Geraldo Jabur: dos irmãos Cravinhos a Andres Sanches

O grande entusiasta da ideia de ter o ex-presidente Andres Sanches imortalizado com uma estátua no Corinthians foi o advogado e conselheiro do clube, Adib Geraldo Jabur.

Seu discurso constrangedor, recheado de inverdades e puxa-saquismo, precedeu a aprovação da proposta, pelo sempre submisso Conselho alvinegro.

Porém, a história política de Jabur, no Corinthians, e seu currículo de vida demonstram que, na verdade, não se poderia esperar nada diferente de sua postura.

Foi um dos principais dirigentes na gestão de Miguel Martinez, afastado do clube por corrupção.

Conseguiu, por influencia de gente nada admirável no esporte, ocupar o cargo de vice-presidente da Federação Paulista de Futebol.

Sua vocação em ser amigo de gente ligada à criminalidade o fez defender, gratuitamente, os irmãos Cravinhos, assassinos confessos dos pais da mandante Suzane Richthofen.

Um crime que abalou o país.

Sem cobrar pelo serviço, as únicas explicações possíveis para este tipo de trabalho são as de simpatia pela causa, amizade com os réus, ou oportunismo, claramente desprovido de ética e moral.

Uma coisa é certa.

Jabur, pelo currículo acima descrito, possui as qualificações necessárias para ser padrinho de um momento tão “especial” da vida alvinegra.

16 Respostas para “Geraldo Jabur: dos irmãos Cravinhos a Andres Sanches”

  1. vitor Disse:

    Prezado Paulinho, você toma sua opinião pessoal como pressuposto e a transforma, dentro de sua cabeça em uma verdade universal, escrevendo seus posts com essa certeza.

    Saiba que o advogado não defende a prática do crime cometido e sim a pessoa que o cometeu. Defende para que tenha um julgamento justo, que seja punido dentro dos ditames legais.

  2. asiatico Disse:

    Nossa!!! Tá feio o negócio no Corinthians só tem bandido lá!!!

  3. asiatico Disse:

    Em falar em Suzane, que fim deu esse caso ai?
    Fiquei sabendo que ela ia ter liberdade por ter bom comportamente na cadeia segundo o que vi num vídeo da youtube.

  4. asiatico Disse:

    Ainda bem que no meu time não tem advogado defendendo assassino.

  5. Mario Guallyer Disse:

    Jabur me entregou um panfleto no PSJ, na época das eleições, queria ser presidente do conselho, ao julgar pelo panfleto, o homem tinha um curriculo invejavel de bons serviços prestados ao clube. Não conheço o seu passado, é presente no clube, portanto não posso juga-lo, disse a ele que votaria em Paulo Garcia, e por consequência não votaria em ninguém ligado a chapa da situação.

  6. Que coisaaa não!? Disse:

    Todo criminoso tem um advogado para defende-lo, nem que seja indicado pelo Estado.

    O cara pode não uma otima pessoa, mas julga-lo por defender algume como advogado , não faz sentido algum.

    Você deveria continuar com suas noticias e denuncias, mas recomendo não falar do que pouco sabe, acaba falando coisas sem sentido e nexo algum, conheça a profissão, os principios e os motivos de um advogado famoso em defender um réu criminoso, antes de sair falando coisas por ai…

    Paulinho: De graça ? Não adianta querer dar uma de esperto que na escola que vc estudou sai formado e pós-doutorado

  7. Leitor do blog Disse:

    Sempre teve, tá tudo dominado, parece o estado de Goiás, tem contraventor mandando em tudo.

  8. Leitor do blog Disse:

    “…o homem tinha um curriculo invejavel de bons serviços prestados ao clube. Não conheço o seu passado, é presente no clube, portanto não posso juga-lo…”

    Bom, depois desse seu comentário só posso dizer isso:

    Múúúúúúúúúúú… múúúúúúúúúú… múúúúúúúúúú…

    Eita bovino…

  9. Leitor do blog Disse:

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    E agora Que coisaaa não!?

  10. Nestor Saete Disse:

    Amigo, eu e toda a população de bem já estamos cansador dessas explicações pouco convincentes dadas por todos os advogados. O povão sabe bem que defensor de bandido é bandido também, mesmo que indiretamente. Advogado honesto só defende inocente, é aquela velha história, diga-me com quem andas…

  11. Nestor Saete Disse:

    *cansados

  12. William Carvalho Disse:

    Imagino que vc seja desse tipo de pessoa que entende que criminosos não merecem advogados.É isso? Se for,lamentável da sua parte!
    Não interessa os motivos,o que interessa é que ele deu aos irmãos a opurtunidade de terem um julgamento justo.Isso é o que importa!

  13. bruno Disse:

    Nessa sua linha de raciocínio mesmo se ele tivesse cobrado você o consideraria um mau caráter por ter defendido os assassinos. Lógico que você usou o fato para ressaltar a teórica relação do advogado com criminosos, mas entendo que é sempre bom separar de alguma forma o livre exercício da profissão, defendendo quem ele bem entender, com precedentes que possam ajudar a fazer alguma avaliação da forma de atuar do sujeito.

  14. angelo cardoso Disse:

    Os cariocas estão fazendo de tudo, para recuperarem o poder que sempre tiveram na CBF. Que as federações do resto do Brasil, não sejam idiotas mais uma fez de deixar a entidade, nas mãos dos cariocas e do Andres. A Patrícia Amorim e o Andres, já deram prova que podem passar a perna nos presidentes de clubes. Creio que, ninguém ainda se esqueceu, do mimo dado pela Globo, para que eles rachassem com o Clube dos 13. Foram mais de 20 milhões. Com a gana por poder e dinheiro, a CBF pode cair nas mãos desses santinhos. Outra coisa, já que mudou de presidente, uma ideia. Por qual motivo não se tira a CBF do Rio de Janeiro? Se a ideia de instalá-la em Brasília, porquê não São Paulo, que é o berço do futebol brasileiro?

  15. Edwaldo Disse:

    Meu caro, essa conversinha “clichê” de advogado, já não cola mais, é preciso arrumar uma argumentação melhor, defender o “indefensável” só justifica-se por duas razões: simpatia pelos criminosos ou oportunismo mesmo, o resto…

  16. Lari Disse:

    Nestor e Edwaldo, o raciocínio de vocês estaria certo se ainda vivêssemos na época da inquisição. Mas como vivemos em um Estado Democrático de Direito, onde todo e qualquer cidadão tem direito a defesa e a um julgamento justo, inclusive vocês, por mais culpados ou inocentes que sejam, os argumentos usados por vocês apenas demonstram, desculpem a palavra, ignorância [falta de conhecimento sobre o assunto].

    Sou advogada de imigração e nacionalidade, não trabalho na area criminal porque não tenho estômago para lidar com bandidos, delegacias, policiais, promotores e etc., é uma opção pessoal minha que leva em conta minha vocação e temperamento apenas, mas não recrimino quem o faça, porque eu sei que é APENAS um trabalho.

    Quando eu era estudante de Direito, estagiei na defensoria pública por 6 meses e meu trabalho se resumia peticionar na defesa de pessoas acusadas do mais diversos crimes. O caso mais chocante que eu defendi foi o de um homem que degolou outro em uma briga de bar, porque foi chamado de filho de uma égua. Será que sou bandida? Será que sou cúmplice só porque o defendi? Eu não concordei em nenhum minuto com o crime cometido, mas fiz a defesa dele porque era meu trabalho, porque era um direito constitucional dele de ter um julgamento justo, pois ninguém tem um julgamento justo se não lhe é dada a oportunidade de defender-se, e era meu dever naquele momento fazer aquilo.

    Esse negócio de dizer que advogado de bandido também é bandido é pura balela. É óbvio que existem os maus profissionais, como em qualquer profissão, mas também é óbvio que não se pode generalizar, porque a grande maioria é honesta e trabalhadora.

    Além do mais, não se pode discriminar, dizer que bandidos são só os outros, porque qualquer um, por qualquer fatalidade, pode frequentar o banco dos réus um dia, mesmo sendo inocente, sendo o julgamento o momento certo de se defender e provar que se é inocente.

    Quanto ao Jabur, acho que ele defendeu os irmãos Cravinhos de graça apenas para ganhar visibilidade, pois como os advogados não podem fazer propaganda, a mídia de um caso famoso como estes traz muita visibilidade para quem atua nele. Trabalha-se de graça em um caso famoso e ganha-se mais na frente com os clientes que aparecerão por conta dele.

    Por isso que eu concordo com o Vítor e discordo do Paulinho, porque não dá para dizer que o cara é antiético só porque defendeu os irmãos Cravinhos de graça, este é um argumento que eu não considero válido. O Jabur pode até ser uma pessoa de má índole, não o conheço para afirmar, mas ter trabalhado de graça para os Cravinhos não o desabona em nada.

    Esta é minha opinião.

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