
Assim que Andres Sanches assumiu a presidência do Corinthians, um acordo com a Faculdade UNISANTANA foi quebrado, de maneira unilateral.
Instaurou-se um processo de cobrança, em 2008, em que o clube saiu derrotado.
O valor, então de R$ 500 mil, pulou pra algo em torno de R$ 700 mil.
Tentando ganhar tempo, advogados alvinegros entraram com diversas contestações sobre o montante a ser pago, razão pela qual, desta vez, o judiciário tomou outra decisão.
Designou um Contador Judicial, que estipulará, após perícia, quanto o Timão terá que dispor para quitar a obrigação.
Tudo indica, enfim, que pelo menos uma das vítimas de calote alvinegras – existem muitas – será ressarcida de seus prejuízos.
abril 4, 2012 às 9:54 am
Por isso eles querem “assaltar” nas vendas de ingressos para a Libertadores!
abril 4, 2012 às 10:30 am
Essa história vai longe!
abril 4, 2012 às 10:58 am
O problema principal nesse caso é que essa é apenas UMA das inúmeras dívidas que a Diretoria anterior (e atual, já que não mudou quase nada por lá) arrumou pro nosso time…
abril 4, 2012 às 1:48 pm
Manda pro Lula que ele paga. Já está pagando um istádio mesmo!!!!!
abril 4, 2012 às 2:52 pm
Imagina pra pagar o Itaquerão…
abril 4, 2012 às 4:36 pm
É, o clube mais rico do Brasil… sei.
abril 4, 2012 às 4:42 pm
Olha o “povão” se manifestando:
http://www.brasil247.com/pt/247/esporte/51863/Sem-teto-invadem-Itaquer%C3%83%C2%A3o-em-protesto-contra-obras-da-Copa.htm
Agência Brasil – Integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) e do Movimento Popular Resistência Urbana organizaram um protesto contra as obras da Copa do Mundo de 2014, no fim da manhã de hoje (4), no canteiro de obras do Estádio do Corínthians, no bairro de Itaquera (zona leste de São Paulo).
A manifestação, que durou 40 minutos e transcorreu de forma pacífica, fez parte de um protesto nacional que mobilizou manifestantes em mais nove cidades do país que vão receber jogos da Copa. Os sem-teto invadiram o canteiro de obras do estádio por uma entrada lateral e, segundo um dos coordenadores do protesto, Guilherme Boulos, a intenção era paralisar momentaneamente os trabalhos dos operários como forma de chamar a atenção para as famílias que moram no entorno das obras e que estão sendo despejadas para que os projetos sejam entregues.
Além do risco de despejo, o MTST quer chamar a atenção para a valorização dos imóveis, que está inviabilizando a renovação de contratos de aluguel de quem vive nessas regiões. “Há um processo de expulsão dos moradores em todas as cidades. No entorno das obras, o preço do aluguel tem dobrado de valor. No caso de São Paulo, muitos estão sendo obrigados a buscas alternativas de locação em municípios vizinhos da capital paulista”, disse Boulos.
O protesto também foi contra o uso de dinheiro público nos empreendimentos relativos à Copa, em detrimento dos investimentos para habitação popular. De acordo com o MTST, cerca de 800 pessoas participaram da ocupação do estádio, mas, para a Polícia Militar, o número de manifestantes não passou de 300.
Segundo informou a Odebrecht, a manifestação não atrapalhou o andamento dos trabalhos. O estádio está sendo erguido por 1.670 operários e deve ser concluído no prazo acordado com o governo de São Paulo e com a Federação Internacional de Futebol (Fifa), em dezembro de 2013. A empreiteira informou também que 32% das obras previstas foram feitas até agora.
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Esse é outro calote que se aproxima!
abril 4, 2012 às 5:03 pm
caloteiros
abril 4, 2012 às 5:05 pm
Isso ai é dinheiro de pinga.
O clube com o maior patrocínio do planeta não vai se importar com uma merreca dessas.
abril 4, 2012 às 5:40 pm
e vc sabe tudo de direito…Vc é jornalista ou advogado????????Se a lei permite recorrer, quem é vc pra falar algo?????
abril 5, 2012 às 9:06 am
Unisanta = Universidade do Marcelo Teixeira (Ex-presidente do S.F.C)
Isso realmente não cheira bem