Arquivo para 18 abril, 2012

Massacre corinthiano no Pacaembu

abril 18, 2012

Jogando com seriedade, o Corinthians fez ótima partida e goleou o fraco Deportivo Tachira, da Venezuela, por incontestáveis seis a zero.

Em levantamento de Sheik, Danilo abriu o marcador, de cabeça, aos 17 minutos.

Logo depois, aos 26 minutos, Paulinho complementou belíssima tabela com Liedson e ampliou.

Para facilitar o que já era tranquilo, o árbitro expulsou um imprudente venezuelano após entrada em Danilo.

Com um a mais, enfrentando um adversário claramente inferior, a goleada se desenhava.

Aos 17 minutos, Jorge Henrique bateu cruzado, pela direita, e fez o terceiro.

O quarto foi de Sheik, aos 24 minutos, em bela batida de primeira.

Um minuto depois o próprio foi derrubado dentro da área e sofreu pênalti.

À pedido da Fiel, Liedson bateu, perdeu, mas, no rebote, colocou a bola dentro da rede, para depois ser abraçado por todos os seus companheiros e também por todo o Pacaembu.

Justo reconhecimento.

Logo depois, Liedson colocou bola na trave, e, aos 38 minutos, foi sua vez de sofrer penalidade.

Desta vez convertida, com categoria, por Douglas.

E o resultado final foi completado, restando agora ao Corinthians esperar por seu adversário na próxima fase que, numa improvável combinação de resultados poderia até ser o Internacional.

O dia em que o melhor do mundo perdeu

abril 18, 2012

Após dominar toda a partida na Inglaterra, o Barcelona sofreu apenas um contra-ataque, suficiente para decretar sua primeira derrota na Champions League, por um a zero.

Um resultado absolutamente injusto, mas que premiou a impressionante marcação do Chelsea, com os 11 homens no campo defensivo.

Na primeira etapa, além do já tradicional domínio de bola, os espanhóis, em diversas oportunidades poderiam ter definido a partida.

Logo aos 8 minutos, Sanches acertou o travessão em linda jogada por cobertura.

Aos 16 minutos foi a vez de Fabregas perder gol incrível, após jogada de Messi com Iniesta.

Pressão total, que resultou numa cabeçada de Messi, aos 27 minutos, que também levou perigo.

Fabregas, aos 42 minutos, recebeu passe açucarado de Messi, bateu na saída de Cech, mas Cole, em cima da linha, evitou o gol.

E, quando todos acreditavam no empate para o intervalo, Ramirez escapou como uma flecha pela esquerda e cruzou para Drogba completar.

Um a zero que nem os ingleses acreditavam.

No segundo tempo o que se viu foi o Chelsea ainda mais recuado, enquanto o Barça tentava, a todo custo, reverter o marcador.

Sanches quase conseguiu empatar aos 11 minutos, após receber lançamento de Fabregas.

No final, então, os espanhóis pressionaram ainda mais e, aos 41 minutos, Messi bateu falta na cabeça de Puyol, a bola ia entrando, mas Cech fez defesa espetacular.

Houve tempo ainda para, aos 47 minutos, Messi iniciar grande jogada que parou nos pés de Pedro, este bateu cruzado, na trave e, no rebote, Buschets bateu por cima.

Não era mesmo o dia do Barcelona, que tem tudo para reverter o quadro em sua casa, embora tenha que vencer por dois gols de vantagem.

E não será nada fácil.

O caso Oscar no Mundo Corporativo

abril 18, 2012

Por JOSÉ RENATO SATIRO SANTIAGO

Por envolver emoções que tendem, para algumas pessoas, a sobrepujar a razão, creio que seja importante, afirmar que sou torcedor tricolor, daqueles de frequentar estádio e acompanhar de perto tanto as boas com as “menos boas” fases da minha equipe.

Diante disso, gostaria de compartilhar alguns entendimentos sobre o caso que envolve o jogador Oscar, São Paulo e Internacional.

Tenho atuado no mundo corporativo já faz mais de 20 anos com experiência em empresas de vários portes e diversos segmentos.

Pois bem, se considerarmos as condições que suportam o caso Oscar como a de um profissional que atua em uma organização que, digamos assim, investiu em sua formação profissional, não há o que pensar: a atual posição são paulina é amadora.

Durante os anos 2000 principalmente, era muito comum profissionais terem seus cursos de pós graduação e MBAs “bancados” pelas empresas. A forma utilizada por grande parte das organizações para garantir que o funcionário continuasse na empresa após o treinamento, era estabelecer um contrato que “obrigava” o funcionário a “pagar” o valor do investimento feito pela organização.

Resultado: Grande maioria dos funcionários ao retornar, mudava de emprego e esta cláusula era “simplesmente” desconsiderada. Sentindo-se traídas, muitas empresas recorriam juridicamente para que fossem ressarcidas. Até o momento nenhuma destas causas foi vencida por qualquer empregador.

Como consequência disso, houve uma significativa redução nestes investimentos por parte das empresas, cabendo agora, mais que nunca, ao próprio funcionário custear esta capacitação.

A Justiça do Trabalho reconhece a descomunal diferença entre as partes, organização e funcionário, que assinam um contrato trabalhista.

Não há qualquer possibilidade de obrigar o trabalhador a pagar qualquer multa tão pouco a prestar serviço para quem não deseja.

O papel são paulino no caso é simplesmente de, ao menos tentar, mostrar para sua torcida e comunidade que não foi deixado para trás. Atitude não cabível e não digna do profissionalismo que seus dirigentes tanto pregam.

A verdade é que o papel tricolor deveria ter sido preventivo. Uma vez que falhou na época, a derrota é eminente. E mais, usar este caso como exemplo, para que seus jovens atletas não enveredem pelo caminho seguido por Oscar, é algo cruel, até mesmo maquiavélico, e não profissional.

Os dirigentes tricolores deverão sim agir preventivamente e corrigir os erros que foram cometidos por eles próprios.

Quanto a Oscar, independentemente, de achar que, muito possivelmente, suas ações irão prejudicá-lo em futuras relações profissionais e que até mesmo houve certa “ingratidão” por parte dele, devemos lembrar que a relação é profissional e argumentos de tal natureza são inadequados e não profissionais.

Por fim, e o Internacional?

Muito possivelmente deverá pagar algum valor para contar com o jogador, caso queira que o mesmo retorne a campo em um curto espaço de tempo, no entanto, se tiver paciência, também ficará com o jogador, muito possivelmente de graça, mas neste caso poderá haver demora, pois a briga judicial ocorrerá, por mais que os resultados todos saibam.

“Oscar não voltará ao São Paulo que não receberá o valor que deseja”

Dívidas corinthianas duplicam na Justiça

abril 18, 2012

A prática de postergar o pagamento de dívidas judicias em que claramente o Corinthians será derrotado tem duplicado valores que poderiam ser melhor negociados se feitos amigavelmente.

Muitos são os casos.

Entre eles o da Turbo Sport, em que o ex-presidente Andres Sanches emitiu um cheque “borracha” de R$ 800 mil.

Hoje esta mesma dívida já atinge R$ 1,4 milhões, em valores corrigidos.

Quem conhece os donos da empresa sabem bem que tudo poderia ter sido resolvido de maneira diferente.

Porém, a falta de apreço pelo dinheiro do clube, que, por vezes, acreditam ser deles, leva a esse tipo de situação em que a bola de neve não para de crescer.

Relatório da PF diz que Carlinhos Cachoeira é dono do jornal “O Estado de Goiás”

abril 18, 2012

Liquidação no Corinthians

abril 18, 2012

Alguns jogadores das categorias de base do Corinthians serão dispensados após terem sido criteriosamente escolhidos por empresários.

Ou seja, o clube nada receberá, mas os intermediários farão a festa.

Tudo sobre o disfarce da redução de custos, alardeada publicamente, na última semana, pelo delegado Mario Gobbi.

Enquanto isso, os que se locupletam continuam no departamento, certamente ocasionando prejuízo maior do que os atletas “dispensados”.

Tirone iguala Palmeiras ao “pequenos”

abril 18, 2012

Lamentável a postura do presidente palmeirense, Arnaldo Tirone, na reunião que definiu a divisão de renda nas finais do Campeonato Paulista.

Enquanto os times grandes, Corinthians, São Paulo e Santos optaram por 60% ao vencedor da partida e 40% ao perdedor, o Palmeiras se juntou aos pequenos, exigindo 50% independentemente do resultado.

Junto com Guarani, Ponte Preta, Mogi Mirim e Bragantino a proposta encampada pelo Palmeiras saiu vencedora, porém, a mancha na grandeza do clube é irreparável.

Divertem-se agora os torcedores rivais, que terão ainda mais motivos para tratar o Palmeiras como se fora “Guarani da Turiassu”.

É o que dá jogar um clube da enormidade do Palmeiras nas mãos de um dirigente que mal consegue tocar uma lanchonete.