Arquivo para 14 janeiro, 2013

Presidente da “Democracia Corinthiana” é convidado para assumir cargo na CBF

janeiro 14, 2013

valdemar pires

Valdemar Pires, ex-presidente da “Democracia Corinthiana”, nos anos 80, deverá ser o novo Diretor de Relações Internacionais da CBF.

Cargo este que ganha relevância com a proximidade da Copa do Mundo de 2014.

O convite foi feito pessoalmente pelo presidente da CBF, José Maria Marin.

Nenhuma das partes confirma, nem nega, oficialmente, a informação.

Porém apuração deste espaço confirmou não apenas o convite, mas também, à princípio, inclinação do corinthiano para aceitar o cargo oferecido.

Com a ação, convocando um dirigente ligado ao grupo que faz oposição a Andres Sanches, no Corinthians, a CBF explicitou seu posicionamento de confronto contra quem se aliar ao dirigente, “afastado” recentemente da entidade.

A escolha de Pires, com imagem atrelada à “democracia”, sem dúvida um dos mais famosos ex-presidentes da história do Corinthians, que não possui rejeição no mundo do futebol, é, sem dúvida, uma tacada política interessante de Marin.

Tenta não apenas contrapor sua imagem ligada aos tristes períodos ditatoriais do Brasil – do qual foi participe ativo – mas também de humilhar ainda mais o “adversário” Andres Sanches, levando a CBF um oposicionista político do dirigente, que, além disso, é seu desafeto conhecido.

MidiaCast Esporte Clube – participe !

janeiro 14, 2013

Não perca, às 18h, mais uma edição do programa “MidiaCast Esporte Clube”, pela rádio MidiaCast.

http://radiomidiacast.com.

Com apresentação de Paulinho e a participação especial de Fernando Pereira.

Um espaço em que os principais assuntos discutidos são escolhidos pelo público.

Deixe suas perguntas por aqui, nos comentários da postagem, até meia hora antes do início do programa.

Todas serão respondidas, ao vivo, e disponibilizadas, em PodCast, no dia seguinte.

Desde já agradecemos pela audiência

*Colabore com o trabalho independente do “Blog do Paulinho” e da “rádio MidiaCast” depositando qualquer quantia no banco BRADESCO, ag. 1740-0, c/c 29230-3.

Ridicularizado no São Paulo, derrotado no Corinthians. “Prestígio” de Andres Sanches desmorona

janeiro 14, 2013

Sem rumo certo após a demissão na CBF e o motim que enfrenta de seu próprio grupo, no Corinthians, Andres Sanches tenta, a todo custo, dar a volta por cima no cenário do futebol.

A improvável criação de uma Liga ou até a remota possibilidade de vencer uma eleição na CBF são tratados pelo dirigente como uma de suas prioridades.

E, nesse caminho de desorientação e desespero, Sanches tem recorrido àqueles que, enquanto na soberba, tratou de prejudicar.

Caso específico, por exemplo, do presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio.

Não é a primeira vez que Sanches procura pelo dirigente Tricolor, sempre em situação adversa, e, em todas, foi ridicularizado.

Fato que se repete novamente.

Juvenal dá canseira, faz implorar, acaba escutando, finge aceitar tudo e, assim que o corinthiano vira as costas, abre seu whisky e se diverte, fazendo chacota com os mais próximos.

E a situação pode se agravar ainda mais nos próximos meses, porque a comissão eleitoral do Corinthians negou pedido do conselheiro André Negão de vilipendiar o estatuto para favorecer Andres Sanches nas próximas eleições do clube.

Para desespero dos apoiadores do ex-presidente, o grupo “Corinthianos Obsessivos”, que antes aprovava tudo da gestão anterior, rebelado, se contrapôs à ideia, indicando claro apoio ao atual presidente, Mario Gobbi.

Sanches tentará ainda dar o “golpe” em reunião do Conselho em que, a princípio, teria maioria, porém, pelo que se viu nos últimos meses, nem disso o ex-presidente alvinegro pode ter mais certeza.

O famoso “prestígio” do dirigente, inflado pela imprensa, existia apenas enquanto foi presidente do Corinthians, e, depois, ocupou cargo na CBF.

Pelas entidades, evidentemente.

Fora delas, Andres Sanches voltou a ter a insignificância  dos tempos em que chafurdava nas categorias de base do Corinthians.

Palmeiras decide seu futuro nos próximos dias

janeiro 14, 2013

Hoje, cerca de 280 conselheiros do Palmeiras tem a importante missão de decidir o futuro político do Palmeiras, definindo, para os próximos anos, a sistemática eleitoral do clube.

Eleições diretas, proporcionalidade de votos no Conselho para poder ser candidato, alteração do mês de votação, etc.

Depois, no próximo sábado, será a vez dos associados ratificarem, ou não, as decisões dos conselheiros palestrinos.

Lamentavelmente, por manobra assessorada pelo diretor jurídico, Piraci Oliveira,um dos que infelicitam o Palmeiras há tantos anos, o próximo pleito ocorrerá ainda por via indireta, valendo as possíveis alterações apenas para 2014.

Cabe agora ao torcedor do clube conversar com os conselheiros, exigir suas reivindicações e comparecer em massa nas votações que estão por vir.

Mostrar que o Palmeiras não aguenta mais ser meio de vida de aproveitadores e incompetentes, participando ativamente do processo de mudança.

Esta que certamente não deverá acontecer tão rapidamente.

Basta avaliar o nível dos nomes que surgem, no momento, não apenas para presidir o clube, mas também o de seus apoiadores.

Justiça decide que Estado e clubes de futebol não tem responsabilidade civil se você for assassinado no Metrô

janeiro 14, 2013

Por decisão do Juiz Carlos Eduardo Gomes dos Santos, a senhora Clarice Barros de Lima, que teve um filho assassinado dentro de uma das estações de Metrô em São Paulo, vítima de bala perdida de um confronto entre marginais “organizados” que se dizem torcedores de Corinthians e Palmeiras, não terá direito a indenização.

A mãe do garoto pedia ressarcimento por dano moral e material, comprovando que seu sustento dependia do trabalho do filho.

No entendimento do magistrado, o Metrô, o Estado, e os referidos clubes não podem ser responsabilizados por atos de terceiros dentro da composição.

Uma decisão que deve gerar muitas discussões.

É até aceitável que se isente os clubes de uma questão ocorrida longe da praça de futebol em que as partidas de futebol são realizadas, embora muitos deles, de fato, fomentem e financiem boa parte desses assassinos.

Porém, inadmissível que se retire a responsabilidade do Metrô e do Governo sobre um ato de violência ocorrido contra um cidadão dentro de suas dependências.

O juiz alega que o garoto, ou sua mãe, só poderiam ser indenizados se ocorresse uma falha em vagões de Metrô, má conservação dos mesmos, etc., segundo o despacho “única responsabilidade que pode ser atribuída aos réus”, e que, segundo a decisão, não cabia neste caso.

Um absoluto equívoco.

Esqueceu-se, o magistrado, de que seguranças do Metrô são pagos com dinheiro público, e que a passagem do transporte coletivo inclui em seu preço todos os serviços executados no local.

Se a segurança, financiada por dinheiro público, não pode ser responsabilizada por seus atos juridicamente, que se libere tudo então, mas avisando aos cidadãos de bem de que o Metrô é, na  verdade, terra de ninguém.