Arquivo para 9 junho, 2012

Messi, melhor do mundo, garante vitória argentina

junho 9, 2012

Numa partida em que a Seleção Brasileira se portou bem ofensivamente, mas de maneira preocupante no setor defensivo, quem fez a diferença foi o melhor jogador do mundo, Lionel Messi, autor de três dos quatro gols argentinos na vitória por quatro a três.

O Brasil começou marcando pressão, da mesma maneira que em partidas anteriores, com Neymar posicionado no meio, confundindo a cabeça da Argentina.

Foi dele as duas primeiras batidas em gol da Seleção, com a bola passando longe da meta adversária.

A primeira jogada real de perigo aconteceu aos 15 minutos quando Oscar lançou Hulk na esquerda, mas o goleiro defendeu bem.

O Brasil dominava as ações quando Neymar bateu falta para Romulo, dentro da área, abrir o marcador.

Aos 30 e 31 minutos tivemos dois lances polêmicos em cima de Neymar, em que penalidades foram reclamadas, mas o árbitro nada marcou.

No primeiro, tudo indica ter realmente sido derrubado, mas no segundo, após sofrer tranco normal Neymar tropeçou no gramado e caiu.

Aos 32 minutos, Gago lançou Messi, que ganhou na corrida dos fracos zagueiros brasileiros e bateu na saída de Rafael para empatar.

O Brasil sentiu o gol e, daí por diante, a Argentina passou a equilibrar a partida, chegando até a dominar as ações em certo período.

Três minutos depois, o melhor do mundo foi novamente lançado, fintou Rafael e fez um belo gol de desempate.

Hulk quase empata aos 36, quando Neymar o deixou na cara do gol, mas o goleiro fez grande defesa com o pé.

E veio a segunda etapa, que foi iniciada bem mais equilibrada do que a primeira, com ambas as equipes buscando o ataque.

Aos 5 minutos, Hulk fez ótima jogada pela esquerda, entrou na área e bateu por cima, perto do gol.

Di Maria respondeu um minuto depois, escapando nas costas de Marcelo, mas Rafael, atento, defendeu.

A defesa do Brasil, uma mãe, bobeou novamente nos minutos seguintes e Higuain quase marca em duas oportunidades.

O empate brasileiro surgiu dos pés do ótimo Oscar, que tabelou com Leandro Damião e concluiu na saída de Romero.

E o Brasil foi para frente, conseguindo a virada aos 26 minutos, com Hulk, de primeira, aproveitando-se de falha do goleiro em batida de escanteio de Neymar.

Quatro minutos depois, novamente sem marcação, o zagueiro argentino Fernandes empatou a partida, de cabeça, após escanteio da esquerda.

Jogo aberto, bonito de assistir e que poderia ser decidido, tudo indicava, pelos craques em campo, Messi e Neymar.

O santista teve sua oportunidade aos 35 minutos, quando fintou o goleiro e Fernandes salvou a bola que tinha endereço certo.

Quatro minutos depois foi a vez de Messi, que não perdoou.

O argentino arrancou da intermediária, cortou para dentro e colocou a bola no ângulo direito de Rafael.

Um gol extraordinário.

E que decidiu uma bela partida de futebol, disputada por uma Argentina ainda dependente de seu principal craque, e uma Seleção Brasileira que precisa, não apenas encontrar um centro-avante titular, mas também de uma dupla de zaga compatível, para ter, então, chance de ouro em Londres.

Ah ! Aos 46 minutos, Marcelo e Lavese, infantis, trocaram sopapos e foram expulsos.

Sorte do brasileiro que seus concorrentes à posição são, de fato, muito fraquinhos, senão…

Guerra escancarada: “Eles vivem do Corinthians”

junho 9, 2012

Nem foi necessário esperar o final da Libertadores da América para que todo o clima bélico na politica corinthiana, enfim, explodisse publicamente.

Não é segredo para ninguém que alguns aliados de Andres Sanches tentam se encaixar em grupos que fazem oposição ao atual presidente, o delegado Mario Gobbi.

O próprio ex-presidente, embora não tenha coragem de admitir, conspira para que a desarmonia aconteça.

Gobbi, ontem, sentiu o golpe, e tratou de colocar ainda mais lenha nesse fogaréu que, tudo indica, está apenas começando.

Ao escancarar publicamente que alguns de seus rebeldes correligionários “vivem do Corinthians”, tratou de dar razão aos diversos relatos da imprensa séria durante os últimos anos.

E demonstrou toda a omissão de um Delegado de Polícia, que na gestão anterior ocupou a Direção de Futebol, e nada fez para coibir esse estado de coisas.

Quem vive do Corinthians ?

O leitor desse espaço está cansado de saber.

Resta agora ao presidente delegado ter a coragem de nomeá-los, e, se possível, explicitar ainda mais as sacanagens que acontecem há tempos.

Sim, porque os atingidos por suas palavras – e não são poucos – não devem deixar barato as insinuações que, sabemos bem, embora desastradas, são absolutamente verdadeiras.

Para finalizar, no meio do tiroteio, surgiu ontem um texto no blog do comentarista Neto, atacando frontalmente o vice-presidente Luis Paulo Rosenberg, outro que foi desastroso com as palavras durante a semana.

Ambos se encaixam perfeitamente no discurso de Mario Gobbi.

Razão pela qual nos fica bem claro de que as palavras proferidas no site do ex-jogador não passam de encomenda política, que não foi pensada, muito menos digitada pelo próprio.

Na verdade, fazem parte de mais um capítulo nessa guerra política, com diversos “fronts”, no Parque São Jorge.

Defesa de Vitor Birner à mudança de Lei deixa ONGs do Morumbi indignadas

junho 9, 2012

Moradores do Morumbi, ligados aos MMT e também ao SAVIAH, estão repassando e-mails indignados com um texto escrito pelo jornalista Vitor Birner.

Um deles, copiado para nossa caixa de mensagens.

Na ocasião, Birner pede mudanças na lei do silêncio, que, em sua opinião, estaria ultrapassada e prejudicaria a arrecadação daqueles que pensam em fazer shows em estádios e constantemente são travados por baralhas jurídicas.

Cita como exemplo o São Paulo Futebol Clube e o estádio do Pacaembu.

Diz ainda que o departamento jurídico do Tricolor vem tendo muito trabalho com essas contendas jurídicas movidas pelas associações, assim como os organizadores que tentam realizar eventos no estádio municipal, e não conseguem por motivos semelhantes.

É exatamente a citação aos moradores e também o exemplo dado de que o estádio foi construído antes de existirem moradias que ocasionou a maior parte das mensagens de revolta.

Confira abaixo o texto de Vitor Birner, retirado de seu blog, e que também foi publicado no Lance !.

Lei gera prejuízo aos times de futebol, atrapalha o desenvolvimento de São Paulo e não resolve nada

Coluna no Lance!

De Vitor Birner

A cidade de São Paulo não pode ser elogiada pelas belezas naturais e nem merece ser chamada de um local bom para se descansar e relaxar.

Trata-se de um enorme caos urbano, formado pela mistura de milhões de pessoas vindas de todas as partes do planeta, poluição e congestionamento.

Aqui, quase todo mundo vive acelerado, com pressa.

A palavra que mais combina com  São Paulo é trabalho.

Os governantes paulistanos não podem abrir mão de grandes oportunidades. Precisam, sempre, estimular os novos negócios.

O setor de entrenimento, no local sem praias, e com a noite turbinada, é muito importante.

Ele tem sido afetado por causa de uma lei que, na prática, não se cumpre.

Ou os limites de ruídos são respeitados, e isso só vai acontecer se proibirem, por exemplo,  a circulação de  carros, ou a lei precisa ser adaptada à realidade.

A primeira opção vai afastar da cidade importantes eventos. A segunda abre as portas dela para eles.

A proposta precisa ficar clara. Não se pode aplicar parcialmente a legislação.

Reproduzo, aqui, um texto que publiquei no Lance, faz dois meses, sobre o importante assunto.

Lei gera prejuízo

A cidade de São Paulo necessita rever com urgência a desatualizada legislação sobre emissão de ruídos.

Ela causa prejuízos tanto para o município quanto aos times de futebol.

Cansei de criticar a prefeitura porque o estádio do Pacaembu não se paga. O Corinthians tentou arrendá-lo, mas desistiu. Não tinha como sustentá-lo sem receber eventos fora do jogo de bola.

A associação de moradores ‘Viva Pacaembu’ quase sempre consegue impedir na justiça que shows aconteçam no local. O barulho tem sido o trunfo legal dela.

A organização do UFC queria as lutas lá, porém abandonou a idéia porque foi avisada que os alvarás não seriam concedidos.

O palco paulista na Copa do Mundo de 1950, inaugurado dez anos antes, quando havia poucas casas nos arredores, deve estar com seus dias contados.

Sem os grandes artistas ou qualquer espécie de atração especial, como vai gerar receitas quando o Itaquerão e a Arena Palestra Itália estiverem prontos?

Quem pagará a conta?

Os contribuintes?

Não foi à toa que surgiu o conceito das arenas multiusos. A arrecadação das partidas era insuficiente para a manutenção dos estádios.

As duas apresentações de Roger Waters renderão ao São Paulo R$2,2 milhões de aluguel e mais cerca de R$500 mil na venda de bebida.

O Morumbi dava prejuízo até a construção de camarotes, restaurante e de receber com frequência grandes espetáculos. .

A associação dos moradores daquele bairro sempre vai á justiça para evitar a realização dos mesmos. Dá muito trabalho ao departamento jurídico do clube.

Vale lembrar que o Cícero Pompeu de Toledo foi construído quando não havia residências nem perto (veja foto).

Os insatisfeitos com a existência dele chegaram depois. Escolheram ficar próximos e estão incomodados por isso.

O Palmeiras deve enfrentar problemas parecidos assim que a reforma do Palestra terminar.

Nada disso combina com a cidade que nunca para.

As portas da capital paulista precisam ficar abertas aos importantes negócios, como, por exemplo, os do ramo de entretenimento.

Kassab e vereadores, toco a gorduchinha para vocês.

Fora da realidade

O limite de emissão de ruídos na região do Morumbi vai de 45 a 55 decibéis, de acordo com o horário.

As medições realizadas por volta de 20hs na Av. Giovanni Gronchi, que fica ao lado do estádio, em dias sem nenhum evento na casa são-paulina, ficaram entre 60 e 65 decibéis.

Em algumas áreas industriais é permitido o limite de 70 decibéis, os maiores da cidade.

Na Av Paulista (não é área industrial), às vezes ele atinge os 100 decibéis.

Parâmetros legais e irreais brecam bons negócios para os time de futebol.

Coluna do Fiori

junho 9, 2012

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.br Email: caminhodasideias@superig.com.br

ADVERTÊNCIA

Sérgio Correa da Silva presidente da CA-CBF, bem como, seu guru, o “impoluto” Reynaldo Carneiro Bastos, deveriam rever o nível técnico e disciplinar desenvolvido pelos árbitros em algumas contendas das Séries A e B do Brasileirão 2012 por terem sido prejudicial para com os fatos, como exemplo; Jailson Marcelo de Souza na partida Santos x Fluminense.

AMISTOSO DA SELEÇÃO BRASILEIRA

Sábado 03/06/2012

México x Brasil

Árbitro: Silviu Petrescu (CAN)

O trabalho do árbitro e assistente foi desenvolvido com normalidade.

RECLAMAÇÃO

A reivindicação do atleta brasileiro Oscar, dizendo que sofreu penalidade máxima, quando tentava ultrapassar o goleiro mexicano, não procede; no ato, interpretei que Oscar, percebendo a aproximação do goleiro pelo chão, começou a cair, para cavar falta.

REPULSIVO

Convenço-me que a cusparada desferida por Neymar no mexicano Meza, que lhe fazia forte marcação, espontânea e, levemente respondida, poderia provocar conflito generalizado, deva ter acionado a mente dos dirigentes para que o chame, fazendo-o entender que futebol é contato físico, com regras, cujo representante é o árbitro.

LEMBRANDO

Quando das partidas contra a equipe argentina Vélez Sarsfield, o mimado menino da vila, se revoltou diante a correta marcação do jovem lateral direito Peruzzi.

CAMPEONATO BRASILEIRO – SÉRIE A

Quarta Feira 06/06/2012

Santos x Fluminense

Árbitro: Jailson Marcelo Freitas (FIFA-BA)

Partida fraquíssima, mesmo assim, Jailson Marcelo Freitas, conseguiu prejudicar as duas equipes;

- No vigésimo sétimo minuto da primeira etapa, em lance aberto, portanto, sob domínio visual do árbitro, Adriano defensor santista cometeu falta no oponente Carlinhos pouco antes da entrada da grande área, corretamente sinalizada; para espanto geral, o árbitro, prejudicou o Santos, apontando a marca penal.

- No vigésimo segundo minuto da etapa final, o péssimo árbitro Jailson Marcelo Freitas, voltou a interferir na partida, desta feita prejudicou o Fluminense, apontando, erroneamente, impedimento no lance a seguir:

- Jean, defensor da equipe carioca, chutou a redonda em direção à meta defendida pelo goleiro Aranha, este, a rebateu pra frente, na seqüência, Samuel, atacante do Fluminense em posição legal de jogo apanhou o rebote mandando a pelota pro fundo da rede santista; inexplicavelmente, o árbitro, anulou o lance final, alegando que Samuel estava impedido.

Sport x Palmeiras

Árbitro: Leandro Vuadem

Deixou a partida transcorrer dentro das leis do jogo, seu melhor momento, ocorreu no quadragésimo minuto da etapa final, no instante que acatou seu assistente, determinando impedimento do ataque palmeirense, no lance após o cabeceio de Barcos em direção a meta do Sport, vez que seu consorte Henrique em posição de impedimento, sem tocar na redonda, efetuou movimento que interferiu no reflexo do goleiro adversário.

Internacional x São Paulo

Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (GO)

O segundo amarelo para Luiz Fabiano, foi correto, na ocasião, acintosamente, Luiz Fabiano reclamou sobre suas determinações.*

OBSERVAÇÃO

Em nenhum dos itens das leis do jogo consta alvará para que os capitães das equipes litigantes contestem as determinações do arbitro.

Quinta-Feira 07/06/2012

Corinthians x Figueirense

Árbitro: André Luiz F. de Castro (GO)

Trabalho normal, jogo ruim.

LIMPEZA NA ADMINISTRAÇÃO DO FUTEBOL

Para tanto se faz necessário afastar maioria dos dirigentes das federações e confederação, incluindo neste grupo, desembargadores, juizes, promotores e demais.

Não podemos esquecer dos políticos das diversas denominações partidárias, especialmente, aqueles que os apóiam nas diversas casas legislativas, deste anárquico e corrupto Brasil, brasileiro.

Acorda Brasil

SP- 10/06/2012

*Corrigido