Arquivo para 13 janeiro, 2013

R$ 4,3 milhões de Mano Menezes são pura gorjeta

janeiro 13, 2013

Eleições corinthianas: dinheiro do clube na campanha de Mario Gobbi

Muita gente ficou alarmada ao descobrir que a rescisão trabalhista do treinador Mano Menezes custou R$ 4,3 milhões à CBF, proporcionais ao salário de pouco mais de R$ 500 mil mensais que recebia da entidade.

Dinheiro de gorjeta se comparado ao lucro obtido pelo próprio, associado à Andres Sanches e ao empresário Carlos Leite no exercício de suas funções na Seleção Brasileira.

Somente para convocar jogadores do Shakhtar Donetsk, segundo ótima fonte, o treinador teria recebido US$ 3 milhões, em acordo firmado na Inglaterra com o empresário Franck Henouda.

E não foi apenas esse negócio realizado pelo grupo na CBF.

Convocações comercializadas abertamente, que geraram receitas bilionárias em negociações posteriores e comissões evidentemente suntuosas ao grupo que coordenava os acontecimentos.

Torcedores revoltados com mudanças no “Sócio Torcedor” do São Paulo

janeiro 13, 2013

As novas diretrizes divulgadas pelo São Paulo para a comercialização de seus planos “Sócio Torcedor” estão sendo duramente criticadas por torcedores nas redes sociais.

Apesar de manter a prioridade para compra de ingressos, diminuiu a margem de desconto do regulamento anterior.

Além disso, brindes, entre eles camisetas, revistas, etc., também foram cortadas da nova versão.

A grande maioria diz que não fosse pela preferencia na compra de ingressos, não estaria estimulada a adquirir o produto.

“Eles pioraram o que já não era muito bom e prendem o torcedor pelo medo de ficar sem ingressos para os jogos do clube”, diz um dos relatos.

Haddad (PT) troca “fiscal” que “dificultava” as coisas para o Corinthians

janeiro 13, 2013

No final do ano anterior, a Prefeitura de São Paulo montou uma comissão que tinha por objetivo fiscalizar se o Corinthians, de fato, estaria cumprindo as contrapartidas sociais exigidas para a liberação dos CIDs, mais e R$ 300 milhões, além do terreno para a construção do “Fielzão”.

Passado algum tempo, diversas prorrogações de prazos forma instituídas, sem que o clube cumprisse com sua obrigação.

Haddad (PT), então, resolveu facilitar as coisas para o Timão.

Trocou um dos “fiscais”, o economista Norberto de Camargo Engelender, considerado “rígido” em seu ofício, pelo “flexível” Fábio Camargo Remesso (PMDB).

Os corinthianos comemoram, enquanto a população apenas aguarda o que, na verdade, já era esperado.

Poncio Lulatus lavou as mãos nas quedas de Andres Sanches e Mano Menezes da CBF

janeiro 13, 2013

Antes de demitir o treinador Mano Menezes da Seleção Brasileira, o sempre político presidente da CBF, José Maria Marin, consultou algumas pessoas influentes que, eventualmente, poderiam se opor à determinação.

Entre elas o ex-presidente Lula.

Marin falou também sobre o desejo de substituir o diretor de Seleções, Andres Sanches, que certamente ficaria incomodado com a decisão.

Lula em nenhum momento se opôs.

Assim como Pôncio Pilatos, lavou as mãos para ambos os casos, dando apoio ao presidente da CBF.

Teria sido comunicado também do interesse de Marin em colocar Felipão no cargo, iniciativa esta também apoiada pelo petista.

Andres Sanches, por motivos óbvios, sentiu-se traído, mas se mancou, pelo menos em relação a Lula, com quem não tem braço suficiente para medir forças.

Vicente Cândido (PT) é traído e chora pela imprensa

janeiro 13, 2013

O deputado Vicente Cândido (PT), vice-presidente da FPF, sócio de Marco Polo Del Nero, e amigo de Andres Sanches, ficou sem seu pedaço de bolo na divisão efetuada pelo novo prefeito Fernando Haddad.

Cândido, que participou da campanha municipal do PT, pretendia receber os feudos das subprefeituras, mas nenhum de seus “protegidos” foi indicado.

Na verdade, Haddad agiu com o nítido interesse de agradar o ex-presidente Lula, seu padrinho, que, embora de hábitos semelhantes, é desafeto do deputado.

Até hoje o ex-mandatário do País não engole o episódio em que Cândido trouxe Boris Berezovsky para encontra-lo bem no período em que a Polícia Federal investigava ações da Máfia Russa no futebol brasileiro.

Não fosse avisado a tempo, Lula o teria recebido, num erro que certamente lhe traria problemas políticos no futuro.

Desesperado, Cândido chorou pela imprensa, mas teve que se conformar com a traição, hábito este também conhecido do político.