Protógenes Queiroz foi condenado duas vezes em menos de um mês

outubro 22, 2014

protogenes queiroz andres (2013_03_07 19_30_38 UTC)

O Deputado Federal, Delegado Protógenes Queiroz (PCdoB) foi condenado pelo STF a dois anos e seis meses de prisão em regime aberto por violação de sigilo funcional.

Apesar de grandes indícios, o STF decidiu, porém, absolvê-lo do crime de fraude processual.

Protógenes, que perdeu também o cargo de Delegado Federal, não poderá sair de casa durante a semana, nos periodos noturnos, e durante 24 horas aos finais de semana.

Uma espécie de “Prisão Domiciliar”.

Após ser informado por seus advogados de defesa, Queiroz, que pensou em renunciar ao cargo de Deputado para evitar cassação, voltou atrás certo que o tempo de recurso ultrapassará o período passível de punição no âmbito político.

Semanas atrás, o ex-delegado passou pelo vexame de ser “condenado” pelo povo, em flagrante derrota nas urnas, que impediu a continuidade de seu mandato.

Talvez pelas incoerências demonstradas em diversos procedimentos, alguns semelhantes ao crime do qual foi condenado pelo STF.

Entre eles o caso MSI, em que Protógenes vazou à imprensa que indiciaria o agora Deputado Andres Sanches, não o fez, e depois, tudo indica, “cobrou a fatura”, ao receber doação de campanha intermediada pelo dirigente alvinegro.

A separação de torcidas é um grande erro

outubro 22, 2014

torcida

Por ROQUE CITADINI

Neste final de semana, tivemos mais um lamentável “choque ” de torcidas organizadas . Um morto, um gravemente ferido e outros tantas vítimas com escoriações generalizadas. A “guerra” foi entre torcidas do Palestra e do Santos e seguem o padrão dos problemas do futebol que vive com as torcidas organizadas.

É um quadro dramático este que mostra contínuas mortes em brigas de torcidas. Pior ainda é saber que pouca coisa (ou nada) mudará mesmo tendo um número de mortes cada vez maior.

Este grave problema -verdadeira guerra de torcidas organizadas, com emboscadas e mais emboscadas- tem sido tratado pelas autoridade de forma totalmente equivocada.

A Polícia Militar, o Ministério Público, a Polícia Civil e as autoridades governamentais e esportivas erram continuamente quando tratam deste problema. O mais grave é que nos últimos anos essas autoridade tem agravado cada vez mais este mundo de conflitos e mortes.

Ao contrário do que fizeram outros países, nossas autoridades não enfrentam a questão central do problemas.

Sempre haverá um ou outro torcedor disposto a partir para a violência quando estiver com a cabeça quente. Mas não é esse o caso. Nossas autoridades “organizam” a violência e procuram com medidas paliativas reprimir quando as mortes aumentam.

O problema básico é a divisão de torcidas. Com a separação delas nos estádios criou-se as “tribos” que cada vez mais vão ao jogo para o confronto.

Nossas autoridades não só fizeram a separação (e formação dos grupos) como vivem “apoiando” as tribos. Agora mesmo, sabemos que vivem forçando a “reserva ” de ingressas para determinadas torcidas numa clara inversão de valores que cria um grupo de “protegidos” na “compra” de ingresso.

A separação (e proteção) das torcidas organizadas  é um erro grave.

É lógico que um torcedor procure comprar ingresso perto de seu amigos. Isso sempre existiu. Diferente é reservar uma área (e seus ingresso) para certo tipo de torcedor.

Se acabarmos com esta separação forçada daremos (como outro países) um grande passo para a superação do problema. Se mantivermos as “tribos” separadas (e protegidas), a violência sempre aumentará.

Este passo fundamental para superarmos o problema não será dado pela Polícia, Ministério Público ou autoridades governamentais. Só será possível se vier dos clubes e dos dirigentes.

Nos outros países -quando a situação ficou grave- as autoridades adotaram medidas na linha do aqui previsto. E o público voltou aos estádio e passou a conviver com adversários. Isso não é possível com as torcidas organizadas. A hora que não tiverem área e ingressos reservados este quadro mudará.

Quem vai há muito tempo aos estádios sabe que isso era uma realidade comum. No passado, corinthianos, palestrinos, santistas e tricolores iam no mesmo ônibus e sentavam lado a lado, cada um vibrando com seu time. Foram essas tribos protegidas pela Polícia que fizeram a separação e trouxeram a guerra que leva a tantas mortes.

Com o ocorrido neste domingo, a Polícia, o Ministério Público e as autoridades dirão que tomaram medidas duras contra os violentos. Não farão nada. Uma ou outra prisão e uma condenação aqui ou acolá. Nada que altere o quadro de violência e selvageria que os estádios vivem.

Sem uma mudança que comece com o final da “separação” e “proteção” dos grupos organizados (e violentos) nada mudará. E o futebol e o país só perde mais e mais.

O fenômeno Rogério Ceni

outubro 22, 2014

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(Trecho da Coluna de TOSTÃO, na FOLHA)

“No futuro, goleiros e zagueiros das grandes equipes terão também de ter habilidade e bom passe.

O mundo adorou na Copa ver Neuer sair para fazer com perfeição a cobertura dos defensores.

Mas, com a bola nos pés, para passar e driblar, quando necessário, ele está muito longe de Rogério Ceni, disparado, o melhor goleiro com os pés de toda a história do futebol, além de ser excelente debaixo das traves.

Rogério já fez 123 gols, sendo 63 de pênalti e 60 de falta. Um fenômeno.”

Em tempo: se o São Paulo vencer a Chapecoense, logo mais, Rogério Ceni se tornará o jogador com mais número de vitórias por uma única equipe em todos os tempos: 590.

Desembargadores de Olavo mantém Roberto Dinamite no poder

outubro 22, 2014

Olavo vasco

A 1º Câmara Cívil do Rio de Janeiro, formada pelos apelidados “desembargadores de Olavo”, menção feita à proximidade do conselheiro vascaíno com alguns dos magistrados, decidiu manter Roberto Dinamite na presidência do Vasco da Gama, mesmo sem julgamento de primeira instância, contrariando, ainda, decisão do Conselho Deliberativo do clube.

Tão estranha quanto a decisão foi a declaração do desembargador Camilo Riliéri:

“É lamentável que um clube não consiga resolver os seus problemas internos de eleição, sem trazer essas questões para embate jurídico”.

Na verdade, o clube resolveu, mas a Justiça, ao aceitar o argumento do grupo ligado a Dinamite, aceitou a situação agora reclamada, de maneira contraditória, por um de seus magistrados.

Constrangedor, também, foi o fato do Vasco da Gama ter se utilizado dos serviços do advogado Alan Belaciano, intermediário do atual presidente em desvios de mecanismos de solidariedade para paraísos fiscais, o mesmo que processou o clube, tempos atrás, e foi preso, em flagrante, após tentar se passar por juíz, quando ainda nem havia se formado na profissão.

Nem todos os desembargadores, porém, se incomodaram em dividir a sala com um ex-falsário.

Profissional, digamos, adequado para os procedimentos que, por razões óbvias, não constaram do acordão final.

Corinthians bancou reforma do Departamento de Registros da FPF, que agora assume “erro” no caso Petros

outubro 22, 2014

andres registro fpf

Surpreendeu a inusual declaração do presidente da Federação Paulista de Futebol, Marco Polo Del Nero, “confessando” o erro da entidade, e não do Corinthians, nos registros enviados à CBF do jogador Petros, que podem ocasionar perda de pontos ao clube no STJD.

Principalmente pelo fato da Sra. Thereza, responsável há décadas pelo Departamento de Registros e Transferência da entidade, nunca ter cometido “equívoco” semelhante, muito menos num final de semana, data em que a transferência de dados ocorreu, sabe-se lá de que local, já que a FPF estava com as portas fechadas.

Porém, um “agrado” do Corinthians, realizado em 2010, a pedido, segundo informações, do deputado Vicente Cândido (PT), vice-presidente da FPF e conselheiro do Timão, talvez possa explicar o surto de sinceridade dos dirigentes da Federação.

Àquela ocasião, alguns clubes se cotizaram para bancar a reforma da FPF, evidentemente, não por benemerência.

Justamente a Sala de Registros ficou sob responsabilidade financeira do Corinthians.

Agradecida, a FPF decidiu dar o nome de “Andres Navarro Sanchez” à sala, eternizado numa placa colocada bem na porta do departamento.

Conheça a história de nepotismo, jamais contada antes, da Agente X-26, a técnica da FEE, Dilma Roussef (PT)

outubro 21, 2014

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Por POLÍBIO BRAGA

“Nos casos da FEE e da Assembléia, Dilma Roussef foi beneficiada pela relação de parentesco, prática que no debate do SBT denunciou como “imoral” e “ilegal” na situação que teria enfrentado seu adversário Aécio Neves em Minas.”

A agente X-26 foi nomeada por Jair Soares a pedido do marido, com quem foi trabalhar depois com um a FGAL-9 na Assembléia do RS.

Desde que chegou a Porto Alegre no final da década de 70, onde passou a viver com seu marido, o ex-deputado estadual Carlos Araújo, PDT, com quem teve uma filha, Paula, atual procuradora do MPT, a presidente Dilma Roussef passou a ser conhecida como ocupante de diferentes cargos públicos, entre os quais o de Assessora Superior da Assembléia do RS, Diretora Geral da Câmara de Vereadores de Porto Alegre, Secretária Municipal da Fazenda e Secretária Estadual de Minas e Energia.

. Ela serviu aos governos do PDT e do PT.

. Os cargos que ocupou, todos de livre nomeação – CCs, FGs ou secretarias – foram por indicação do marido, inclusive na Assembléia, onde trabalhou diretamente sob as ordens do deputado Carlos Araújo, na Assessoria Superior da Bancada, percebendo ali a mais alta FG da Casa, calculada hoje em R$ 14 mil, sem contar vantagens.

. O que muito pouca gente sabe é que Dilma começou sua vida como servidora pública na qualidade de CC nomeada pelo então governador Jair Soares, do PDS, a quem Carlos Araújo foi procurar em 1983 para pedir o emprego para a mulher. Dilma foi nomeada no âmbito da secretaria do Planejamento para a FEE (Fundação de Economia e Estatística). Lá ela consta da Folha até hoje. Como X-26, técnica X-26. Na época, o PDS era o Partido de sustentação do general João Batista Figueiredo, de quem Soares foi ministro da Previdência. Dilma e Araújo combateram ambos, Contra Jair, apoiaram Alceu Collares, PDT.

. Nos casos da FEE e da Assembléia, Dilma Roussef foi beneficiada pela relação de parentesco, prática que no debate do SBT denunciou como “imoral” e “ilegal” na situação que teria enfrentado seu adversário Aécio Neves em Minas.

. A presidente sabia perfeitamente que sua retaguarda estava a descoberto, mas mesmo assim resolveu acusar o adversário por um tipo de “crime” que “cometeu” várias vezes, muito tempo antes.

. Nos seus 30 anos como empregada contratada, compareceu efetivamente ao trabalho menos de 5 anos. No restante do tempo esteve cedida. Seus salários como X-26  sempre foram pagos pela FEE.

Dilma não trabalhou em 25 dos 30 anos de contrato com a FEE, mas está apta a pedir aposentadoria com valor integral

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Em 1991, o secretário do Planejamento, Walter Nique, empossou Dilma na presidência da FEE. Ao seu lado, encoberto pelo microfone, o marido, Carlos Araújo, então deputado estadual e líder do governo Collares, o patrono da candidatura da mulher. Em 1993, Dilma foi para a secretaria de Minas e Energia.

O que pouca gente sabe é que a presidente Dilma Roussef ainda é funcionária da Fundação de Economia e Estatística, a FEE, RS. Sua identidade funcional é 2963736, cargo técnico X-26, segundo apurou o editor.

. Ela estava em condições de pedir aposentadoria em 2010, quando disputou a presidência, mas achou mais prudente não fazer marola com o caso, porque a mídia iria investigar o caso e descobrir que ela não trabalhou ali em 25 dos 30 anos necessários para se aposentar com salário integral equivalente ao de presidente da FEE, cargo que ocupou no governo Collares.

. Foi por isto que pediu suspensão do contrato de trabalho no dia 29 de março de 2010.

. Vai pedir aposentadoria quando sair do governo e o caso não virar mais notícia

Documento comprova: Petros estava regular. Para beneficiar empresário, Gobbi alterou contrato e prejudicou o Corinthians

outubro 21, 2014

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Documento oficial do Departamento de Registros da CBF, em poder do blog, demonstra claramente o prejuízo, não apenas financeiro, mas também de futuro do Corinthians no Campeonato Brasileiro, e em torneios subsequentes, ocasionado pelo presidente do clube, delegado Mario Gobbi, na ânsia de beneficiar o empresário Fernando Garcia.

Desde o início do Brasileirão, Petros vinha jogando, de maneira regular, aparado em dois contratos: o definitivo, válido até janeiro de 2019, com o SEV-Hortolândia, e o de empréstimo, com o Timão, findando em maio de 2015.

Em vez de somente aumentar o salário do jogador, inserindo um aditivo contratual, mantendo a condição de jogo do atleta, dando conta de que após o final do empréstimo o clube estaria adquirindo 50% de seus direitos, sem precisar rescindir qualquer vínculo, o presidente do Corinthians, desesperado para justificar a saída de R$ 3 milhões dos caixas, meteu os pés pelas mãos.

Se assim tivesse agido, Petros ainda estaria em condições de jogo, mas o negócio – que foi colocado à frente dos interesses do Corinthians – corria risco de ser “melado” pela próxima gestão, a ser eleita em 2015.

Observe, nos dados que revelaremos a seguir, o nível de amadorismo da diretoria do Timão.

No dia 1º de agosto de 2014, às 16h30m, a Federação Paulista de Futebol, recebendo dados do Corinthians, registrou a rescisão do contrato de empréstimo de Petros, que tinha vigência até maio de 2015, na CBF.

Um minuto depois, um recorde, às 16h31m, foi a vez do SEV-Hortolândia, enviar a sua rescisão definitiva com o atleta, de um contrato que venceria apenas em 2019.

Depois, às 16h33m, novo registro de Petros no Corinthians enviado à CBF, desta vez em definitivo, porém o contrato foi assinado, de punho, pelo jogador apenas no dia seguinte (02), configurando a burla do regulamento.

Advogados especialistas garantem que não há defesa para o caso e que o Corinthians certamente perderá, ao menos, os quatro pontos sugeridos pela Procuradoria do STJD, apesar de que há quem garanta ser ainda mais grave a situação do clube, não sendo impossível a perda de pontuação por todas as partidas disputadas pelo atleta, após insistência em escalar o jogador, mesmo sabendo da irregularidade na situação cadastral.

O Corinthians, no termo correto, infringiu em “Ato Omissivo Continuado”.

Seja qual for a punição aplicada ao Timão, quatro pontos, que o eliminaria da Libertadores, ocasionando prejuízo aproximado de R$ 50 milhões, ou, na tese mais dura, com perda de posições suficientes para o rebaixamento, é inadmissível que o Corinthians seja colocado nesse tipo de situação.

Bem mais grave do que “um erro”, como querem deixar transparecer os culpados, é saber que, na verdade, o fator motivador do desastre foi mais uma negociata, obscura, entre tantas realizadas por diretores, entre eles um Delegado de Polícia, que ajudou a expulsar o presidente anterior sob discurso de realizar uma gestão marcada pela “Renovação” e “Transparência.”.

Nem Carla Dualib, com seu contrato “leonino” de intermediação de patrocínios do clube, ganhou tanto dinheiro quanto os não remunerados dirigentes que passaram, nos últimos sete anos, pelo departamento de futebol do Corinthians.

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EM TEMPO: em clara ação de proteção ao Corinthians, a FPF dirá no STJD que o erro no registro (dia digitado) foi de uma funcionária. Porém, o documento exibido pelo blog, oficial da CBF, desmente a versão com o registro não apenas da data, mas também do horários das ações, anteriores à assinatura do contrato.

Difícil crer, também que esse tipo de erro seria cometido pela Sra. Tereza, Chefe de Registro da FPF, experiente funcionária que trabalha no local desde os tempos em que Eduardo José Farah ocupava o cargo de presidente.

Internacional estuda documentos para pedir punição do Corinthians pela escalação irregular de Petros

outubro 21, 2014

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Conversamos, ontem, com gente ligada ao departamento jurídico do Internacional, que entrou em contato com nossa redação para saber mais detalhes sobre a documentação de Petros, publicada pelo blog.

“É incrível você ter acesso a esse documento, detalhado. O nosso não tinha tantos dados”, alegrou-se o colorado ao receber a cópia solicitada.

“Sentaremos durante a semana para debater o caso, mas, pelo que estou vendo na documentação, não há solução senão retirar do Corinthians todos os pontos das partidas em que Petros atuou depois da revelação de sua irregularidade. O Corinthians cometeu “Ato Omissivo Continuado”, emendou.

“Não posso falar sozinho pelo clube, mas acredito que o Internacional lutará pelos seus direitos, em se constatando que os possui.”

O Colorado disputa, cabeça a cabeça, com a equipe de Parque São Jorge uma corrida pela classificação à Copa Libertadores da América.

Empresário cobra calote do Santos em transação de Montillo

outubro 21, 2014

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Na última sexta-feira (17), o empresário argentino Sergio Alejandro Irigoita, ingressou com ação civil contra o Santos, cobrando parte da comissão sobre a transação do jogador Montillo.

R$ 230,8 mil.

Levando-se em consideração que o negócio girou em torno de 10 milhões de Euros e as “taxinhas” costuma corresponder a 10%, chegamos a conclusão de que se trata de uma ínfima parte do que ainda está por vir.

Vale lembrar que ontem, em entrevista ao Estadão, o treinador Oswaldo de Oliveira demonstrou bem como funcionam os procedimento da atual gestão do Peixe ao dizer que tiraram-lhe do Botafogo com a promessa de não atrasar salário, e, no final, nunca sequer pagaram um mês na data certa.

Dilma Rousseff (PT) foi ré no Rio Grande do Sul junto com a ENCOL, mas fez acordo para processo não ser julgado

outubro 20, 2014

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Em 24 de fevereiro de 1992, a então Secretária de Estado de Energia, Minas e Comunicações do Rio Grande do Sul, Dilma Rousseff, foi processada, junto com a construtora ENCOL, na 4ª Vara Civil de Porto Alegre.

O impetrante foi o Sr. Jefferson Aloisio, advogado, que pleiteava indenização de Cr$ 306 mil, em moeda da época.

Não há mais informações sobre o caso, apenas que, para evitar o julgamento, Dilma e ENCOL decidiram fazer acordo com a vítima, homologado no dia 04 de agosto de 1992.

Causa estranheza, porém, não apenas a falta de dados sobre o andamento processual – quase nenhuma – no sistema judicial gaúcho, mas também nenhuma divulgação do caso, seja pela imprensa local ou outro órgão de comunicação nacional.

Para refrescar a memória dos mais antigos, e informar os novos eleitores, a ENCOL era uma espécie de ODEBRECHT dos anos 90, mas faliu após a constatação de práticas fraudulentas que levaram o presidente da empresa, e seus dirigentes, a cadeia.

O que, por si, torna a colocação de “ré” da agora presidente Dilma Rousseff, num processo em conjunto com a construtora, absolutamente suspeita e inadequada.

Faz-se necessário, até para que não pairem dúvidas sobre a conduta da petista, o esclarecimento sobre o teor do processo nº 10510814054, que, a princípio, pela movimentação de “acordo”, indica culpabilidade dos réus.

É preciso expor à população brasileira, também, quais ligações existiam entre Dilma Rousseff (PT) e a ENCOL para que ambos figurassem, conjuntamente, em desconfortável posição judicial.

Procuramos os Sr. Jefferson Aloisio no intuito de esclarecer o teor da contenda, mas conseguimos falar apenas com um de seus parentes, que pediu sigilo na identificação, e respondeu:

“Não queremos falar sobre esse assunto. O acordo foi cumprido e, para nós, não há mais o que ser tratado. Não queremos encrenca com a presidente da República.”.

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SAIBA MAIS SOBRE A ENCOL E SUAS FALCATRUAS

http://www.ibgt.com.br/blog/2013/03/encol-licao-que-nao-se-deve-esquecer-veja-1997/

EM TEMPO: a foto que ilustra a matéria faz parte duma reportagem do jornalista POLÍBIO BRAGA, radicado no Rio Grande do Sul, dando conta de que, em 1991, mesmo período em que Dilma Rousseff ocupava o cargo no Governo Gaúcho, e era processada junto com a ENCOL, esteve envolvida noutra irregularidade, enquanto presidente da FEE.

Mais detalhes você confere no link abaixo:

http://polibiobraga.blogspot.com.br/2014/10/dilma-nao-trabalhou-em-25-dos-30-anos.html

Operação Petros: não há limites para a promiscuidade no departamento de futebol do Corinthians

outubro 20, 2014

claus e petros

No último final de semana, o conselheiro do Corinthians, Fernando Garcia, na tentativa de explicar porque possui os direitos federativos de tantos jogadores alvinegros, justificou os negócios dizendo ter sido vítima de calote em empréstimo de R$ 17 milhões aos caixas alvinegros.

Não apresentou, porém, nenhum documento comprovando a operação.

Por falar em provas, aos poucos detalhes dos negócios do conselheiro com dirigentes do clube estão sendo revelados.

Difícil saber qual, entre tantos, é o mais nebuloso.

Hoje detalharemos a contratação do jogador Petros, que, em apenas quatro meses, passou de emprestado para definitivo, com substancial acréscimo salarial.

Em janeiro de 2014, pouco mais de nove meses atrás, Fernando Garcia retirou Petros do Boa Esporte/MG, clube pelo qual o atleta recebia R$ 1,3 mil mensais de salário, levando-o para o SEV-Hortolândia, clube utilizado como “fachada” pela sua empresa, a ELENKO SPORTS.

Pela equipe mineira, o jogador disputou 81 jogos, com apenas 4 gols assinalados.

O atleta passou a receber R$ 5 mil por um vínculo assinado até 2019.

Para não ficar parado, Petros, nove dias depois, foi emprestado ao Penapolense, outro dos clubes mantidos pela ELENKO, pelo qual assinou outro contrato, desta vez de quatro meses, recebendo a mesma quantia salarial.

Disputou 14 partidas e assinalou apenas um gol.

Doze dias antes do término do contrato com a equipe de Penápolis, Fernando Garcia levou o atleta para o Corinthians, por empréstimo, formalizado no dia 02 de abril de 2014, com vencimento em maio de 2015, portanto, mais de um ano depois.

R$ 40 mil mensais foi o acerto salarial.

Mesmo ainda tentando se firmar na equipe titular do Timão, pelo qual disputou, até o momento, 29 jogos, com dois gols assinalados, além dos problemas disciplinares, Petros, com a ajuda de Fernando Garcia, conseguiu fazer o Corinthians, em período de dificuldades financeiras, abrir o bolso para contratá-lo.

Apenas quatro meses após a assinatura do vínculo de empréstimo, que venceria apenas em 2015, o clube decidiu pagar R$ 3 milhões por 50% dos diretos de Petros, deixando, generosamente, os outros 50% nas mãos de Garcia, que, no início do ano havia retirado o atleta do ostracismo, no Rio de Janeiro, sem nem precisar enfiar a mão no bolso.

Um negócio absolutamente improvável, com lucro inacreditável.

Não contente, o Timão aumentou o salario de Petros, mais de 100%, de R$ 40 mil para R$ 90 mil, sem justificativa técnica que possa explicar a ação.

Para acelerar o recebimento do dinheiro, Garcia acertou com Mario Gobbi o recebimento dos R$ 3 milhões em percentuais de jogadores da categoria de base do Timão, comprometendo anda mais o patrimônio do clube.

O escândalo é evidente.

Sabe-se, por informações de bastidores, que Garcia, em todos os negócios, pagou comissão para dirigentes do Corinthians, desde o presidente até os diretores de futebol, razão pela qual a evidente promiscuidade de relações injustifica qualquer desculpa de cobrança de empréstimos, que, bem longe da benemerência sugerida, tratava-se de “toma-lá-dá-cá”, com muitos beneficiados.

Punição ? Investigação ? Ressarcimento ?

Improvável.

Ainda mais quando os responsáveis por fomentar os procedimentos, dois desembargadores, presidente e vice do Conselho, fingem “não saber” quando questionados, e não se importam em manter seus filhos trabalhando no Parque São Jorge, em evidente conflito de interesses.

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Para fugir de condenação criminal, Deputado Protógenes Queiroz (PCdoB) pode renunciar na terça-feira

outubro 20, 2014

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O Deputado Protógenes Queiroz (PCdoB), recém derrotado nas urnas, pode renunciar a seu cargo amanhã (terça-feira), temeroso de ver o STF manter sua condenação, a três anos e 11 meses, por violação de sigilo funcional e fraude processual, quando de sua participação na Operação Satiagraha.

A manobra retiraria do parlamentar o “foro privilegiado” e o processo teria que sair das mãos do Supremo, sendo encaminhado, novamente,  a 1ª instância.

A defesa de Protógenes pede a suspeição do Juiz Ali Mazloum, que teve irmão investigado pelo então delegado, na “Operação Anaconda”.

Em conseguindo, o julgamento sai da pauta do STF, e o Deputado conseguiria tempo suficiente para permanecer no cargo até o final do ano, período em que finda seu mandato, evitando, por consequencia, o constrangimento da renúncia.

LAOR é condenado a pagar R$ 20 mil ao pai de Neymar por Danos Morais

outubro 20, 2014

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Logo após descobrir as obscuridades cometidas nas transações de Neymar com o Barcelona, entre elas o fato do atleta ter recebido R$ 10 milhões antes da final do mundial contra o Barcelona, Luis Álvaro de Oliveira, o LAOR, perdeu a cabeça e passou a ofender, em entrevista a ESPN Brasil, todos os participantes do negócio.

Entre eles o pai de Neymar, que tem o mesmo nome do filho.

A briga foi parar nos Tribunais, e a Sentença acaba de ser proferida;

LAOR terá que pagar R$ 20 mil a Neymar pai, por Dano Moral.

Curiosa foi a defesa do dirigente, que, para justificar as palavras proferidas, alegou sofrer de problemas psiquiátricos, que o levam a confusão mental e utilização de 15 comprimidos diários como tratamento.

São Paulo vence batalha contra moradores em Processo que queria impedir eventos noturnos no Morumbi

outubro 20, 2014

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Anos atrás, um grupo de moradores do bairro do Morumbi, representados pelo MMT (Movimento Morumbi Total), ingressou com reclamação no Ministério Público solicitando que fosse cumprida a “Lei do Silêncio”, impedindo o São Paulo de realizar eventos noturnos em seu estádio.

O Tricolor foi obrigado a fazer alterações acústicas para se adequar a legislação, que custaram alguns milhões aos caixas tricolores.

Não contente, o MP-SP comprou a briga dos moradores e ingressou com recurso, pedindo a punição inicial, considerando insuficientes as obras realizadas.

Nova derrota.

A Justiça entendeu que o clube se adequou ao que era necessário ser feito, dando por encerrada a contenda judicial.

Ata comprova caos financeiro do Palmeiras e novo vexame de Pescarmona

outubro 20, 2014

porco dinheiro

Tivemos acesso ao conteúdo das treze páginas que compõem a Ata da Reunião Extraordinária do Conselho Deliberativo do Palmeiras, realizada em 01 de setembro de 2014.

Absolutamente preocupante.

Não apenas por relatar a dificílima situação financeira do clube, mas também pela constatação da mediocridade, e até inexpressividade, de alguns conselheiros.

Um deles, candidato à presidência palestrina, Wlademir Pescarmona, tão “respeitado” no clube que foi apelidado, por alguns, como “Pescachaça”.

No início da reunião, logo após a homenagem a Oberdan Catani, recém falecido, iniciou-se a exposição, pelo presidente Paulo Nobre, de todo o aporte financeiro que realizou no Verdão, totalizando expressivos R$ 103 milhões, e a sugestão para quitação da pendencia.

O prazo previsto para pagamento foi definido como “entre dez e doze anos”, podendo, de acordo com a arrecadação do clube, ser menor ou ainda maior.

A correção utilizada será equivalente a 100% do CDI, que é uma taxa menor, utilizada apenas em operações entre bancos.

Mesmo assim, fixou-se um limite máximo de juros, em caso de descontrole das taxas, de 12% ao ano, ou seja, se o CDI for maior do que 12%, o clube, de imediato, não pagará nada a mais, acertando a diferença posteriormente.

Se o CDI for menor, pagará somente a taxa vigente.

Para evitar que o Palmeiras tenha problemas no fluxo de Caixa, estimou-se que não mais do que 10% da Receita poderá ser utilizado para quitar a dívida com Paulo Nobre.

Coisa de pai para filho, convenhamos.

Os valores serão depositados pelo clube num Fundo de Investimentos gerido pelo atual presidente palestrino.

Para garantir que o dinheiro para quitar a pendência com Paulo Nobre não se misture a outros valores recebidos, o Palmeiras se comprometeu a abrir uma conta específica para essa operação, que será administrada pelo Fundo.

Explicou-se no Conselho que o sistema de pagamento beneficiou o caixa palestrino, porque trata-se de um alongamento de dívida, a juros baixos, de um empréstimo que pagou dívidas de curto prazo, algumas até já vencidas, entre as quais: direito de imagem, salários, água, luz, telefone, etc.

Nobre apresentou um cálculo demonstrando que se o clube tivesse tomado os valores, R$ 103 milhões, pelas vias normais em instituições bancárias, para pagar no mesmo prazo sugerido, os juros corresponderiam a R$ 377 milhões, enquanto, pelo acordo agora firmado, terá que pagar apenas R$ 58 milhões.

Nos últimos anos, através das desastradas gestões anteriores, o Conselho do Palmeiras foi informado de que o clube tomou empréstimos com taxas de pagamentos pornográficas:

- BANIF, a 33% ao ano;

- BRADESCO, a 25% ao ano;

- BMG, o banco do Mensalão, a 24% ao ano;

- ABC, a 21% ao ano.

Na sequencia, efetuou-se a leitura do parecer do COF, favorável às condições de pagamento sugeridas por Paulo Nobre, demonstrando, também, novos dados sobre a caótica situação financeira do clube:

“Prezado Presidente, tem este o objetivo de encaminhar a V.Sa. Parecer do C.O.F. sobre o “Plano de Refinanciamento de Parte do Passivo da S.E.P.” – Considerando o alto endividamento acumulado no decorrer dos últimos anos; – Considerando a dificuldade de crédito e quando possível, a juros abusivos, com garantias de antecipação de nossos principais contratos (Globo, Adidas e outros patrocinadores);

- Considerando a inexistência de orçamento para 2013, tendo sido apresentado ao C.O.F. e ao C.D. após meses de avaliações e acompanhamento do fluxo de receitas e despesas;

- Considerando o comprometimento de receitas antecipadas, algumas em até cinco anos na sua origem;

- Considerando as obrigações contratuais já assumidas e as despesas ordinárias correntes;

- Considerando os constantes atrasos de salários, direitos de imagens, pagamentos de outras obrigações e o não recolhimento de tributos retidos na fonte, com reflexos negativos a nossa credibilidade que não podiam continuar persistindo;

- Considerando os empréstimos bancários vencíveis a curto prazo, que se renovados nos onerariam com altas taxas de juros, comprometendo nossos principais recebíveis;

- Considerando a necessidade da permanência da “KIA” em nossa camisa até Maio de 2013, com remuneração pífia, em atendimento a dispositivo contratual com a “Adidas” que ameaçava aplicar altas multas por descumprimento contratual (distrato com a Samsung- saída da Fiat-etc…);

- Considerando a ausência de novos patrocinadores;

- Considerando que as receitas remanescentes de todo o exercício de 2013, se antecipadas, esgotariam em meados de Abril do mesmo ano;

- Considerando a inviabilização da operação “FIDIC” (cinquenta e quatro milhões de reais) lastreada ao contrato da Globo, que foi parte bloqueada judicialmente pela empresa Angeloni-Angeloni relativo a negociação com o atleta Wesley;

- Considerando que concomitantemente ao “FIDIC”, depois de análise detalhada de diversas propostas e pela dificuldade na obtenção de recursos, decidiu a “Diretoria Executiva” com a aprovação do “C.O.F.”, realizar operações com garantias oferecidas pelo Sr. Paulo de Almeida Nobre, tendo como principais vantagens a agilidade nas operações e taxas de juros muito menores que as praticadas pelas instituições financeiras com a “S.E.P.”;

- Considerando que a obtenção desses recursos viabilizou o cumprimento de todas as obrigações correntes inclusive as dividas bancarias de curtíssimo prazo;

- Considerando que se esses recursos obtidos pela intervenção do Presidente Sr. Paulo de Almeida Nobre forem liquidados a longo prazo criar-se- a as condições para refinanciamento de parte da dívida de curto prazo.

Objetivando esse refinanciamento e após várias reuniões extraordinárias do “C.O.F.” com a “Diretoria Executiva”, desenvolveu-se um plano que tem como principais características:

  1. a) Criar um fundo para ordenar a operação;
  2. b) Prazo de pagamento para dez a doze anos;
  3. c) Não fixação de valores absolutos de comprometimento mensal;
  4. d) Compromete somente 10% (dez por cento) de todas as receitas;
  5. e) Libera 90% (noventa por cento) dos principais contratos para garantir operações emergenciais de futuras gestões;
  6. f) Remuneração calculada pelo índice. CDI (Taxa não utilizada no mercado para qualquer operação de obtenção de crédito);
  7. g) CDI limitado a 1% (um por cento) ao mês, havendo resíduo acumula ao total da operação;
  8. h) Com a economia da diferença da remuneração e os juros praticados poderemos amortizar parte do principal;
  9. i) Todo o plano deverá ser desenvolvido sob rígida austeridade financeira;
  10. j) Inicio da operação para Janeiro de 2015.

Pelo exposto, informamos que o C.O.F., por unanimidade, é de parecer que o referido plano seja APROVADO pelo Egrégio Conselho Deliberativo.

Contando sempre com sua inestimável colaboração agradecemos antecipadamente. Sem mais para o momento, agradeço antecipadamente.

Atenciosamente,

Alberto Strufaldi Neto, Presidente do Conselho de Orientação e Fiscalização.

O VEXAME DE PESCARMONA

pescarmona rebelo

No claro intuito de tumultuar a reunião, quando COF e CD já haviam se decidido pela aprovação da proposta, o conselheiro Wlademir Pescarmona, candidato a presidente do Palmeiras, tratado por alguns no clube com a alcunha “Pescachaça”, solicitou a palavra.

Indicou que seu grupo, apesar do parecer relatado, somente aceitaria o acordo se houvesse, antes do início do pagamento, programado para janeiro de 2015, uma carência de mais 12 meses, ou seja, para 2016.

Por consequência, iniciou-se o esperado bate-boca.

Que só foi resolvido quando Mustafá Contursi, após elogiar a conduta de Paulo Nobre e as ilações, sem prova, do grupo de Pescarmona, garantiu a aprovação da proposta, conseguindo que a carência sugerida, de doze meses, fosse amenizada para quatro meses, levando-se em consideração que o Palmeiras não receberá as receitas do Campeonato Paulista, já adiantadas, fator que poderia comprometer as contas do clube.

Dos 217 conselheiros, 176 aprovaram a sugestão de pagamento de Paulo Nobre e as condições de carência de Mustafá Contursi.

Apenas 24 votaram favoravelmente a proposta de Pescarmona:

Wlademir Pescarmona; Lennon Pescarmona; Eugênio Reynaldo Palazzi; Nobuyuki Yokoyama; Luis Fernando Vallejos Peredo; Alfredo Mantellato Júnior; Antônio Carlos de Carvalho; César Augusto da Silva Lemos; Edson Feliciano Pinto; Francisco Campizzi Busico; Francisco Campizzi Busico Junior; Antônio Gomes Pereira; Almir Gomes do Nascimento; Ademar Dias Baeta Filho; Nicolau Mancini Neto; Mário Benedito de Souza; Renato Recchi; Carlos Ricardo Degon; Antônio José Joiozo; Francisco Haroldo de Araújo; José Fernando De Divitiis; André Luiz Crepaldi Poincaré; José Luiz Portella Pereira; e José Eduardo Chaves.

Dezessete conselheiros foram contrários à integra do Plano de Pagamento:

Décio de Lima Júnior, Fábio A. C. Novaes, Antônio Carlos Blanes; Antônio Carlos de Carvalho; Mauro Marques; Rita de Cássia Miranda Cosentino; José Corona Neto; Renato Recchi; Sylvio Mukai; Carlos Ricardo Degon; Nicolau Mancini Neto; Nilton Eduardo Gatti; Fábio A. C. Novaes; Claudio Aparício da Silva Baptista Junior; José Ezequiel de Oliveira Filho; Décio de Lima Júnior; Eugênio Reynaldo.


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