Arquivo para 4 agosto, 2012

Phelps – a última medalha olímpica de um Mito

agosto 4, 2012

Acabamos de assistir, em Londres, a última grande exibição do maior atleta olímpico de todos os tempos.

Michael Phelps, fantástico, conquistou sua 22ª medalha, a 18ª de Ouro, tornando-se campeão, com a equipe americana, do revezamento 4×100 medley.

A última de sua fenomenal carreira.

Americanos que largaram bem na prova, viraram o estilo costas em primeiro, foram ultrapassados pelo Japão na segunda batida, de peito, recuperaram a ponta no nado borboleta, em desempenho impecável de Phelps e fecharam a prova, bem na frente do segundo colocado Japão, no nado livre.

Um momento para ser recordado por todo sempre.

Brasil sofre para vencer Honduras

agosto 4, 2012

Jogando uma partida abaixo da crítica, a Seleção de Mano Menezes encontrou enormes dificuldades para bater a inexpressiva equipe sub-23 de Honduras, por três a dois.

Adversário que jogou com dez jogadores desde a metade da primeira etapa, e que teve mais um expulso, no final do jogo.

Logo aos 30 segundos de jogo, Leandro Damião perdeu gol incrível, frente a frente com o goleiro Mendoza.

Mas o Brasil, mesmo mais tempo com a bola nos pés, não demonstrava inspiração na partida.

E, aos 12 minutos, Sandro levou drible desconcertante na esquerda, a bola foi cruzada, Figueroa tentou dominar, e Martinez, aproveitando a sobra, de primeira, encobriu Gabriel, marcando um golaço.

A Seleção Brasileira sentiu o baque, e, desesperada, passou a errar passes e tentar chutões para frente.

Honduras se defendia bem, e permanecia segurando o marcador, até que, aos 32 minutos, Crisanto acertou Neymar no meio de campo e levou seu segundo cartão amarelo, sendo excluído da partida.

Com um jogador a mais, o Brasil partiu com tudo para frente, empatando o jogo aos 37 minutos, após Hulk fazer bela jogada pela direita, cruzar rasteiro, a zaga hondurenha bater cabeça e Leandro Damião se aproveitar, empurrando para as redes.

Tudo indicava que o empate tornaria as coisas mais fáceis para o selecionado nacional no segundo tempo.

Ledo engano.

Logo a dois minutos, Espinoza cortou o fraquíssimo Juan, da direita para a esquerda, e, da entrada da área, bateu cruzado, em bola que o goleiro brasileiro aceitou.

Dois a um para Honduras, inacreditável pela situação.

Porém, aos 4 minutos, a arbitragem tratou de ajudar, marcando penalidade duvidosa em cima de Leandro Damião, convertida, um minuto depois, por Neymar.

Aliviado, com um jogador a mais e o placar empatado, o Brasil partiu para o ataque e, aos 14 minutos, Leandro Damião recebeu dentro da área de Neymar, virou em cima do zagueiro e fez o gol da vitória brasileiro.

Depois, como se enfrentasse a Seleção do Mundo, Mano Menezes recuou a equipe, na tentativa de segurar a classificação.

Muito pouco para a história brasileira no futebol.

O lance mais perigoso do jogo, desde então, surgiu aos 19 minutos, quando Gabriel falhou em cobrança de escanteio e Honduras por pouco não empatou.

Houve tempo ainda para Espinoza, aos 45 minutos, receber o cartão vermelho por derrubar Oscar.

Uma vitória que levou o Brasil para as semifinais, mas deixou o torcedor preocupado com o que pode acontecer daqui por diante.

Mesmo sabedor de que as equipes desta Olimpíada não são nada assustadoras.

Enquanto isso o Basquete do Brasil venceu a China por 98 a 59 e continua na luta para fugir de um possível confronto com os EUA.

Fabiana amarelou

agosto 4, 2012

Não convenceram, em momento algum, as explicações de Fabiana Murer para seu fracasso olímpico no salto com varas.

Eliminada claramente por medo de errar, ainda nas eliminatórias.

“O vento estava contra”, “tive medo de machucar”, “estou tranquila”, são frases que não combinam com alguém que disputava, até então, a competição de sua vida.

Em nossa opinião, após errar o segundo salto, e refugar a primeira corrida do terceiro, Fabiana medrou, pura e simplesmente.

Acontece, mas demonstra novamente que grandes campeões precisam muito mais do que talento para competir.

Mais uma camisa para Rosenberg

agosto 4, 2012

O Corinthians decidiu lançar uma nova camisa, idealizada por torcedores nas redes sociais.

Porém, esperto, o vice-presidente Luis Paulo Rosenberg tratou de tirar a Nike da jogada, colocando como fabricante a sua “Poá Têxtil”.

Por motivos óbvios e contratuais, o clube não poderá utiliza-la em suas partidas, embora nem seja este o objetivo do dirigente alvinegro.

O negócio e vender, e lucrar.

E para isso, Rosenberg estimulou o “corinthianismo” dos criadores, que aceitaram nada receber pela criação.

Pobres tolos.

A parte deles será destinada para a empresa que cuida do semi-falido site da “Republica do Corinthians”, que possui evidente ligações com o dirigente.

Com desculpa de que a “obra” foi visualizada por lá, quando, na verdade, rodou por facebook, twitter, etc.

Será Rosenberg dividindo percentual com Rosenberg.

Sem dúvida um belo negócio.

Mano Menezes receberá comissão por convocação de Bruno Uvini

agosto 4, 2012

Causou estranheza, até mesmo para os são-paulinos, a convocação do zagueiro Bruno Uvini para os Jogos Olímpicos de Londres.

Instável tecnicamente, nunca jogou o que dele se esperava no Tricolor, e era recém chegado de um vexame na Europa, em que foi dispensado na Inglaterra por deficiência técnica, após ser obrigado a treinar em equipes de juniores.

Pior ainda foi a confirmação de outra convocação, desta vez para o time principal do Brasil, em amistoso a ser disputado depois do torneio.

Gente bem informada, e que vive o mundo dos empresários de futebol, garante que Juan Figger, empresário do jogador, prometeu a Mano Menezes comissão em caso de revenda.

E, convenhamos, pelo histórico das partes, não há motivos para desconfiar da informação.

Nuzman: “Agora eu SE consagro”

agosto 4, 2012

A frase que dá título à matéria, grafada com proposital erro de português, e consagrada na narração sempre eficiente de Milton Leite, da SportTV, sem dúvida deve ter povoado a cabeça de Carlos Arthur Nuzman, que malandramente escolheu a medalha de OURO, até então mais certa do Brasil, para entregar e realizar seu comercial.

Dançou.

E arrastou em seu calabouço de azar o nadador Cesar Cielo, que não perdia os 50m em competições de relevância desde 2008.

Um castigo que o atleta seguramente não merecia, mas que caiu muito bem em Nuzman e sua impagável expressão de decepção no pódio olímpico.