana.
Na verdade, deveria ter recebido R$ 375 mil.
Motivo pelo qual o dirigente nega-se a assinar a transferência do atleta.
José faz ainda uma grave acusação: “Uma empresa (a BWA) não deveria está no meio disso. No contrato, aparece o União São João com os 45% dos direitos econômicos. O clube é o laranja do negócio. Estou com vontade de acionar o MP para saber quem é essa empresa. Mas, para isso, preciso de uma autorização do Central”
É o nome do Corinthians sendo mais uma vez emporcalhado por essa gente.
Negócios com a MSI, BWA, BMG, evidentemente, não podem ter origem lícita.
Ou destino sério.
O atleta Lucas Domingues Piazon entrou com processo contra o São Paulo solicitando o desligamento de seu vínculo com o clube.
O blog foi atrás e apurou a informação.
Aparentemente, o advogado do atleta desconhece sua situação nos registros oficiais da Federação Paulista de Futebol.
Segundo a documentação que está na entidade – que o blog teve acesso – Lucas nem precisaria ter entrado com a ação.
Oficialmente, não possui mais vínculo com o Tricolor.
Se não existir, é claro, um possível contrato de gaveta.
Lucas nasceu em 20/01/1994.
Possui registro na FPF de nº 327241.
Em seu contrato na entidade – nº 9252 – consta que ainda é amador, motivo pelo qual não há salário registrado.
Foi assinado em 15/04/2009 e terminou no dia 31/12/2009.
Na CBF nem este vínculo é relatado.
O último registro data de 17/10/2008, também como amador.
Qualquer informação fora disso não corresponde à realidade.
*Texto corrigido
Da “Folha”
Painel FC
Até tu.
Mustafá Contursi foi reeleito ontem, por unanimidade, para mandato de três anos no Sindicato Nacional do Futebol.
Estiveram presentes 14 dos 27 presidentes de federações estaduais.
Entre os clubes, chamou a atenção o fato de o Palmeiras, por meio de Antonio Carlos Corcione, ter votado no oposicionista.
Por ALBERTO MURRAY NETO
http://albertomurray.wordpress.com/2010/01/11/3268/
Quando Carlos Nuzman assumiu a presidência do Comitê Olimpico Brasileiro (“COB”), a sede da entidade era na Rua da Assembléia, No. 10, no Edifício Cândido Mendes.
Lá havia uma placa comemorativa, de bronze, com os nomes daqueles que integravam o Conselho Diretor do COB na inauguração das novas instalações.
Uma das primeiras medidas de Nuzman foi colocar sobre aquela placa de bronze um poster qualquer, tampando os nomes ali escritos. Isso é doido.
E é a mais pura verdade.
Sem abordar o aspecto patólogico da questão, o ato foi uma grosseria com o então Presidente de Honra do COB, Sylvio de Magalhães Padilha, com seu próprio Vice Presidente, André Gustavo Richer, com o Membro do Comitê Internacional Olímpico, João Havelange, com os Membros Efetivos do Conselho Fiscal de sua gestão, Pedro Barros Silva e Sérgio Alvarenga, com Ramiro Tavares Gonçalves, Anísio Rocha, Jerônimo Baptista Bastos, entre outros.
Quando indaguei ao Richer porque Nuzman fizera aquilo, nem o ele soube explicar-me.
Disse-me que até o Havelange já havia pedido a Nuzman para retirar o poster e nem assim ele o fizera.
Nuzman tem uma ambição desmedida em fazer com se esqueça o passado, para que se dê a impressão que o esporte no Brasil começou com ele e que com ele terminará quando morrer.
A elaboração do sitio do COB na internet, elaborado por ele, também era deveras curioso.
Dava uma pincelada rápida na história do órgão para, em seguida, falar dele e de sua pessoa física (“jovem (sic) e dinâmico advogado carioca”, ele se intitula), por parágrafos e mais parágrafos.
Foi necessária a intervenção de Havelange para que o sítio fosse reescrito, fazendo alusão aos que vieram antes dele.
Quando houve em São Paulo um simpósio sobre olimpismo organizado pela Faculdade de Educação Física da USP, o COB de Nuzman era um dos apoiadores.
Por iniciativa dos próprios estudantes e professores daquela faculdade, haviam decidido fazer uma homenagem “pos mortem” a meu avô, Sylvio de Magalhães Padilha, que fora Diretor daquela Escola.
Os organizadores entregariam a nossa família uma placa homenageando meu avô pelos serviços prestados à Faculdade de Educação Física da USP, pelo grande Atleta que foi e por ter fincado as bases esportivas em São Paulo, criando competições de massa, nas escolas e nas universidade.
Quando Nuzman soube disso, ficou enfurecido.
Mandou um emissário dizer à organização que se tal homenagem fosse realizada ele tiraria o apoio, inclusive financeiro, do evento.
A USP bateu o pé e não cedeu à ordem de Nuzman.
Este, então, proibiu que na placa comemorativa estive escrito que o homenageado fora Presidente do COB.
Antes do início dos trabalhos, a Professora Marta Dallari (filha do meu dileto Professor Dalmo de Abreu Dallari), fez do palco uma bonita homenagem ao Major Padilha, tendo sido aplaudida de pé.
Em seguida, o então Secretário Estadual de Esportes e da Juventude Lars Grael, complementou tecendo palavras gentis “à marca indelével que o Major Padilha deixou para o esporte nacional”.
Lars é um gentleman.
O episódio foi-me relatado em detalhes pela organização do seminário.
Sei quem foi o emissário.
Por isso, quem não neguem a história.
Sou possuidor de um dos maiores acervos olímpicos do Brasil.
Certamente, tenho coisas que ninguém tem.
Além de tochas, medalhas, posters, Livros, vasto material olímpico, manuscritos de Atletas famosos, detenho, talvez, o maior arquivo fotográfico dos primórdios no nosso esporte.
Certa ocasião, quando pela primeira vez Nuzman falou que iria fazer o tal Museu Olímpico , com total boa fé, encaminhei-lhe algum material, cópias de documentos importantes, fotografias, Livros.
Nunca obtive qualquer resposta.
Não sei que paradeiro ele deu àquele material.
Por aí já se vê, que se Nuzman estiver à frente do COB quando da criação do tal decantado Museu Olímpico, qual será a qualidade e a credibilidade do material que será exposto.
Tomara que até lá Nuzman não esteja mais no COB.
Ou senão vamos ver nas paredes do museu uma sequência de fotografias do próprio, jogando voleibol, com as camisas do Macabi e do Botafogo, como se tivera sido um grande jogador, comparável a Xandó, Bernard, Renan, Carlão, Marcelo Negrão, Amaury, Tande, Dante, William, Maurício, André Nascimento, Marcelinho e tantos outros.
Nuzman quando abandonou as quadras, deu de presente uma placa comemorativa a cada um de seus companheiros de equipe.
Santa modéstia.
Em tempos que juízes comprometem a dignidade do judiciário brasileiro ao trabalharem a favor de mafiosos e até jornalistas bandidos, é meu dever exaltar a coragem a decência de uma magistrada que honrou sua profissão.
A juíza Luciana Novakoski Ferreira Alves de Oliveira julgou o processo movido pelo filho do Presidente da República, Fabio Luis Lula da Silva, o Lulinha, contra a Editora Abril.
O motivo foi a revista Veja ter publicado uma matéria reveladora sobre seu meteórico enriquecimento, na medida em que o poder de seu pai aumentava.
Antes da primeira eleição de Lula, seu filho recebia R$ 600 mensais como monitor do zoológico.
Um ano depois da posse do pai, ficou milionário.
A sentença é ARRASADORA, tanto para Lulinha quanto para Lula, seu pai, o “Chefe” da “organização” petista.
Vale à pena conferir.